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 [Vários Kpop] Playing With Fire

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PonHyunMin
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MensagemAssunto: Re: [Vários Kpop] Playing With Fire   Dom Jan 09, 2011 10:09 pm

Aish, eu já estou como a Miya! Ando viciada nisto *-*
E é um vicio tão bom~ *-*
Mas agora falando de coisas que interessem (xD), o pai da Mintae matou a mãe dela por causa da madrasta?! (espero não ter percebido mal xD) OMO :O Eu se fosse a Min também ficava lixada...maldita mulher u.ú

OMO~ a cena MinTaec killed me *-* Ela estava toda atrapalhada xD Este sim, é o Taec que eu conheço! XD
Opá, o gif partiu tudo XD Fartei-me de rir a imaginá-lo a fazer aquele olhar para o Khun xD Pois! E o Khun é um pervertido! Quer logo saber tudo o que se passa xD (se fosse eu também queria Razz)

O Kyuhyun anda todo lixado...é bem feito! u.ú E ainda por cima acha que o Minho é que roubou a estátua xD Quero ver eles os dois a brigar 8D

OMO~ O Doojoon é a coisa mais querida de sempre *-* Nhai, he melts me so hard~ *-* I'm fallin for him XD
Adorei aquela conversa entre a Min e a Pon ^^ Aí é que se vê uma boa relação de unnie-maknae *-*
E parecia mesmo eu a falar em algumas partes xD (só faltava ali umas conversas sobre coisas HUGES e EXTRA MEGA SIZES para parecer mesmo uma conversa entre nós as duas Marta-chan XD *apanha da unnie)

Ohh a Kim e o Min woo Cool
Cá para mim ela está a gostar mais dele do que devia...mas agora o Kiseop veio estragar tudo -.-" (ou não XD)
Sempre quero ver no que isso vai dar xD

Give us more Mintae unnie ^^

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LaLa
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MensagemAssunto: Re: [Vários Kpop] Playing With Fire   Ter Jan 11, 2011 7:55 pm

A madrasta da Mintae que fuja a nado antes que a cabeça lhe salte
O Kyu agora que não tem os revolveres italianos , vai ter de se contentar com os revolveres normais xD
Pois o apartamento do Taec dá muito sono
Aquele olhar matou tudo , grande taradão xD
Eu ri-me com algumas partes da conversa entre a Mintae e a Pon
Ai Kim, Kimmyzinha , o que te anda a fazer o Kiseop
Pobre Min Woo ele é tão bonzinho com a Kim , e ainda vai levar no pêlo *ou não*

Continua Mintae ^^
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Cho MinTae
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MensagemAssunto: Re: [Vários Kpop] Playing With Fire   Qua Jan 12, 2011 1:16 am

Ainda bem que gostaram do gif do Taec Razz
Calma Kim que já vais morder no Min Woo ~XD *apanha*
Sim, foi isso mesmo Pon-chan, o pai da Min matou a mãe dela para se poder casar com a madrasta (e nem sequer ponderou o divórcio por motivos que eu depois explico). E sim, essa mulher já tem o destino traçado *evil*
É, o Kiseop vai dar problemas... e outra pessoa, que parecia um santo, também *tapa a boca*

So, chega de conversa e vamos a mais um!

18.

Pon entrou na sala, dando logo de caras com Chansung que lhe sorriu. Passou por ele olhando-o de lado e foi-se sentar no seu lugar. Estranhou Jonghyun não estar ali, mas o colega poderia apenas ter ido fazer qualquer coisa, por isso esperou.

Esperou por algum tempo até que se cansou. Pensou em não dizer nada para não meter conversa com aquele chato, mas não conseguiu.

- Onde é que está o Jonghyun? – Acabou por questionar.

- Ficou preso no trânsito, ele mora longe. Só deve chegar depois. – O maknae respondeu, sem tirar os olhos do computador.

Pon respirou fundo, levantou-se e aproximou-se de Chansung que ficou admirado por vê-la aproximar-se. Sentou-se em cima da mesa, como ele tinha feito consigo no outro dia, e cruzou as pernas.

- Ok Chansung… quanto é que o Yesung te está a pagar para estares aqui a fazer a minha vida num inferno?

- Para que é que isso te interessa? – Ele desviou os olhos.

- Ou ele não te está a pagar nada de especial? Não me digas que a vossa relação é ele manda e tu obedeces a tudo… - Provocou.

- Ele é meu hyung… meu mentor…
- E isso quer dizer que tens de ser escravo dele? Não me digas que gostas de ser o escravo do Jongwoon… - Riu.

- Não estou a gostar nada das tuas insinuações!

- Não estou a insinuar. Já que tu não me queres contar, estou apenas a formular hipóteses.

- Se achas que eu estou a gostar de ter que te aturar, estás muito enganada! Ainda por cima és violenta! Ainda tenho a perna roxa do teu pontapé! - Chansung lançou um olhar furioso a Pon, fazendo com que ela levantasse ambas as mãos em sinal de tréguas.

- Já vi que estás tão satisfeito com isto tudo quanto eu… - A rapariga sorriu. – Embora ás vezes me pareças entusiasmado demais… - Acrescentou em voz baixa.

- Tenho de me abstrair com alguma coisa. E isto de te irritar é engraçado. – Comentou.

Pon resolveu ignorar o comentário dele e resolveu passar ao assunto que realmente lhe interessava.

- Eu tenho uma proposta. – Anunciou.

- Indecente? – Chansung lançou um olhar malicioso à morena.

- Eu NÃO ouvi isso!

- Então diz lá a tua proposta. – Pediu.

- Vamos virar o jogo. Vamos dar-nos bem e juntar-nos para conseguir o chip… que não vai parar nem às mãos do Kyuhyun nem do Yesung. Eu conheço uma pessoa que iria ficar tão feliz com esse chip... Ou então podemos simplesmente ficar com ele para nós!

Chansung ficou calado a pensar nas palavras da maknae.

- Então? Vais ficar na sombra do Yesung ou queres provar-lhe que és esperto e, embora trabalhes para ele, não és um capacho das ordens dele?

A entrada de Jonghyun impediu o maknae de dar uma resposta a Pon, que se levantou rapidamente e voltou ao seu lugar.

~~

Os dois colegas estavam frente a frente numa das mesas do restaurante que ficava situado mesmo em frente ao departamento, e por isso altamente frequentado pelos polícias.

Nichkhun, que estava de frente para a porta, sorriu ao ver entrar uma rapariga.

- Ainda bem que te envolveste com a Jihyun. – Comentou despreocupadamente.

Taecyeon parou de mastigar nesse instante, começando a ser tomado pela consciência pesada ao ouvir as palavras do loiro.

- Quero mesmo ver o orgulho dela bater lá no fundo quando levar com os pés. – Nichkhun continuou.

- Pára com isso Khun! Eu tenho de arranjar uma maneira delicada de…

- Schh! Ela vem aí. - Disse, vendo a rapariga se aproximar dos dois.

- Olá. – Ela cumprimentou, aproximando-se bastante de Taecyeon, que recuou involuntariamente. – Aconteceu alguma coisa? – Perguntou, estranhando a atitude dele.

- Jihyun, eu… - Taecyeon foi interrompido pelo telemóvel a alertar que uma nova mensagem havia chegado. Ele rapidamente se desculpou e olhou ao aparelho. Ao abrir a mensagem, leu:

“Ok, eu aceito (até porque não tenho outro remédio nee… ) 20h na minha casa ^^”

Ele sorriu involuntariamente ao verificar o remetente.

- Taec? – Jihyun chamou-o à realidade. – Eu não posso ficar… falamos depois? Hoje à noite?

- Hoje… não posso. Falamos amanhã então.

- Ok. – Ela disse simples e afastou-se.

- Gostei da atitude. – Nichkhun provocou. – Mas quais são os planos para a noite que não incluem a Jihyun?

- Tu não desistes Khun… sinceramente. E não sejas curioso. Não te vou contar nada para não ter de levar com as bocas depois.

Nichkhun fechou a expressão e permaneceu calado a comer.

~~

Kim saiu do balneário e admirou-se ao ver Min Woo encostado à parede ali à frente.

- Min Woo? O que é que estás aqui a fazer?

- Estou à tua espera.

- Eu costumo cumprir o que prometo. Eu disse que ia ver a tua empresa… não preciso que me leves pela mão.

- Eu não estava a pensar levar-te pela mão. – Riu. – Mas se quiseres eu faço isso… - Ele esticou a mão para tocar na de Kim, mas ela deu-lhe uma palmada do braço.

- Andas a ficar muito engraçadinho… - Comentou.

- Eu fiquei à tua espera, não por medo que fugisses da promessa, mas porque pensei que poderia ser agradável convidar-te para almoçar. E depois podia levar-te lá logo a seguir…

- Meu Deus! Estás mesmo interessado em mim! – Ela gozou, mas ao aperceber-se que a sua frase poderia ter outra interpretação, apressou-se a justificar-se. – Interessado na minha presença lá, era isso! – Corou.

- É Kim. – Ele riu da atrapalhação dela. – Estou mesmo muito interessado em ti… para trabalhares para mim. – Completou.

Ela engoliu em seco. Min Woo estava a fazer-lhe aquele olhar intenso outra vez e a dizer coisas sugestivas. E ela estava cada vez mais se sentia afectada pelas acções dele.

- Então? Vens ou não? – Ele perguntou. – Aish, estou a ver que vou ter de te levar mesmo pela mão. – Sorriu e enlaçou a mão direita de Kim na sua, fazendo-a segui-lo em direcção ao carro.

Assim que saíram em direcção do estacionamento, uma pessoa passou a observá-los atentamente. A sua expressão endurecia à medida que os via de mãos dadas, a conversar animadamente e a rir.

Kiseop fechou os punhos com força e cerrou os dentes. A sua loirinha estava a entrar no carro com outro rapaz. Pareciam íntimos.

- Tu não penses que me fazes isto Kim… - Desabafou, cheio de raiva. – Tu és minha e só minha. E ai de quem se meta entre nós… - Ameaçou enquanto entrava no seu próprio carro e seguia a o automóvel onde os dois seguiam.

~~

- Ainda bem que pudeste vir hyung. Eu precisava mesmo de desabafar com alguém…

- Claro que sim Hae. Mas diz lá, estás a deixar-me preocupado.

- Leeteuk hyung, tu sabes do caso do Eunhyuk bem, certo?

- Sim. – O mais velho confirmou.

- Então… ele no outro dia começou a reagir a estímulos…

- A sério? Eu pensei que… nas condições dele isso não fosse mais possível!

- Também eu. Mas isso aconteceu… mais do que uma vez. Os médicos estão a tentar agora tudo para tentar tirá-lo do coma profundo…

- Isso é bom Donghae! É quase um milagre, não é? – Disse entusiasmado.

- Sim.

- O que foi Hae? Porque é que não me pareces muito feliz com a notícia? – Estranhou.

- Eu estou contente com isso Teuk-hyung! É claro que sim, ele é o meu melhor amigo, eu sempre quis que ele acordasse e isso tudo…

- Mas?

- Mas… - Donghae pareceu não ter coragem para continuar com o seu desabafo.

- Donghae, podes confiar em mim… conta-me lá o que te está a deixar assim…

- Hyung, tu sabes que eu gosto da Miya… Aish! Eu sempre tive tanta esperança que ela pudesse… sei lá, interessar-se por mim…

- É, eu sempre soube que gostas muito da Miya-sshi. – O hyung sorriu. – Mas sabes que ela nunca deixou de amar o Hyukjae… eu sempre te disse para nunca alimentares muitas esperanças Hae.

- Eu sei. Mas não consigo! Não consigo ignorar o que sinto. E é por isso que tenho medo!

- Medo?

- Medo… de desejar que o Eunhyuk não acorde para ver se ela se convence que ele não vai voltar e tem de seguir em frente de uma voz por todas!

- Tu desejaste isso Hae? – Leeteuk arregalou os olhos.

- Não! Eu tenho medo de desejar isso! É diferente! Eu não desejo mal ao Eunhyuk! Eu… eu só quero a Miya! – Ele escondeu o rosto entre as mãos e Leeteuk pousou-lhe a mão sobre o ombro.

- Donghae… eu não gosto de te ver assim… deixa-me fazer-te uma sugestão.

- O quê? – Hae olhou o hyung.

- Eu tenho um amigo que é psicólogo. Quem sabe se fosses lá desabafar com ele um bocadinho, ia fazer-te bem… - Leeteuk não conseguiu terminar a frase.

- Eu não sou nenhum maluco hyung! Não tenho problemas psicológicos, não preciso disso!

- Não foi isso que eu disse… Vai fazer-te bem… essa pessoa pode aconselhar-te, ajudar-te a esquecer a Miya e…

- Eu não quero esquecer a Miya hyung! Será que tu não percebes?

- Hae… tu estás perturbado demais com isso…

- Não estou! Eu vou-me embora, tenho coisas para fazer! – Levantou-se rapidamente e correu para fora do café. Leeteuk ainda gritou por ele, sem efeito.

~~

Os saltos altos de Kim iam entoando um som à medida que ela ia pisando o chão, tão impecável e brilhante que quase espelhava o reflexo de quem por lá passava. Ela seguia Min Woo, que lhe ia mostrando a empresa da qual era o máximo responsável.

Ela ia observado maravilhada, o quão querido Min Woo era para os seus funcionários. Ele cumprimentava todos, desde advogados, directores, até às senhoras da limpeza. E toda a gente não hesitava em mostrar um sorriso aberto e, melhor ainda, sincero e genuíno, ao rapaz.

- Só falta conheceres a minha sala… - Ele disse animado enquanto carregava no botão do elevador, que os levaria ao último piso do edifício, todo ele ocupado pela sala do moreno.

- Min Woo, tu geres isto tudo sozinho? – Kim perguntou.

- Não. Tenho uma grande ajuda. O Choi Seunghyun… - Kim reconheceu imediatamente o nome de TOP. – Somos nós os dois que estamos à frente disto… só que a maior parte das acções estão em meu nome, por isso sou o chefe maioritário.

- E vocês dão-se bem? Tipo, não há rivalidade?

- Não. Eu sempre me dei bem com ele… e gosto de poder contar com ele. Não sei se conseguia tomar conta disto tudo sozinho. – Riu. – Somos amigos.

- Isso é bom. – Kim comentou, sentindo um bocadinho de pena do moreno. Mal ele sabia dos planos que TOP tinha para ele.

O elevador chegou e os dois saíram para um grande hall, bastante bem enfeitado. Min Woo aproximou-se da secretária onde estava uma mulher de meia idade sentada a tratar de alguns documentos.

- Ainda bem que chegou. – A mulher disse, sorrindo para os dois. – Tem aqui uma pilha de facturas para assinar.

- Não pode fazer isso por mim? – Ele sorriu à mulher.

- Passe a empresa para o meu nome e eu assino isso tudo. – Ela lançou um olhar divertido ao rapaz.

- Bem, não custa assim tanto assinar umas folhas nee… - Min Woo pegou na resma. – Já agora, quero apresentar-lhe a Kim. A nossa futura relações públicas.

- Olá. Seja bem vinda à empresa. – A mulher cumprimentou de maneira simpática.

- Muito prazer. – Kim retribuiu. – Mas eu ainda não aceitei a proposta! – Virou-se para Min Woo. – Não estejas já a iludir os teus funcionários.

- Não aceitaste ainda Kim-chan. – Os dois jovens começaram a afastar-se em direcção à porta da sala dele. - Quanto queres apostar que quando saíres desta sala já vais com um contrato assinado?

- Eu não aposto mais nada contigo!

- Tens medo de perder, é? – Ele gozou, enquanto abria a porta, afastando-se para a rapariga entrar primeiro.

- OMO! Min Woo esta sala… é maior do que uma casa inteira! – Ela disse, analisando o espaço.

- Também não é preciso exagerares. – Ele andou até uma das secretárias e lá pousou as folhas que tinha trazido.

- Aish! Tu tens um mini bar aqui dentro, sofás, uma lareira… uma mesa de reuniões onde cabem… - Ela fez uma pausa para contar. – Trinta pessoas! Uma mini biblioteca… - Kim continuou a enumerar até que ele se aproximou dela a lhe colocou o dedo indicador na frente dos lábios.

- Eu sei o que tenho aqui dentro Kim. – Riu. – Escusas de perder tempo a dizer-me…

- Mas eu quero saber o que mais escondes aqui! – A loira afastou-se.

- Que mais queres encontrar aqui? – Min Woo não conseguia parar de sorrir com o comportamento dela.

- Não sei. Uma cozinha… um quarto talvez.

- Diz-me Kim… para que é que eu precisava de uma cozinha aqui? Uma cama não era nada mal pensado… para quando eu trabalho até tarde e me aborrece ir para casa! – Completou.

- Pois…

- Se bem que os sofás são bem confortáveis… queres experimentar?

- O quê? – Kim ficou incrédula, já a pensar no que aquele convide poderia proporcionar.

Min Woo aproximou-se dela e empurrou-a, fazendo-a cair em cima de um dos sofás.

- Então, confortável? – Ele sorriu.

Kim respirou fundo e levantou-se, aproximando-se do rapaz que continuava de pé.

- Vamos lá ver se nos entendemos Min Woo… - Disse com uma voz provocante. – A loira sedutora aqui sou eu… por isso agora vê se te portas bem e paras de me provocar com esses comentários sugestivos!

- Porquê? Tens medo de não resistir muito mais? – As mãos dele começaram a encaminhar-se para a cintura de Kim, mas ela afastou-se.

- Tu é que estás mortinho por mim… Mas não te entusiasmes, eu gosto de assumir o controlo das coisas! - A loira usou todo o seu charme para o provocar.

- Na minha sala sou eu que mando… lá fora podes ser tu a sedutora… mas aqui dentro… – Acabando de falar, Min Woo puxou Kim para si e colou os lábios nos dela. – E não te faças de difícil, isso comigo não resulta… - Ameaçou, antes de tentar beijá-la novamente.

Kim virou a cara para o outro lado, fugindo da boca dele.

- Trancaste a porta? – Perguntou.

- Fica descansada que ninguém nos vai interromper…

A loira finalmente deixou que os lábios rosados dele se misturassem com os seus.

Min Woo pegou na rapariga e fê-la sentar-se em cima de umas das secretárias. Metade das coisas que estavam sobre o tampo da mesa, canetas, marcadores, dossiers, folhas, tudo caiu ao chão, arrastado pelas mãos do moreno que libertaram espaço para as costas de Kim ficarem apoiadas na madeira sem se magoarem.

O rapaz encostou-se sobre o corpo dela, sem nunca parar o contacto do beijo intenso. Kim deixou-se levar. Já que tinha de o matar um dia destes, porque não lhe dar o que ele queria… e ela também. Min Woo mexia consigo… e um corpinho daqueles era um crime não aproveitar.

As mãos da loira alcançaram e trataram de tirar o casaco do fato que ele tinha vestido, já que era assim que tinha de se apresentar ali dentro. Ainda bem que a gravata não era obrigatória, só em reuniões, era menos uma coisa que tinham de tirar.

- Min Woo… - Kim chamou quando finalmente se conseguiu ver livre dos lábios dele. – O teu sofá era realmente confortável. – Comentou.

O moreno percebeu o recado. Levantou-se e pegou Kim ao colo, levando-a para o sofá. Teve o cuidado de tirar a sua camisa e a blusa de Kim antes de encurralar o corpo dela entre o assento do sofá e o seu tórax musculado.

- Trabalha para mim Kim… - Ele sussurrou antes de afundar a cabeça na curva do pescoço da loira, fazendo-a arrepiar-se ao sentir a sua respiração quente. – Eu quero-te perto… - As mãos fortes apertaram as coxas de Kim.

- Tens de ser mais convincente para eu aceitar Min Woo. – Ela provocou.

O moreno levantou a cabeça, olhando-a intrigado.

Kim pousou as mãos sobre o peito dele e empurrou-o, fazendo-o cair para o chão e ela cair sobre o corpo dele. As mãos dela procuraram desapertar o fecho das calças, que logo a seguir foram puxadas para baixo.

Min Woo tentou fazer o mesmo, mas como as calças da rapariga eram bastante justas, ele enfrentou algumas dificuldades.

- Não estás a ser nada convincente… - Ela gozou, provocante.

Min Woo mordeu o lábio e resolveu usar a força para se ver livre do pedaço de tecido. A rapariga gritou com o movimento repentino.

- Começas a fazer progressos… - Ela riu.

- Como eu te disse Kim… tu não sais desta sala sem um contrato assinado… nem que eu tenha de te persuadir a tarde toda, a noite… todo o tempo que for preciso!

- Então é melhor que te esforces. Eu não sou fácil de convencer.

Min Woo mordeu o lábio e puxou as pernas da loira, encaixando-as entre as suas ancas. Kim passou a mão pela barra dos boxers do rapaz, enquanto espalhava algumas marcas vermelhas pelo pescoço dele, com o resto pouco do batom que ainda lhe restava.

~~

Mintae desceu as escadas, atraindo a atenção de Doojoon e Pon que estavam agarrados no sofá a fingir que viam um documentário qualquer sobre plantações de arroz.

- Onde é que tu vais assim? – O rapaz perguntou, observado a rapariga bastante bem arranjada.

- Assim? – Ela fez-se de desentendida.

- Não sejas cusco Doojoon! – Pon bateu-lhe no braço.

- Eu vou seguir um conselho da Pon. – Piscou à maknae. – Boa noite.

Assim que a mais velha saiu, Doojoon olhou desconfiado para a rapariga que estava encostada ao seu peito.

- Desde quando é que tu dás conselhos? Melhor… desde quando é que a Mintae vai na tua conversa? – Gozou.

- E desde quando é que gozar com as minhas capacidades se tornou o teu passatempo preferido? – Ela ripostou. – Come pipocas e cala-te! – Riu, enquanto tentava colocar uma mão cheia de pipocas na boca do rapaz. Acabou por espalhar tudo por cima dos dois.

~~

Na garagem, Mintae entrou no seu carro e conduziu em direcção à casa do pai. Entrou com a chave de reserva, pedindo aos céus que não estivesse ninguém na sala. Não queria nada ter de olhar para a cara da madrasta, principalmente, para não ficar logo mal disposta.

Não teve sorte. O casal via televisão. A rapariga entrou lentamente e os dois olharam-na.

- Boa noite. – Ela disse friamente, olhando apenas para o velho senhor.

- Mintae. – Ele abriu um sorriso. – Está tudo bem? Vieste aqui… - Ele foi interrompido.

- Está tudo óptimo. Só vim aqui porque estou à espera de uma pessoa importante.

- Negócios? – O homem voltou a perguntar. – Estás a dar-te bem com o Kyuhyun?

- Sim. Importantes. – Mentiu. – Estou a dar-me bem com ele sim. É um bom profissional.

- Eu imagino o tipo de negócios que andas a fazer… - A mulher comentou finalmente, provocando a rapariga.

- Se eu fosse a si não imaginava muito… corre o risco de deixar de poder ter capacidades para isso. – A morena respondeu ríspida.

- Sunyoung! – O homem repreendeu a mulher. – Custa muito deixares a Min em paz quando ela cá vem?

- Não preciso que me defenda! – Ela virou-se para o pai. – Eu posso bem com a cobra.

- Sempre a mesma malcriada. – A mulher acusou novamente.

Mintae revirou os olhos e nesse momento tocaram à campainha. Salvação. A rapariga suspirou aliviada e correu para abrir.

O polícia surgiu do outro lado da porta com um sorriso que logo foi disfarçado quando mordeu o lábio. Mintae fechou a porta atrás de si e seguiu-o para o jipe.

(continua...)



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MensagemAssunto: Re: [Vários Kpop] Playing With Fire   Qui Jan 13, 2011 5:33 pm

Bom antes de mais quero dizer que não vou fazer um comentario super histerico visto que ontem tirei o capitulo em casa do meu pai e só li em minha casa onde estou sem net... T_T por isso só agora respondo depois de já ter passado a loucura xD
Mas posso dizer que eu rebolei, eu ri, eu guinchei! Eu AMEI TODAS AS CENAS MINWOO OBVIAMENTEEE
e o kiseop tambem... ciumento... i like it Cool porque vai dar merda, to bem a ver xD adoro dramas *-*
ninguem te manda andar a mandar uma com todos né kim? xD
Õpaaaa, eu gosto tanto deste minwoo. ELE É TÃO CIGANÃO. aiiii que lindo. ele é tao sexyyy. só de imagina-lo com aquele estilo da serio da gumiho mesmo ao pé de mim sempre com aquelas boquinhas Cool ai, ate me falta o ar! e ele é tao fofo... e tao cego em relaçao ao top. ELE É TAO BOA PESSOA. NAO POSSO MATA-LO Surprised
boa em todos os sentidos... Cool ele é tao hot! GOD. santo escritório *-* Na cena em que ele diz tipo "trabalha para mim..." até me arrepiei toda! Razz
Está brutal. adorei a forma como as coisas se desenrolaram entre nós e onde foram parar *___*

Anyway xD controla-te kim!
adorei a proposta da pon ao chan Cool ela é muito espertinha, é... os bosses estao todos lixados XD
A cena da pon com o dojooon <3
O Taec é tao fofi *-* e o khun tambem. simplesmente acho-os adoraveis juntos!
E a madrasta da mintae tem de morrer, a mulher é horrivel ù_u
A gente ajuda-te a mata-la min 8D
Ai.... e o donghae? tadinho T-T *abraça*

CONTINUAAAA isto está do melhor! Very Happy
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MensagemAssunto: Re: [Vários Kpop] Playing With Fire   Qui Jan 13, 2011 10:40 pm

AISH! Ontem com a rádio da Ahri não conseguir acabar de ler tudo, por isso é que só hoje é que vou comentar ^^

Nee...a Pon já começou ali a tentar dar a volta à cabecinha do Chansung...será que ele aceita? Cool
O Taec e o Khun são de mais! Adoro vê-los a provocarem-se um ao outro xD
O Khun é bué regateiro xD

OMO~ OMONA KIM AND MIN WOO!!
Aish...adorei a cena deles! Desde aquele despique todo nos balneários até à persuasão do Min Woo sobre a Kim lá na empresa~
Ela só não aceita a proposta dele se for burra! XD
Mas aliás...eu acho é que ela vai lixar o TOP no fim disto tudo...ela está a gostar de mais daquele ciganito do Min Woo xD
Mas nós compreendemos Kim-chan... xD

Opá...eu não consigo não ter pena do Hae...ele é tão cute *-*
E ele gosta mesmo da Miya mas quer que o Eunhyuk acorde porque é o seu melhor amigo...
Aish! A cabeça dele deve andar às voltas, tadinho...

Humm...a Mintae sempre decidiu seguir os conselhos da maknae...acho que faz muito bem! XD
Ela e o Taec ainda se vão dar muito bem os dois~ Cool

Nhai, agora derreto com todas as cenas PonJoon~ *-* Nem que sejam tão simples como essa no sofá xD
They're so cute~
Eu ri ao imaginar-me a enfiar pipocas na boca dele xD Eu podia era te-lhe dado outra coisa para ele comer Cool *apanha*

Ai! Aquele mulher já me anda a irritar! Confesso que tenho pena do pai da Min...sei que o que ele fez não tem perdão, mas nota-se que ele gosta muito dela e sente a sua falta, tadinho...
Eu estou como a Kim! Nós ajudamos-te a matar aquela madrasta malvada u.ú

Agora quero ver é o que vai acontecer no encontro MinTaec~ *-*

Continua unnie ^^

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MensagemAssunto: Re: [Vários Kpop] Playing With Fire   Qui Jan 13, 2011 10:58 pm

Prefeito!!
Eu amo esta fic está tão bem desenvolvida e a historia que retrata é tão emocionante!
Aish! Tadinho do meu peixe Sad Eu também podia dar uma chance e depois o Eunhyuk acordava e eu ficava com os dois Rolling Eyes lol a minha cabeça deve estar ás voltas tal como a do Hae...

Citação :
Não! Eu tenho medo de desejar isso! É diferente! Eu não desejo mal ao Eunhyuk! Eu… eu só quero a Miya! – Ele escondeu o rosto entre as mãos e Leeteuk pousou-lhe a mão sobre o ombro.

Ele foi tão cute a dizer que só me desejava aish há peixe mais cute de que ele?! *.*

Juro a cuteness da pon com o Joon é demais, ele é tão carinhoso para ela..no entanto o Chan é diferente é bruto e sexy ao mesmo tempo Twisted Evil Twisted Evil A Pon também deve estar indecisa XD

PÁRA TUDO!!! A cena do Min Woo e da Kim foi demais! Os dois a provocarem-se um ao outro!
Aish aproveita Kim, aproveita enquanto podes! Ou será que não o vais matar? Twisted Evil
Mas não gostei da reacção do Kiseop...Acho que vai tentar algo que a Kim não vai gostar Rolling Eyes

Aquela madrasta da Min enerva-me!! Mad Que idiota!
Mas ainda bem que a Min e Taec se estão a dar bem! Vamos ver como acaba Twisted Evil

Continua Min Smile
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MensagemAssunto: Re: [Vários Kpop] Playing With Fire   Dom Jan 23, 2011 12:30 am

Finalmente tenho tempo para comentar *respira fundo*

Cheira-me que o Chansung vai aceitar a proposta da Pon
Ahahahha o Nichkhun é cabrãozinho
Ele diz aquilo tudo da Jihyun mas qualquer dia ...
Ahhhh e o Taec vai sair com a Mintae uhuhuhuh

Ellláááá o Min Woo e a Kim upa e upa
E quem não gostou do upa upa foi o Kiseop , epá que vai ele fazer ?
E a Kim vai mesmo matar o Min Woo , depois daquilo tudo ? Ainda vai mandar o TOP dar um volta
Ohhhh pobre Donghae Rolling Eyes

Awawawaw ri-me tanto quando o Doojoon picou com a Pon no sofá
Pois plantações de arroz , diz que sim diz que sim Cool
Cheira-me que a cobra da madrasta da Mintae vai ficar sem pele
Ela que não se ponha fina senão a Mintae amanda-lhe dois pontapés e dois tiros no meio dos olhos.

Continua Mintae ^^
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Cho MinTae
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MensagemAssunto: Re: [Vários Kpop] Playing With Fire   Sex Jan 28, 2011 10:06 pm

OMO~! Meninas, eu peço-vos imensas desculpas por não postar nada desde dia 12. Eu sou uma vergonha, I know *apanha*
Não postei porque andei sem saber o que fazer na fic XD Eu tinha as ideias, mas acabei sem saber bem o que escrever primeiro... And then, também houve coisas que escrevi e não gostei e andei a apagar e a escrever de novo (e ainda há aqui coisas que... nhaaaaa)... Mas enfim ^^'' E não é que este capítulo avance assim muita coisa ou aconteça algo emocionante (mianhae) mas isso logo chegará!
Esta fic está a ficar tão longa my God~! Tenho de parar de engonhar e acabar isto rápido u.ú


19.

O polícia e a criminosa estavam sentados frente a frente numa das mesas do restaurante. Taecyeon acabara de dizer uma piada e Mintae não conseguiu evitar rir-se dele.

- Tu és engraçado. – Ela elogiou. – Porque é que estás ligado a uma profissão tão… séria? – Perguntou.

- Eu gosto daquilo que faço. – Ele respondeu. – Gosto de zelar pelo bem das pessoas, impedir que lhes façam mal, ou que lhes tirem os bens… E quando isso acontece, gosto de fazer justiça, punindo os criminosos… - Taecyeon bebeu mais um pouco do vinho que tinha no copo de cristal e Mintae ficou calada, digerindo as palavras dele. – Não percebo que espécie de prazer é que pode dar magoar, roubar, matar… - Ele finalizou.

- Há estranhos para tudo. – Ela comentou.

- Estranhos? – Ele arqueou as sobrancelhas. – Doidos, psicopatas! – Corrigiu. – Pessoas dessas deviam estar todas… - Ele foi interrompido pela chegada do empregado que, passando ali perto, lhes perguntou se precisavam de alguma coisa.

Assim que ele se afastou, Mintae continuou:

- Então e quais são os casos que estás a tratar actualmente? Ou é sigilo? – Sorriu.

- Eu posso contar. Estou a tratar de um caso bem sério, juntamente com um colega. – Disse, referindo-se a Nichkhun. – Crime especializado. Grupos que actuam em Seul e que são extremamente competentes naquilo que fazem. Nunca deixam pistas, mas pelo modo que agem, o modo como os crimes são efectuados, no que toca a assaltos a bancos, onde desaparecem avultadíssimas quantias de dinheiro, stands de automóveis de luxo, obras valiosas como a estátua do Rodin que foi roubada naquela noite…

Enquanto Taecyeon falava, Mintae sentiu o seu coração disparar e uma onda de adrenalina percorrer toda a extensão do seu corpo. Ele andava atrás deles. Sabia como agiam, as técnicas. Engoliu em seco.

- Eu jurei a mim mesmo que os apanhava, e não descanso enquanto não o fizer! – Ele disse com raiva na voz. – Mas e tu? Ainda não me disseste o que é que fazes… - Ele amoleceu a expressão e olhou a rapariga à sua frente docemente.

- Eu? – Ela parou para tentar pensar. – “Eu sou a criminosa que tu mais queres apanhar.” – Ela teve vontade de dizer, mas conteve-se. – Eu já fiz muita coisa. – Sorriu. - Já trabalhei na China e Japão na área do turismo, como guia e intérprete. Depois voltei para a Coreia quando o meu pai adoeceu e actualmente dedico-me à tradução editorial de obras de Mandarim para Coreano.

- Isso quer dizer que gostas de viajar… - Ele comentou.

- Queres levar-me a viajar? – Mintae riu.

- Queres viajar comigo? – Ele respondeu com outra pergunta.

- Para onde é que me queres levar?

- Daqui para fora rapidamente. – Taecyeon deu um dos seus sorrisos característicos.

- O q-quê? – A morena ficou atrapalhada com a resposta dele.

- Já acabamos de jantar… podemos sair, ir beber alguma coisa, dançar… não sei.

- Pois. Sim, é boa ideia. – Ela tentou sorrir.

Taecyeon levantou-se, sendo que a rapariga fez o mesmo a seguir. Os dois encaminharam-se à saída. O polícia deixou uma gorjeta ao empregado que lhes abriu a porta.

Cá fora o vento soprava com alguma intensidade, fazendo a pele dos braços da rapariga se arrepiar. Taecyeon apercebeu-se disso e tirou o seu casaco, colocando-o sobre os ombros dela. Aproveitou a oportunidade para arriscar deixar o braço direito apoiado sobre os ombros de Mintae. Não recebendo nenhuma queixa da parte dela pelo seu acto, sorriu e foi aproveitando aquela sensação.

Os dois caminharam em silêncio pelas ruas movimentadas do centro da cidade durante algum tempo.

Mintae mordeu o lábio inferior com força. O que era aquilo? Como é que estava a deixar aquilo acontecer? Porque é que estava ali, com o polícia “colado” a si, o braço dele sobre os ombros, o casaco dele a protegê-la do frio? E porque é que ela não se ia embora? Melhor, porque é que estava a gostar daquilo?

- Aish! – Suspirou.

- O que foi? – Taecyeon preocupou-se, parando para olhar a rapariga.

- Nada! – Mintae engoliu em seco e sorriu. – Não tens frio? Não é preciso passares frio por causa de mim.

Taecyeon sentiu um formigueiro por todo o corpo. Tinha de arriscar fazer aquilo. Respirou fundo e subitamente puxou o corpo dela para junto do seu, abraçando-a.

- Não te preocupes. Eu sou quente, vês? – Riu, nervosamente.

- OMO ~ - Mintae sussurrou contra o peito dele. Tinha a perfeita noção que estava a brincar com o fogo. Mas adorava aquela sensação. Cada vez que estava com ele sentia uma coisa diferente. – Eu ainda me vou queimar com esta brincadeira…

- Eu não sou tão quente ao ponto de te conseguir queimar. – Ele riu-se enquanto se afastava. Mintae bateu-lhe no braço por causa da boquinha e os dois recomeçaram a andar.

- Vamos entrar aqui? – Ela propôs ao passarem junto da entrada de um bar. – Tem um bom ambiente.

Taecyeon seguiu a morena para o interior.

Logo a seguir a eles, entraram mais três homens, que os vinham a seguir desde o restaurante.

- Se eu fosse a si esperava para quando ela estiver sozinha. – O mais baixo dos três comentou para o chefe. – Foi aquele homem que nos atacou no outro dia.

Ele é só um mas tem a força de uns três ou quatro!

- Eu não sei porque é que ainda não me vi livre de vocês seus incompetentes! – Minho comentou. – Vejam lá se agem e lutam como homens desta vez! Se forem parar à cadeia outra vez podem esquecer que eu vos tire de lá!

Os dois homens entreolharam-se. Minho não ia desistir e eles é que tinham de arcar com a porrada.

~~

- Espero que estejas satisfeito agora. – A loira disse, levantando os olhos para encarar o rapaz que acabava de vestir e abotoar o casaco. – Eu vou sair daqui com um contrato assinado. – Ela pegou na folha, na qual acabara de assinar o seu nome.

- Estou muito satisfeito Kim. – Ele riu-se, olhando para ela maliciosamente.

- O que é que os teus empregado vão pensar quando me virem sair daqui tão tarde? – Preocupou-se. – Eu não sei como é que perdi a noção das horas, que horror!

- Não te preocupes com isso. Devem ser poucos os que ainda cá estão. E para além disso, eu sou o chefe, faço o que quero sem ser questionado.

- Pois. Mas eu vou começar a trabalhar aqui e… - Kim foi impedida de continuar a frase por causa dos lábios de Min Woo a pressionarem os seus.

- Não te preocupes Kim. Vai para casa, dorme e descansa. Amanhã temos treino logo cedo e depois vais começar a trabalhar aqui. – O rapaz pousou as mãos sobres os ombros da loira e depois fê-las deslizar pelos braços finos.

- Já? Eu pensei que começava na próxima semana…

- Eu não gosto de perder tempo Kim.

- Aish! – Ela suspirou. – Ok, agora tem de ser assim, não é? Tu mandas e eu obedeço... – Ela riu.

- Agrada-me.

- A mim agrada-me dormir. Por isso até amanhã. – Ela virou costas e tentou afastar-se mas ele rapidamente a agarrou pelo pulso e a puxou para si, beijando-a novamente.

- Até amanhã. – Ele sorriu e libertou Kim.

Ela saiu e Min Woo foi-se sentar atrás da secretária. Ainda tinha as facturas para assinar antes de poder ir embora. Kim era uma óptima distracção. Em todos os sentidos.

O moreno deixou que um sorriso escapasse dos seus lábios só de pensar nela.

~~

Kim saiu do elevador e percorreu o hall em direcção há saída em passos largos e apressados. Os seguranças, após verificarem o cartão de permanência autorizada ali dentro, deixaram-na sair.

A rapariga ia percorrendo a rua distraidamente, ainda pensando em Min Woo, em como ele era uma vítima adorável… e em como ia ser difícil atentar contra a saúde dele quando, de repente, sentiu uma mão agarrar o seu braço com força e um puxão vigoroso.

- Kim! – Reconheceu o tom de voz dele.

- Estás parvo? Larga-me, estás a magoar-me! – A rapariga soltou-se da mão dele. – Mas o que é que te deu Kiseop?

- O que é que estiveste ali a fazer a tarde toda? Quem era aquele gajo com quem entraste? – Ele estava perfeitamente furioso.

- Desde quando é que eu tenho de te dar explicações? – Kim não queria acreditar na cena a que estava a assistir.

- Andas metida com ele? – Kiseop voltou a pegar no braço de Kim. – Responde-me!

A loira respondeu com a mão na cara dele.

- Kiseop eu não admito que tu fales assim comigo! Não admito que te metas mais na minha vida! Não te quero atrás de mim, nem penses em voltar a seguir-me seja para onde for, percebes?!

Ele ficou algum tempo quieto, encarando o chão para se acalmar e depois, lentamente, voltou a fitar a rapariga à sua frente.

- Desculpa. Mas é que eu… fiquei… triste… por te ver com ele.

- Mas não tens de ficar. Não tens de te meter na minha vida! Nós não temos mais nada um com o outro!

- Eu ainda te amo Kim. Eu amo-te! – Kiseop avançou um passo em frente, tentando aproximar-se mas a rapariga recuou automaticamente.

- Esquece! Acabou Kiseop! E não mintas mais! Tu, só amas uma coisa na vida: o jogo!

- Kim…

- Deixa-me em paz! Volta para Busan e não apareças mais à minha frente!

- Kim…

- Eu pensei que pudéssemos esquecer as coisas e voltar a ser amigos, mas tu, mais uma vez, estragaste tudo com essa obsessão e ciúmes. Chega Kiseop!

O rapaz encostou-se ao muro e suspirou, olhando a loira ir-se embora dali. Não adiantava ir atrás dela, ainda podia piorar as coisas. Mas ele não ia desistir. Kim era sua.

- Ai de ti se andas metida com um riquinho qualquer… - Ameaçou. – E ai dele…

~~

Mintae e Taecyeon já tinham perdido a conta às bebidas que coleccionavam em cima da mesa. Ainda estavam plenamente conscientes, apenas mais descontraídos e divertidos.

Começou uma música nova e a rapariga levantou-se no mesmo instante.

- Vamos dançar! – Convidou.

- Queres mesmo? Eu não tenho muito jeito…

A morena agarrou a camisa do polícia e puxou-o, fazendo-o levantar-se e segui-la para o meio da pista.

Ela começou a dançar e Taecyeon, que a princípio estava um pouco acanhado, foi-se deixando envolver pelo ritmo da música. Aproximou-se da rapariga, que estava de costas e encostou o seu corpo no dela. As mãos rapidamente procuraram pousar sobre as ancas que se moviam de um lado para o outro.

Mintae virou-se, ficando de frente para o rapaz e colocou as mãos sobre os ombros dele. Taecyeon abraçou a cintura dela e puxou-a mais para si. Ela deslizou a mão pelo cabelo dele e depois pela face esquerda mas o polícia procurou foi as carícias dos lábios suaves e delicados.

Quando se separaram, Taecyeon sorriu-lhe docemente mas a rapariga procurou esconder-se do olhar dele, por isso colocou-se em bicos de pés, encostando-se ao seu ombro. Nesse momento avistou Lee Minho e os dois homens da noite da exposição sentados numa mesa mais ali ao fundo.

- Merda! – Disse, alto demais.

- O que foi? – Taecyeon perdeu o sorriso e virou-a para si.

- É que… - Ela pensou numa desculpa para saírem dali rápido. – Está calor aqui! – Abanou-se. – E já me doem os pés! Estes sapatos são uma tortura. – Queixou-se, levantando a perna para lhe mostrar os saltos altos e super finos nos quais tinha de se apoiar.

- Como é que tu ainda consegues andar em cima de uma coisa dessas?

- Eles são bonitos… e eu gosto de saltos. - Mintae lançou um olhar rápido à mesa de Minho novamente. – Mas… vamos embora? Eu gostava mesmo de apanhar ar… está tanto calor! Vá, anda! – A rapariga começou a correr e a empurrar as pessoas da sua frente enquanto atrelava o polícia consigo.

Os dois saíram do bar, atropelando meia dúzia de pessoas à porta. Mintae continuou a correr com o polícia pela mão, estranhando o comportamento dela.

- Já estamos cá fora… ainda precisas de correr mais? – Gozou.

- Preciso! De repente deu-me vontade de correr… - Ela desculpou-se, continuando.

- Mas não te doíam os pés?

- Passou!

- Aish! – Taecyeon parou de repente e, já que a sua força era bastante superior à dela, a rapariga teve uma travagem brusca e com isso quase caiu. – Desculpa! – Ele pediu, enquanto a agarrava.

- O que é que te deu para parar assim? – Perguntou irritada.

- Tu não me dizes porque é que estás a correr feita maluca!

Mintae afastou-se dos braços dele.

- Pronto, já te larguei! Desculpa se te fiz correr. Já não precisas de correr mais! – Ela disse e retomou a corrida rapidamente.

Taecyeon ficou surpreso com a reacção e piscou algumas vezes antes de suspirar e correr atrás dela.

- Não percebo tamanha mudança de humor! – Queixou-se quando a alcançou e se manteve a correr ao lado dela.

- Não precisas de perceber!

- E agora estás zangada comigo porquê?

Ela parou de correr e olhou para o polícia.

- Porque tu estás a dar comigo em doida! – Disse ofegante. – Porque estás a fazer-me sentir coisas estranhas que eu não posso… - Taecyeon interrompeu-a.

- Porque é que não podes?

- Porque… porque… - Mintae não sabia o que lhe responder. Não podia dizer-lhe na cara que não se podia envolver por ele porque era uma das criminosas que ele mais queria apanhar.

Taecyeon rolou os olhos. Sem pensar mais deu um passo em frente e agarrou-a, colando os lábios nos dela. Mintae tentou resistir, mas não conseguiu por muito tempo. Todo o corpo da morena tremeu e parecia que já nada mais lhe obedecia. Estava desarmada. As mãos subiram pelo peito dele e cruzaram-se atrás do pescoço.

~~

- Chefe! - Um homem de cabelos pretos chamou quando se aproximou de Minho, que estava de costas. – Nós já vasculhamos o bar todo e as imediações. Nem sinal deles. – Disse quase sem fôlego.

- Aish! – O mais alto bateu com o punho fechado em cima da mesa. – Mas que merda! Seus incompetentes, eu não disse que era para não os perder de vista?! – Gritou irritado.

- O bar está muito cheio… eles devem ter desaparecido no meio da multidão. – O homem tentou desculpar-se.

Minho agarrou-o pela camisa e atirou-o contra a parede.

- A minha vontade é estourar-te os miolos seu verme!

O homem engoliu em seco. Sabia perfeitamente que Minho era bem capaz de fazer isso. E mesmo ali no meio do bar se fosse preciso.

- Vamos embora! Não consegui a Mintae, consigo outra das raparigas do Kyuhyun. Amanhã quero tudo mobilizado atrás delas. E se vocês falharem… tu és um homem morto! Percebeste?

- S-sim chefe.

Minho largou o homem e começou a caminhar até à saída do bar.

~~

Jonghyun aproximou-se lentamente de Pon e sentou-se ao lado da maknae. Num tom de voz baixo, perguntou:

- Está tudo bem? Sentes-te bem hoje Hyomin?

- Tudo bem Jong. – Pon olhou para ele e sorriu. – Porquê?

- É que… eu estive a reparar e… tu e o Joonki… ainda não discutiram hoje… nem se provocaram… nem nada disso.

Pon riu.

- Nós resolvemos dar tréguas. Pelo bem do nosso trabalho… se queremos que isto saia bem, mas vale é trabalharmos juntos, aproveitando o que cada um tem de melhor.

- A sério? É só isso?

- Sim. – A maknae lançou um olhar ao rapaz. – Que mais querias que fosse?

- N-nada! - Ele disse visivelmente atrapalhado. – Fico contente por se estarem a dar melhor como colegas. – Finalizou e levantou-se.

Nesse momento Chansung entrou na sala com os dossiers que tinha ido mostrar ao Professor para ele avaliar.

- Estão aqui. – O maknae estendeu-os ao loiro. – O Professor escreveu algumas notas no final.

- Obrigado. Eu vou ler com atenção. – Sorriu. – E… como já passa bastante da hora... acho que podem ir embora.

- Não precisas de ajuda? – Pon perguntou da mesa.

- Não. É rápido… vou só ler as notas e depois também vou.

- Ok então. – Pon levantou-se e começou a arrumar as coisas.

Chansung pegou no casaco e começou a vesti-lo. Como o de Pon estava pendurado ali ao lado, ao vê-la aproximar-se, ele estendeu-lhe o casaco. A maknae agradeceu e vestiu-o. Jonghyun parou para observar a cumplicidade dos dois.

- Até amanhã Jong! – Pon sorriu-lhe.

- Até amanhã.

- Adeus. – Ele disse para os dois que saíram logo a seguir.

Ao entrar no elevador, a maknae deu um toque no braço de Chansung.

- Vês, não é melhor assim?

- É… - Ele disse sem entusiasmo. – Mas eu gostava tanto de te provocar Pon. – Riu.

- Aish! Nem sabes a raiva que me davas quando começavas com os teus comentários e armado em bom para cima de mim. – Pon rolou os olhos ao relembrar aqueles momentos.

- Vais-me dizer que não gostavas?

Pon permaneceu calada, pensando que ele tinha razão. Até era engraçado aquele clima de picanço entre os dois.

- Eu sabia. – Ele comentou com um sorriso vitorioso nos lábios.

- Não comeces! – Ela advertiu-o.

Chegaram entretanto ao piso da saída. Caminharam lado a lado desde a porta até ao estacionamento. Desta vez com sorrisos e aparente tranquilidade.

- Até amanhã Pon. – Chansung despediu-se quando a rapariga chegou ao seu carro e ele continuou para o dele, um pouco mais à frente.

- Tchau. Não te esqueças de fazer a uma cópia das chaves que eu roubei ao Jonghyun hoje.

- Certo. – O rapaz piscou-lhe o olho e continuou a andar.

Estava quase a entrar no carro quando ouviu um grito agudo que o fez virar-se para trás em reflexo.

- PON! – Gritou e começou a correr na direcção da maknae.

(continua...)


Última edição por Cho MinTae em Ter Fev 01, 2011 1:53 am, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: [Vários Kpop] Playing With Fire   Sex Jan 28, 2011 11:18 pm

OOOOHHHH queres ver que os capangas do Minho levaram a Pon ?? Malvados
Agora o Chansung vai-se armar em herói ohhh yeee
Ainda bem que eles já se dão bem , vão tramar os mentores xD

Uhuuuhuh o Taec é muito atencioso com a Mintae sim senhor
Uhuhuuh a Mintae sente coisas estranhas pelo Taec Twisted Evil

Ohohohoh o Min Woo é tão fofinho para a Kim
Xiii o Kiseop é doidinho daquela cabecinha
Epa não gostei do que ele disse no fim *leva tau tau*


Continua Mintae , isto é viciante
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PonHyunMin
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MensagemAssunto: Re: [Vários Kpop] Playing With Fire   Ter Fev 01, 2011 9:45 pm

OMO~ eu tinha tantas saudades disto *-*

Nhai, começa logo bem: MinTaec scene~ *-*
O Taec é tão querido...a Min não se quer envolver muito com ele porque ele anda a investigar-nos, mas eu sei que ela não vai resistir...vai acabar por se envolver de mais até XD
Ela deixou-o todo confuso por causa do Minho...e agora chatearam-se -.- isso passa com uma noite daquelas... *apanha*

Ai ai...a Kim e o Min Woo agora não querem mais nada... *foge deles* Eu continuo a achar que ela vai acabar por gostar dele mais do que deve xD
Aish! Aquele Kiseop é louco! É melhor a Kim ter muito cuidado com ele...

Nhai, adoro este Jonghyun todo nerd xD
Agora eu e o Chan já nos entendemos han...eu até gostava quando nos dávamos mal Cool
OH! Onde estou eu? Que me aconteceu?! Estou preocupada comigo, omo~! XD

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MensagemAssunto: Re: [Vários Kpop] Playing With Fire   Qua Fev 02, 2011 5:29 pm

ai opa eu morro com isto!
eu já li ontem só que não pude comentar mas passei-me a ler isto. Nao me importo nada que engonhes para a frente nesta fic porque eu amo isto e nao quero que acabe *-*
POR ISSO CONTINUA A ENGONHAR :c
juro que logo no inicio consegui ver a cena do meu trailer Razz voces os dois ficam taaaao bem. isto mete bue piada porque eu crio sempre imagens mentais a ler e uma vezes aparece-me a mintae.. outras, a yoona xD
enfim!
eu morro com este minwoo! só para que saibam, eu nao vou sobreviver até ao final desta fic às custas dele *_______*
e a mintae diz: ok, entao entao eu nao escrevo mais sobre voces, nao quero que morras Surprised
e eu digo: NNNÃÃÃ~OOOO POR FAVOR CONTINUA A ESCREVER, EU PREFIRO MORRER! Cool
enfim xD
o kiseop tambem me mata mas eu acho que esse mata mesmo O_O começo a ter medo dele, daqui a nada leva um pontape :c
AI OPA EU MORRI COM TODAS AS CENAS COM A MINTAE
esta miuda é a comedia xD adoro! adorei a cena de ela a fugir xD
e adorei o beijo Cool

jonghyuuuun~~ ele tao... ai mordia-o todo!
hei! PRONTO
estragou tudo.
onde é que está a pon???!! :O
chan, salva, salva!

continua, continua! xD
please *_*
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Cho MinTae
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MensagemAssunto: Re: [Vários Kpop] Playing With Fire   Qui Fev 03, 2011 3:30 pm

Annyeong hasseyo ^^
Ainda bem que estão a gostar mesmo eu engonhando isto tudo xD
E já que a Kim me deu autorização para engonhar, eu vou fazer isso mais neste que é para o próximo ser cheio de acção. É, vem aí drama e desgraça ~ Twisted Evil XD
E não se preocupem que ainda não aconteceu nada à Pon . Já vão ver porque é que ela gritou XD

20.

- O que é que foi? Porque é que gritaste? – Chansung perguntou preocupado ao chegar perto da maknae.

- Porque está uma aranha enorme ali! – Apontou para o puxador da porta do carro onde um bichinho minúsculo pousava descansadamente.

- E tu fizeste um escândalo por causa disso? – O rapaz perguntou incrédulo.

- Eu odeio aranhas! São a pior coisa que… - A morena foi interrompida pela gargalhada dele.

- Não acredito nisto. Tu, uma criminosa profissional com medo de aranhas.

Pon aproximou-se e bateu-lhe no braço. – Toda a gente tem as suas fraquezas. – Respondeu cabisbaixa.

- Eu não. – Ele gabou-se. – Não tenho medo de nada.

- Pff! – Pon rolou os olhos. – Tinha de vir… tu és muito convencido…

- Vá, não te chateies. – Chansung sorriu docemente. – Sabes que eu gosto de me meter contigo…

- Eu gostava que falasses menos e agisses mais!

- Como assim? – O rapaz não conseguiu evitar que um sorriso maldoso se formasse nos lábios ao ouvir a parte da acção.

- Omo ~! – A maknae não gostou do sorriso dele. – Chan…sung…

O maknae aproximou-se mais da rapariga que recuou um passo.

- Chan…

- Sim Pon? – Ele perguntou baixo enquanto se continuou a aproximar.

- A aranha! Mata! – A maknae afastou-se depressa, indo esconder-se atrás dele.

Chansung estava a adorar aquilo. Era engraçado vê-la tão desconcentrada e… ela ficava tão querida quando estava assim… com medo de alguma coisa. Era raro vê-la assim, normalmente ela era apenas a maknae sexy e dura, sem medo de nada.

- Vá lá! – Ela agarrou o seu braço com força. – Mata antes que ela fuja e se infiltre dentro do meu carro!

Parecia uma criança pequena. Chansung sentiu-se a derreter.

- Calma. – Olhou para a morena. Afastou-se dela e aproximou-se do carro. Pegou no bichinho com a mão e atirou-a para longe. – Pronto. Estás salva. – Riu.

- Que nojo Chansung, tu pegaste-lhe com a mão.

- Que mal é que tem, não é venenosa…

- É nojento.

- Podes voltar. – O rapaz riu-se e Pon aproximou-se.

- Obrigado. – Disse com os olhos baixos.

- Sempre às ordens. – Chansung estendeu a mão e pegou no queixo da maknae, levantando-o para a fitar directamente.

- Chansung… - Pon disse com a voz baixa, sem desviar os olhos dos dele.

- Hum…

- Diz-me que não estás a tocar-me com a mão que tocaste naquele bicho nojento.

- Não…

Chansung quis rir do que a maknae tinha acabado de dizer, mas os seus lábios não conseguiram mover-se, apenas se aproximavam cada vez mais dos de Pon. O rapaz colocou a mão à volta da cintura da morena e puxou-a mais para junto de si. Finalmente colou os lábios nos dela.

Pon fechou os olhos e deixou-se envolver no beijo de Chansung. Sentia a cabeça a andar às voltas. Sem conseguir descobrir porquê, sentia-se tão atraída por aquele irritante… que afinal não era tão irritante assim. Era engraçado, e querido e…

O súbito toque do seu telemóvel fez a rapariga se afastar rapidamente. Com visível atrapalhação procurou o objecto na mala e assim que o encontrou apressou-se a atender sem ver sequer quem era.

- Yoboseyo!

- Pon-chan… - A voz grave de Doojoon soou do outro lado e a maknae engoliu em seco. – Está tudo bem? Onde é que estás? Já é tão tarde…

- Eu… estou a ir. Saí mais tarde… - Respondeu ainda confusa.

- Certo. Mas está tudo bem? A tua voz parece estranha… - Ele comentou.

- Não. Está tudo bem, só estou cansada. – Ela tentou esboçar um sorriso pela preocupação dele. – Não demoro.

- Ok. Não demores mesmo. Eu tenho saudades. – Pon ouviu o riso fofo dele do outro lado.

- Ok. Até já. – Disse e desligou o telefone.

Suspirou ao aperceber-se no triângulo onde estava metida.

- Tudo bem? – Chansung perguntou.

- Sim.

- Era o Kyuhyun preocupado com a dongsaeng? – Sorriu.

- Sim. – Pon mentiu.

- Ok. Vai para casa, é realmente tarde. – O maknae constatou que já passava da meia noite. – Conduz com cuidado. – Aproximou-se e beijou a testa dela antes de se afastar.

~~

Miya e Donghae caminhavam pela rua depois de terem saído do hospital. Ao contrário do que acontecera nos últimos tempos em que evitavam muito contacto e conversa um com o outro por ainda se sentirem estranhos por causa do beijo, naquela noite estavam bastante próximos. Talvez por causa do álcool que tinham ingerido depois de sair da visita a Eunhyuk.

Donghae tinha o braço pousado sobre os ombros da rapariga que não parava de rir de algo não tão engraçado assim que ele tinha dito há segundos atrás.

- Miya! Não achas que já chega? Não te faz bem beber assim… - Ele comentou.

- É verdade. – Ela parou de repente. – Quando bebo assim acabo sempre por fazer alguma porcaria. Mas hoje tínhamos de comemorar. O Hyukie reagiu aos estímulos. Ele mexeu os olhos, os dedos dos pés e mãos. Ahh! E ainda torceu o nariz.

- Sim Miya, mas não é bom beber assim tanto…

- Hae. – A morena virou-se para encarar o rapaz. – Eu estou contigo… que mal é que me pode acontecer?

Donghae engoliu em seco e reprimiu a vontade de agarrá-la e beijá-la.

- Mal nenhum. Eu protejo-te. – Sorriu.

- Eu tenho o oppa mais querido de sempre. – Miya abraçou-o mas, desequilibrando-se, acabou por encostar os lábios aos dele sem querer.

Donghae sentiu um choque percorrer toda a extensão do corpo. Mas depois a sua consciência manifestou-se e ele afastou-a rapidamente.

- C-cuidado Miya… - Advertiu.

- M-mianhae… - Miya pareceu despertar para a realidade quando se lembrou do último beijo de Donghae. E quando se lembrou e Eunhyuk deitado naquela cama de hospital. E quando se lembrou do caso com Nichkhun… - Omo, o que é que eu ando a fazer? – Sussurrou para si.

- Eu levo-te a casa. – O rapaz ofereceu.

- Obrigada, és um querido. Mas é melhor eu apanhar um táxi. Desculpa.

A morena começou a correr, deixando um Donghae confuso para trás. Ele suspirou.

~~

Kim ia entrando em casa quando viu Kyuhyun descer as escadas apressado a gritar por Doojoon. O mais novo apareceu da cozinha.

- O que foi? – Perguntou.

- Nada Kim! – Kyuhyun apressou-se a responder. – Nós temos de sair para resolver uma situação.

- Diz à Pon que eu tive de sair à pressa. E diz-lhe que eu peço desculpa. – Doojoon pediu à loira.

- Doojoon! – O mais velho gritou em sinal de desaprovação.

- Supera isso de uma vez Kyuhyun! – Doojoon respondeu-lhe com agressividade e os dois saíram batendo com a porta.

- Aish… anda tudo doido hoje… - A loira abanou a cabeça. – Hoje não… ultimamente. – Desabafou.

Quando se preparava para subir as escadas em direcção ao quarto chegou Pon.

- Olá maknae! – Cumprimentou-a. – Que cara é essa?

- Cara de quem está metida numa grande confusão Kim… - Pon andou até ao sofá e deixou-se cair em cima dele.

- Omo! Tu também? – Kim recuou e aproximou-se da zona dos sofás.

- Aish! - A maknae suspirou e nesse momento entrou Miya. Andou até às dongsaengs e deixou-se cair em cima da carpete ao lado do sofá onde as duas estavam.

- A minha cabeça vai explodir… - Queixou-se. – Eu estou mais confusa do que… o closet da Mintae.

- Isto está bonito! – Kim comentou.

A porta da rua voltou a abrir-se e entrou a rapariga que faltava. Vinha aparentemente animada, com um sorriso nos lábios. Mas logo abanou a cabeça em sinal de reprovação.

- E tu criatura? Qual é o teu drama? – A loira perguntou. – Aproveita que hoje é a noite das queixas e da partilha das nossas desgraças. – Riu.

- É mesmo disso que eu estou a precisar. - Mintae aproximou-se das amigas e sentou-se ao lado da maknae.

- Unnies! Ajuda!! – Pon chamou a atenção para si.

- Devíamos respeitar a ordem mas como nós somos boazinhas para ti, começa primeiro. Qual é o seu problema minha querida? – Kim fingiu que era uma espécie de conselheira, ou que estava a apresentar um daqueles programas da manhã onde as pessoas iam expor as suas histórias de vida. Pon atirou-lhe uma almofada. - Estava a brincar! Conta lá.

- Depois disto, vamos fingir que esta conversa não aconteceu. – Mintae pediu. – Vamos partilhar lamechices…que fofinho! - Disse irónica e Miya bateu-lhe no braço.

- Pon, começa.

- Vocês sabem que eu e o Doojoon… - Ela começou relutante.

- Como é que não saberíamos? Vocês ultimamente não têm primado pela descrição. – Kim gozou novamente.
Pon ignorou-a e continuou.

- Até aí a minha vida estava a correr bem. Até o Kyuhyun me mandar trabalhar com o Chansung. Que é um dos dongsaengs do Yesung. Ele é um irritante do pior. E adora provocar-me… e…

- Uhhhh… - Miya sorriu. – Será que o Doojoon tem concorrência…?

- Não! – Pon interrompeu. – Eu gosto do Joon. Mas aquele Chansung… aish! Atrai-me!

- E agora tu estás dividida e não sabes o que fazer. – Mintae concluiu.

Pon acenou positivamente com a cabeça.

- Vamos deixar os comentários para o final. Próxima cliente: Miya unnie. – Kim anunciou.

- É agora que nos vais contar os teus mistérios unnie? – Pon perguntou. – Eu estou tão curiosa!

- Eu não posso contar tudo. Mas vou-vos contar até onde posso. – Ela suspirou antes de começar. – Antes de vir trabalhar com o Kyuhyun… eu tinha um namorado. O Eunhyuk. Mas ele sofreu um acidente e está em coma até hoje…

Pon e Mintae arregalaram os olhos de espanto. Kim já conhecia aquela parte.

- Eu tenho esperança que ele volte acordar. Peço todos os dias, a todas a horas para que isso aconteça.

- Tu ainda gostas dele? – Pon perguntou.

- Nunca deixei de amá-lo. Nem por um segundo. – A mais velha sorriu. – Nunca deixei de ir ao hospital vê-lo… estar com ele…

- É por isso que desapareces tanta vez… E foi por isso que me encontraste tão rápido no hospital depois do acidente… tu ias lá, não era? – Mintae falou.

- Sim.

- E como é que ele está?

- Ultimamente melhor. Os médicos diziam que ele nunca ia melhorar, mas nos últimos tempos ele começou a reagir a alguns estímulos. Ele… apertou a minha mão…

- Mas sabes que isso podem ser só movimentos involuntários… - Mintae comentou.

- Não são Min. Eu sei que não…

- Omo ~! Deve ser muito duro para ti… - Pon pousou a mão em cima da da unnie.

- É. Mas a esperança de poder vê-lo acordado a falar comigo dá-me força.

- Ele vai acordar Miya! – Kim piscou-lhe o olho. – Todo esse amor que tu tens por ele vai fazê-lo despertar para ti.

- É o que eu mais quero que aconteça. Mas há mais.

- Conta. – A maknae pediu.

- Depois há o Donghae. Que é o meu melhor amigo. – As três olharam-na. – Depois de vocês, claro. – Sorriu e elas fizeram o mesmo. – Ele gosta demasiado de mim e eu não sei como lidar com isso. Eu não o quero magoar… E…

- E…? – As três incentivaram em conjunto.

- E depois ainda há o Nichkhun. Que é um rapaz que eu conheci num bar. Eu estava bêbada, ele também… e aconteceu. – Miya escondeu o rosto com as mãos.

- E foi bom? – Kim perguntou. Pon e Mintae riram.

- Se não fosse eu não estava ainda a pensar nele, não é? Mas com ele é mais fácil. Nunca mais o voltei a ver. E é melhor começar a apagar esta aventura infame da mente. – Miya massajou as têmporas. – E chega de mim. Tu agora Cho Mintae.

A rapariga em questão perdeu o sorriso e mordeu o lábio inferior.

- Eu ando a brincar com o fogo mais do que nunca.

Pon começou a rir e escondeu o rosto numa almofada.

- Isso quer dizer…? – Miya perguntou.

- Lembram-se do rapaz com quem eu tive o acidente? Parece que o destino não pára de mo colocar na frente. Nós já saímos algumas vezes… aliás, eu acabo de chegar de um... encontro com ele.

- Uhhh… mas que bem… - Kim sorriu.

- Ah, eu sabia! Desde aquela nossa conversa no hospital… tu defendeste-o e não quiseste que eu o investigasse… “foi só um acidente, esquece Miya”…

- Mas aí eu ainda não gostava dele…

- E agora gostas unnie? – Pon provocou, olhando-a com uma expressão matreira.

- Aish! É estranho! Ele tem um jeito especial que me faz ficar desarmada! Ele… derrete-me… - Suspirou. – Que vergonha, odeio admitir estas coisas.

- Conta o resto Min… - Pon incentivou.

- Resto? – Miya riu expectante.

- Ele é polícia. Um dos melhores investigadores de Seul. E anda atrás de nós. Tem pistas e tudo…

- OMO! – Kim e Miya arregalaram os olhos.

- E eu não consigo afastar-me. Sei que ando a correr um risco enorme, mas não quero deixar de estar perto dele…

- A Min está toda derretida pelo polícia… - Miya gozou.

- Não. Eu tenho de me manter focada e aproveitar as vantagens que isto me pode trazer. Se eu vou estar perto dele posso controlar o que ele anda a investigar e mantê-lo afastado de nós. É uma coisa boa, certo?

- Só tem vantagens unnie. – Pon sorriu maliciosamente.

- Então e o Kyuhyun? – A loira perguntou.

- E o Soohyun oppa? – Miya completou.

- Estou lixada com a minha vida! – Mintae desabafou e levantou-se, caminhando em direcção ao mini bar ao canto da sala. – Preciso de álcool. E vamos passar à Kim.

- Aish! Eu tenho de matar a pessoa mais fofa e querida e… boa do mundo! Que horror, eu estou numa situação terrível! Eu tenho de acabar com o Min Woo mas ele é a pessoa mais amorosa do mundo… trata-me tão bem… é tão simpático e engraçado e…

- Vejo que estás cheia de vontade de o matar então… - Pon comentou.

- É. E como esse dilema não fosse suficiente… sabem quem é que resolveu aparecer por Seul?

- Quem?

- O Kiseop.

- O quê? Como é que ele ainda tem coragem de vir atrás de ti? – Pon perguntou chocada ao saber da história entre os dois.

- Agora veio com uma conversa que está arrependido…

- Kim, eu sei que tu não queres fazer isso… mas nós podemos dar-lhe um pequeno aviso para ele desaparecer… - Mintae propôs.

- Deixa estar Min, obrigada. Mas eu não quero dar-lhe mais atenção. O melhor é ignorar, pode ser que ele se farte depressa e volte para o jogo em Busan… ou noutro sítio qualquer longe de mim.

- Mas tem cuidado Kim… o Kiseop também não é tão santo assim. Eu não confio mesmo nada nele. – Miya alertou. - Ele não presta!

Mintae chegou perto delas e estendeu um copo cheio de um líquido âmbar a cada uma.

- Mas tu já não gostas dele, pois não? – A maknae perguntou.

- Não… mas também não e esqueci da história que tive com ele…

- O que é que se passa connosco? – Mintae chamou a atenção para si. – Já viram onde nós chegámos? A desabafar dramas amorosos… aish!

As três riram do comentário da rapariga.

- Nós somos humanas Min… temos sentimentos. Embora estejamos constantemente a lutar contra eles por causa desta “profissão”. – Miya disse antes de levar o copo aos lábios novamente.

Pon levantou-se e foi buscar a garrafa para servir mais uma rodada às unnies.

- Eu não devia beber mais hoje. – A mais velha comentou enquanto acabava com o líquido que a maknae acabara de lhe servir e estendia o copo, pedindo mais.

- Eu preciso de me distrair… vou procurar o Kyuhyun. – A segunda mais velha levantou-se e as outras sorriram. - Tenho a impressão que lhe tinha de dizer qualquer coisa, mas não me lembro do quê...

- Ele não está Min. – Kim avisou. – Saiu às pressas com o Doojoon.

- Eu vi-os na garagem. – Pon comentou.

- Então o Joon deu-te o recado.

- Deu. –A maknae esboçou um sorriso.

- Vais fazer as pazes com o chefe? - Miya perguntou à dongsaeng mais velha.

- Não. Eu só me queria distrair. – Ela fez uma cara de amuada. – Acho que vou procurar o Soohyun.

- Nada disso. Não vamos piorar ainda mais a situação. Hoje ninguém sai mais de casa. – Miya ordenou. – E é melhor é irmos dormir, é tardíssimo. – Parou de beber e pousou o copo na mesa. – Vá, toda a gente para a cama!

-Mas… - Kim tentou protestar mas foi logo interrompida.

- Sem discussão. Agora!

Miya puxou todas pela mão e começou a arrastá-las para o piso superior.

~~

Na manhã seguinte Kim foi a primeira a sair de casa. Tinha treino com a sua vítima adorável. Logo a seguir saiu Pon para se encontrar com Chansung antes de irem para o trabalho.

Seguindo todos os passos das raparigas naquele dia estava Lee Minho. Kyuhyun ia ver com quem se andava a meter.

(continua...)
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MensagemAssunto: Re: [Vários Kpop] Playing With Fire   Qui Fev 03, 2011 10:15 pm

OMO~ (começo sempre assim os comentários xD) este capítulo foi tão...nhai *-*
Eu estou com a Kim, por mim podes engonhar mais e mais xD Não quero que acabe! :c

Omo, eu estava aqui preocupada comigo e afinal tinha sido só uma aranha xD Aish! Mas eu odeio mesmo aqueles bichinhos nojentos >_>
OMONA CHANSUNG~!! Aish! Este rapaz tira-me do sério, omo~

Citação :
- Sempre às ordens. – Chansung estendeu a mão e pegou no queixo da maknae, levantando-o para a fitar directamente.
- Chansung… - Pon disse com a voz baixa, sem desviar os olhos dos dele.
- Hum…
- Diz-me que não estás a tocar-me com a mão que tocaste naquele bicho nojento.
- Não…

Eu ri com isto xD Como sempre fui inconveniente, tem mesmo tudo a ver comigo xD

OH MEU DEUS. Tu matas-me com esta fic *-* eu também acho que não vou sobreviver até ao fim disto tudo *-* MAS NÃO FAZ MAL! Quero que isto continue assim, omo~ *-*
Aish! Senti-me mesmo mal quando o Doojoon ligou à Pon todo fofinho...tadinho...
A Pon está a portar-se muito mal...devia de ser castigada! *apanha da unnie* Mas também ninguém a pode censurar, é dificil escolher entre dois rapazes assim né... xD

Ai ai Miya-chan...também não andas a fazer boa coisa...diz que te desequilibraste diz... *apanha*
É normal que não consigas esquecer o Khun, não se esquece uma coisa daquelas xD


OMO, adorei aquele girl moment xD Nós todas a desabafarmos umas com as outras, how cute *-*
Anda tudo mal de amores xD
Girls! Let's chear up! Somos assassinas profissionais, não podemos dar parte fraca! XD
Isto está a precisar é de acção para ver se elas pensam noutras coisas xD

OMO~ eu adoro tanto isto *-*
Continua Marta-chan!! ^^

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MensagemAssunto: Re: [Vários Kpop] Playing With Fire   Qui Fev 10, 2011 8:58 pm

OMO!!!
Agora que terminei os exames posso ler yes!
Ora bem amei tudo!
Aish adoro a relação do taec e da Min oh my god ele é tão cute e protector!
o kiseop está mesmo viciado! Kim cuidado Wink
Aish espero que o meu eunhyuk acorde :s e enquanto isso vou dando umas trincas em Donghae! XD O Eunhyuk não precisa de saber XD e o Donghae não precisa de saber que eu andei em khun! Twisted Evil Twisted Evil Twisted Evil
Ah os maknaes amo-os, a Pon toda medrosa por uma aranha! Eh diz que foi apor causa da aranha Twisted Evil Twisted Evil
Tenho medo do Minho :s

Continua Min Smile
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MensagemAssunto: Re: [Vários Kpop] Playing With Fire   Sex Fev 11, 2011 5:12 pm

Annyeong~~!
Sorry pela demora (again) mas aqui está mais um. E com mais acção aqui pelo meio.
Ainda bem que tenho essa autorização toda para engonhar porque acho que é isso que sei fazer melhor XD
Thanks for reading *-*

21.

Kim passou o dia tão concentrada na companhia de Min Woo e nas suas novas funções na empresa que nem reparou na presença de duas pessoas sempre a seguir os seus passos.

O mesmo aconteceu com Pon que, desde que saiu do perímetro da mansão de Kyuhyun até entrar no edifício onde se situava o laboratório teve dois homens corpulentos com todas as atenções viradas para si.

Quando Miya saiu de casa, já durante a tarde, teve a estranha sensação de estar a ser seguida. Observando, não viu nada de suspeito e por isso mesmo resolveu esquecer aquela sensação. Devia ser a mente confusa a pregar-lhe mais uma partida.

Assim que Mintae acordou, com uma enorme dor de cabeça fruto da sua brincadeira com o álcool na noite anterior, lembrou-se que era o dia em que tinha de ir buscar uma encomenda que tinha chegado da Índia. Ópio. Mintae abanou a cabeça. Kyuhyun tinha de parar com o negócio das drogas. Era arriscado e não precisavam daquilo. Mas ia fazer o que ele mandou.

Assim que acabou de se arranjar desceu à sala. Estava tudo vazio e silencioso. Chamou uma empregada.

- Onde é que está toda a gente?

- Bom dia menina. – A mulher curvou-se. – As meninas já saíram todas. Já… passa bem das três horas da tarde…

- Sim. Eu sei que horas são… - Mintae interrompeu-a. – E o Kyuhyun? O Doojoon?

- Eles não voltaram desde ontem. Foi o que os seguranças disseram. E as camas estão intactas.

- E onde é que ele foram ontem?

- O menino Kyuhyun não disse.

- E o Yesung, ainda não apareceu cá hoje?

- Não menina.

- Mas que porra! – Mintae pegou na mala que tinha atirado para cima do sofá e caminhou em passos rápidos até à porta.

- Não quer comer nada?

- Não. – Ela respondeu e desapareceu pela porta.

Entrou no carro e procurou o nome de Kyuhyun na lista de contactos do telemóvel. Ele não atendeu. A seguir tentou Doojoon, mas este nem deu sinal. A seguir tentou Yesung. Ouviu dois sinais de chamada e depois a voz rouca dele.

- Min!

- Annyeong Yesung oppa. – Cumprimentou. – Sabes alguma coisa do Kyuhyun?

- Não. Não falo com ele desde ontem à tarde. Porquê? Aconteceu alguma coisa? – O rapaz preocupou-se.

- Espero que não. Ele saiu com o Doojoon ontem à noite e ainda não voltou. E eu não estou a conseguir falar com nenhum deles. Pensei que estivesses com eles…

- Não.

- Yesung… por favor diz-me que ele não andou a meter-se mais com o Minho.

- Acho que desde aquele dia do bar os dois não voltaram a ver-se ou a falar. – O rapaz achou melhor mentir à rapariga, já que os dois andaram a tramar contra Minho mas Kyuhyun queria segredo daquilo.

- O Minho estava atrás de mim ontem à noite. Ele anda a preparar alguma coisa.

- Ele fez-te alguma coisa? Eu parto-lhe a cara… - Yesung foi interrompido.

- Não. Eu consegui desaparecer da vista dele. Obrigado pela preocupação.

- Eu vou ver se consigo encontrar o Kyu. E tu tem cuidado.

- Ok. Liga-me depois.

- Certo. Até logo.

Mintae pousou o telemóvel no banco ao lado e arrancou. Parou ao portão principal e trocou algumas palavras com o segurança. Pelo menos ficou a saber que não tinham sido detectadas movimentações estranhas perto da mansão, mas o homem também não sabia para onde tinham ido Kyuhyun e Doojoon.

Assim que o Audi branco da morena chegou à estrada principal, um carro preto passou a segui-la. A rapariga viu-o pelo espelho retrovisor. Mas era normal haver mais carros já que entrava para dentro da cidade.

Não era tão normal era ele seguir cada direcção que ela tomava… principalmente quando ela deu duas voltas propositadas à mesma rua.

Era quase pôr do sol e ela ainda não tinha conseguido apanhar a encomenda. Yesung ainda não tinha ligado. Kyuhyun e Doojoon não atendiam os telemóveis. Já era a quarta chamada de Taecyeon que rejeitava.

~~

Miya descia os degraus do hospital calmamente. Andou alguns metros e virou a esquina à direita. Alguém buzinou na estrada e ela virou-se para trás num movimento involuntário. Não gostou quando viu dois homens vestidos de negro um pouco mais atrás de si. Quando ela acelerou o passo, eles fizeram o mesmo.

- Mas quem são estes agora? – Ela perguntou-se baixinho enquanto remexia na mala à procura de qualquer coisa. Agarrou-a.

- Hey! – Ouviu uma voz grave. – Menina aí! Espera um bocadinho, nós queremos falar contigo.

Miya parou de andar mas manteve-se de costas para eles. Sentiu-os aproximar-se e, ao mesmo tempo em que se virou para os encarar, usou o spray pimenta em cheio nos olhos deles.

Os dois agarraram os rosto e curvaram-se, gemendo de dor.

- A vossa sorte é que estamos no meio da rua… senão em vez de pimenta eu dava-vos com uma bala… - Ela disse antes de começar a correr. Assim que se sentiram capazes de ver alguma coisa eles rapidamente correram atrás dela.

- Merda! – A rapariga queixou-se quando viu estar a perder terreno. E estava quase a ter de atravessar uma avenida. A sorte é que estava sinal verde. Que imediatamente passou a vermelho assim que ela se aproximou. A sorte é que aquela rua não era das mais movimentadas. O único carro que estava à espera que o sinal abrisse arrancou quando acendeu a luz verde e o condutor assustou-se quando viu a morena atravessar-se à frente. Ele travou, não conseguindo evitar porém dar um leve toque na rapariga.

O loiro saiu do carro e aproximou-se dela, ajudando-a a levantar.

- Estás bem? Aish, desculpa, eu não te vi. Ficou verde e…

- Tudo bem. A culpa foi minha. – Miya finalmente se virou para o encarar e o seu coração disparou ao ver aquele loiro. – Nich-Nichkhun?

- Miya?

Os homens que vinham mais atrás recuaram ao vê-la com o rapaz.

- E agora hyung? Se não conseguirmos a rapariga o Minho mata-nos!

- Cala-te e espera!

Miya afastou-se dos braços fortes do polícia.

- Desculpa. Eu estava com pressa porque… a minha avó… - Ela começou a afastar-se.

- Espera! – Ele pediu. – Não desapareças. Eu gostava de falar contigo! – Andou até ao meio da passadeira.

- Volta um dia destes àquele bar! – Ela gritou já do outro lado. – Eu não posso agora! Desculpa.

Um autocarro buzinou ao loiro que estava no meio da estrada. Ele acenou, pedindo desculpa e entrou novamente no carro e arrancou.

Assim que o sinal mudou novamente os dois homens atravessaram a estrada, na esperança de ainda conseguir apanhar a morena.

~~

- Encontramo-nos logo? – O moreno perguntou enquanto abraçava a cintura da loira, que estava encurralada entre o corpo dele e a secretária.

- Pode ser.

- Eu vou levar-te a jantar ao meu restaurante favorito. – Min Woo anunciou.

- Ok. Então eu vou-me despachar a ir para casa e tomar banho e essas coisas todas. Diz-me onde é que eu vou lá ter às 20 horas.

- Eu posso ir buscar-te a casa.

- Não! Eu prefiro ir. A minha casa é longe e não é preciso te incomodares.

Min Woo passou a morada à loira e pela apressou-se a sair depois de voltar a beijá-lo.

Revirou os olhos quando, assim que chegou à sua, viu Kiseop plantado ali à frente. Resolveu ignorar e continuou a andar calmamente.

- Agora trabalhas aqui, é? – Ele perguntou, chegando perto dela.

- Eu acho que já te tinha avisado sobre me deixares em paz Kiseop! – Kim respondeu ríspida.

- Kim…

- Eu não quero discutir mais contigo Kiseop!

- Com licença. – Um jovem casal chamou a atenção dos dois. – Será que nos podem dar uma informação?

- Claro. – Kim sorriu-lhes.

A jovem aproximou-se com um mapa. Estava de óculos de sol. Kim notou algo de familiar no rosto dela. Mas quando se apercebeu de quem se tratava já era tarde demais.

- Cuidado Ki- - Tentou alertá-lo mas não foi bem sucedia.

A jovem fê-la perder os sentidos quando lhe colocou um pano embebido em éter perto do nariz. Kiseop teve o mesmo destino.

- O que é que fazemos com este? – O rapaz perguntou.

- Deixamo-lo num canto qualquer pelo caminho. O Minho só quer a Kim. Despacha-te!

- Certo.

~~

Pon estava sozinha na sala. Jonghyun e Chansung tinham ido mostrar um projecto do aspecto final do chip para o Professor aprovar. Estava entretida a tirar
algumas notas sobre a segurança do edifício quando o telemóvel tocou. Viu o nome de Mintae no visor.

- Unnie!

- Pon-chan! Ainda estás a trabalhar? Está tudo bem contigo, não aconteceu nada estranho? – Ela encheu a maknae de perguntas.

- Está tudo bem unnie. Porquê? – Estranhou.

- Temos problemas. O Kyuhyun desapareceu. – A mais velha resolveu não mencionar o nome de Doojoon para não distrair a mais nova. – Também não consigo falar com a Kim e a Miya foi atacada por uns homens do Minho há pouco.

- OMO~! A sério? – Pon arregalou os olhos e ficou alerta.

- Sim. E eu acho que estou a ser seguida. Por isso tem cuidado quando saíres hoje. Tratando-se do Minho… eu não sei o que poderá acontecer ao Kyu se estiver nas mãos dele.

- Ok. Eu vou tentar despachar-me…

- Pon… não disseste que o tal Chansung é dongsaeng do Yesung?

- É.

- Então pede-lhe que saia contigo.

- Quê? Eu não preciso que ele me proteja! – Protestou.

- Eu sei, mas não discutas Pon. Não podemos arriscar.

- Ok. Até já unnie. Tem cuidado tu também.

- Até logo.

Pon suspirou e nesse momento Chansung entrou, fazendo-a assustar-se.

- Pon! – Chamou-a. – O Yesung hyung acabou de me ligar a contar da confusão com o Lee Minho e o desaparecimento do Kyuhyun.

- É. A Min unnie acabou de me contar também. Eu tenho de ir embora. Inventas uma desculpa qualquer ao Jong para mim? Diz-lhe que eu não me estava a sentir bem…

- Eu não te vou deixar sair sozinha!

Pon parou para o olhar. Fez uma expressão de estranheza.

- Ao que parece o Minho pode estar atrás de ti também. O Yesung pediu-me para olhar por ti.

- Como? Ele sabe que nós… - A morena foi interrompida.

- Não! O plano está a salvo. Ele disse para eu me manter à distância e só intervir caso fosse necessário.

- Eu vou matar a Mintae! Eu não preciso de baby-sitters!

- Não sejas teimosa! Estás sempre a protestar!

- Muito obrigado pela tua generosidade, mas eu sei tomar conta de mim! – Ela afastou-se em direcção à porta.

- Qual é o mal de eu zelar pela tua segurança? Não te preocupes que os chefes não vão descobrir da nossa… cumplicidade. Eu não vou por o plano em causa. Mas vou olhar por ti. – Chansung agarrou no braço da maknae e falou, olhando-a nos olhos. – É melhor estares bem para enfrentar o Minho, ou queres estar na mão dele de mão beijada?

- Acaba com o sermão coisa irritante! Eu já percebi o recado. – Pon soltou-se dele. – Então pensa numa desculpa credível para dares ao Jonghyun do desaparecimento de ambos. – Saiu e Chansung rolou os olhos, seguindo-a.

Os dois andaram até à entrada. Da porta Pon conseguiu avistar dois homens suspeitos numa tentativa falhada de se esconderem.

- Merda!

- Continua a andar como se nada fosse. Age normalmente, fala… sorri. – O rapaz pediu e os dois caminharam em direcção ao estacionamento onde os dois homens de fatos negros e óculos escuros se encontravam. Eles tentaram disfarçar a sua presença quando viram os jovens se aproximarem.

Pon e Chansung foram até ao desportivo vermelho dela visivelmente entretidos numa conversa animada.

Os empregados de Lee Minho trocaram um sinal, combinando quem se ocuparia de quem. O mais alto e forte deles lançou um olhar a Chansung enquanto o outro colou os olhos em Pon.

O maknae aproximou-se mais da rapariga. Abraçou a cintura fina dela com os braços, deixando a rapariga confusa com aquele acto. Aproximou o rosto do de Pon.

Os dois homens encontraram ali o momento perfeito para atacarem o casal, já que eles pareciam estar bem entretidos um com o outro.

- Entra no carro o mais rápido que conseguires e deixa o resto comigo. – Chansung sussurrou ao ouvido da morena.

No mesmo instante que ele acabou de falar os dois homens corpulentos saíram de trás do automóvel onde se tinham escondido. O mais alto agarrou no ombro de Chansung, fazendo-o virar-se para si. Estava pronto para lhe dar um murro, mas o maknae, prevendo aquela espécie de ataque, antecipou-se e foi ele que acabou por bater no homem que, mesmo sendo maior do que o dongsaeng de Yesung, acabou no chão.

Enquanto isso, o outro homem tinha agarrado Pon pelo braço. A maknae levantou a perna e com a mão livre, tirou um pequeno punhal que guardava dentro das botas para qualquer ocasião. Com ele, feriu o braço do homem e soltou-se dele. Enquanto ele se contorcia de dor e tentava estancar o sangue, a maknae resolveu ajudar Chansung.

O homem que se tinha levantado e ripostava agora, esmurrando o mais novo, parou tudo quando uma dor horrível se apoderou de si. Ele e Chansung olharam na direcção de Pon. Ela sorriu e acenou para o homem mais velho. Com as forças que ainda lhe restavam, ele retirou o punhal que a maknae atirara contra o seu peito. Deixou-o cair no chão e caiu ao lado do objecto ensanguentado logo a seguir.

Quando a rapariga se virou para trás à procura do outro homem, já não havia sinais dele.

- Cobarde! – A maknae gritou, acusadora.

- Estás bem Pon? – Chansung aproximou-se dela, pulando por cima do corpo do outro homem.

- Isso pergunto eu. – Riu. – Então Chan, quem é que precisa de protecção?

- E depois sou eu que gosto de provocar… - Abanou a cabeça, mas com um sorriso nos lábios.

- Pronto, obrigada pela ajuda e pelo teu cavalheirismo, mas eu safo-me sozinha…

Foi só a rapariga acabar de falar para se sentir ser arrastada para o lado antes de ouvir um zumbido que ela conhecia como um silenciador de armas. Viu uma bala cravar-se na chapa de um carro. Se o maknae não a tivesse afastado, o corpo de Pon estaria mesmo no caminho que aquele pedacinho de metal projectado atravessou.

Depois o corpo do homem caiu no chão e uma poça vermelha começou a formar-se por baixo dele. Pon olhou Chansung, que guardava a sua arma no bolso.

- Claro que te safas sozinha Pon-chan… eu sei. – Brincou e ficou à espera de uma resposta provocadora dela. Mas em vez disso, surpreendeu-se com o que ela sibilou.

- Obrigada Chan… - Disse baixinho.

O maknae piscou-lhe o olho e sorriu.

- Vá, vai lá ter com as tuas unnies. Eu trato desta confusão aqui.

Pon nada disse. Entrou rapidamente no seu carro e arrancou a alta velocidade.

- Omo Chansung-ah~! – Sussurrou.

~~

Mintae travou bruscamente à frente de uma loja de roupa de crianças. Rapidamente a porta do lado do passageiro se abriu e uma rapariga morena entrou. A mais nova pisou o acelerador com força.

- Estás bem Miya?

- Estou. E tu?

- Também. Mas algo me diz que vamos ter problemas. Os meus stalkers viram-te entrar e devem estar a contactar o Minho para lhe dizer que nós já desconfiamos deles. – A morena olhou o retrovisor e viu o carro preto que ainda não tinha parado de segui-la.

- Mas que raio de perseguição. Eles ainda não te tentaram abordar nem nada? Limitam-se a seguir?

- Sim. Mas é normal que não tentem fazer nada aqui no meio da cidade, é demasiado arriscado. Mas vamos lá ver quanto tempo demoram quando eu for para uma estrada menos movimentada. – A morena deu pisca para a direita e mudou de direcção.

O telemóvel da mais nova tocou mas foi Miya que lhe pegou. Olhou ao visor.

- Kyuhyun.

~~

Lee Minho encostou o aparelho de Kyuhyun ao ouvido e esperou. Olhou para o rapaz e para Doojoon. Ambos estavam atados a cadeiras no centro do armazém poeirento e ainda não tinham acordado. Sorriu quando ouviu uma voz feminina do outro lado.

- Olá Mintae… - Cumprimentou.

- Lamento desiludir-te mas o meu nome é Miya. – Ela falou.

- Oh, não faz mal. Mintae, Miya, Kim, Pon… é tudo a mesma coisa. – Disse cínico. – A Pon também está convosco ou ainda não?

- Qual é o teu interesse em saber?

- Eu acho melhor colaborarem. Não estão em posição de se armarem em engraçadinhas. Ou querem que eu acabe JÁ com o vosso querido chefe… com o Doojoon… e com a Kim?

Minho não obteve uma resposta senão o sinal de chamada desligada.

Uma rapariga de cabelo preto aproximou-se dele.

- Ainda bem que estás aqui. – Ele agarrou-a. – Preciso de uma opinião.

- Sobre quê?

- Acabo primeiro com as raparigas, para fazer o Kyuhyun sofrer um bocado… ou acabo primeiro com ele para castigar aquelas irritantes?

- Hum… primeira hipótese. Sabes que eu não as consigo suportar por muito tempo. – A rapariga disse.

- Excelente amor. Óptima escolha.

Ela aproximou-se mais e os dois trocaram um beijo.

~~

- Então Min, o que foi isso? – Miya admirou-se quando a dongsaeng lhe retirou o telemóvel das mãos e o desligou, atirando-o para o chão logo depois.

- Eu não tenho paciência para ouvir as baboseiras daquele desgraçado! – Ela virou o volante rapidamente. – Se alguém pode tramar e lixar o Kyuhyun, somos nós. Eu não admito que ninguém lhe faça mal a não se eu!

- E depois dizes que não… - Miya riu das palavras da mais nova e ela mordeu o lábio quando teve a perfeita noção do que tinha acabado de dizer.

- Aish! Vamos lá mas é acabar com estes desgraçados de uma vez, estou farta deles! – Mintae carregou no travão bruscamente e o carro deslizou alguns metros antes de se imobilizar dentro de uma nuvem de pó. O carro preto parou alguns metros atrás.

As duas raparigas saíram do Audi branco e logo a seguir tês homens deixaram o preto.

- O que é que querem? – Miya perguntou avançando na direcção deles.

- Que não ofereçam resistência e venham connosco. Assim não precisamos de vos magoar. – O mais baixo deles falou, emproado.

Mintae rolou os olhos. Era patético.

- Então vá. Venham-nos buscar. – Miya abriu os braços, convidativa.

O homem deu um passo e sentiu uma picada nas costas. Assim que os outros dois se mexeram, tiveram a mesma sensação. Parecia que algo, uma espécie de agulha, os estava a espetar nas costas.

- O que… - O homem menor falou antes de cair no chão, seguido dos outros dois.

- Então… não vêem? – Mintae perguntou com um ar cínico.

- Mas que raio é isto, porque é que não me consigo mexer?! – Ele gritou.

- Pergunta à nossa maknae. – Miya levantou os olhos para encarar a rapariga sentada num ramo de uma árvore.

- Porque eu vos paralisei, sorry sorry pelo incómodo. – Pon saltou para o chão. Aproximou-se das unnies e estendeu a arma que usara neles a Mintae, que a guardou.

- Durmam bem. – Miya caminhou até aos homens que cada vez se sentiam mais atordoados. – O que é que fazemos com eles? - Perguntou às outras.

- Vamos levá-los. Pode ser que sirvam para alguma coisa. Nem que seja para gozar um bocado com o Minho. – Pon sugeriu.

- Boa ideia Pon-chan. – Mintae piscou-lhe o olho.

- Aish! Odeio ter de carregar com homens para dentro de carros. Ainda por cima estes têm ar de não ser nada leves. – Miya queixou-se.

- Então deixem isso comigo. – Uma voz masculina falou. Elas viraram-se para trás e viram Yesung e alguns dos seus dongsaengs.

- Yesung oppa! – Miya esboçou um enorme sorriso ao ver o rapaz.

- Estão todas bem? – Procurou certificar-se.

- Sim. – As três responderam em coro.

- Ainda bem, porque temos ainda muito trabalho pela frente. Eu já sei onde o Minho tem o Kyuhyun, o Doojoon e a Kim escondidos.

- O Doojoon! – Pon gritou. – Aish! Coitadinho dele, se o Minho lhe faz algum mal… - Foi interrompida pela mão de Mintae contra o seu braço. – Ok, pronto. Vamos lá, não vamos perder tempo.

- Precisamos de definir uns pormenores antes. Venham aqui meninas. – Yesung chamou as três para junto de si.

(continua...)
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MensagemAssunto: Re: [Vários Kpop] Playing With Fire   Sab Fev 12, 2011 2:00 am

OMOOOOOO!!!!
isto está tao entusiasmante! nao vou estar a comentar tudo e mais alguma coisa porque estou demasiado envolvida nos ulitmos acontecimentos!
Quem foi a puta que me atacou?! >Sad vou desatar aos murros!
opa a minha personagem é tao eu damn it! adorooo *-*
os casais estao todos brutais! o engonhanço tambem e a historia ainda mais! isto é lindo! amei este capitulo pah! nao tava nada à espera desta cena! E agora??
Eu sou a unica em apuros T-T
tadito do meu kiseop Razz (apesar de tudo xD)
bem que o filho da mae do TOP me podia vir ajudar já que eu o ajudo o ele u_u
ai, eu sei que o kyu e o joon estao ataditos num armazem mas nao disseste onde eu estou! E vou ser a primeira a morrer! Estou preocupada comigo T-T
continuaaa!!!
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MensagemAssunto: Re: [Vários Kpop] Playing With Fire   Seg Fev 14, 2011 3:19 pm

OMONA~ *excited*
Isto está de mais!! Adoro esta acção toda Cool
Aish! Aquele Minho anda mesmo a pedi-las! Ele vai ver como elas lhe mordem! XD
Adorei tanto este capítulo, so awesome *-*
Pois! Quem é a gaja irritante que atacou a Kim?? O Kiseop levou por tabela xD
OMO~ foi uma sorte a Min, a Miya e eu também não termos sido apanhadas! Agora vamos tratar da saúde a esses ursos e salvar a Kimy~
Aish! E o Doojoon e o Kyu?? I'm worried!! Tadinhos!
Opá, temos de salvar eles todos~
Temos a ajuda do Yesung e tudo...sempre quero ver qual é o plano dele Cool
I'm so fucking excited!!!

Continua unnie~ *-*

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MensagemAssunto: Re: [Vários Kpop] Playing With Fire   Sab Fev 26, 2011 1:10 am

Annyeong hasseyo ~~
Antes de mais, sorry pela demora (eu digo sempre isto, mas é verdade XD) Com as aulas, o tempo não é tão abundante assim. Nem o tempo nem a inspiração --'
Mas anyway ~~
Sobre este capítulo:
Está enorme, considerem como um bónus pelo tempo que vos fiz esperar *apanha*
Se bem que não está assim nada de jeito, mas foi o que me saiu. Não sei o que me deu, mas custei a ganhar ânimo para escrever esta cena. Entretanto tive umas ideias para o seguimento (I'm excited about it Cool ) e isso deu-me mais vontade para escrever isto para avançar ~~
Soo, aqui está a acção concentrada num único capítulo (preparem-se) mas, mais uma vez, eu não acho que esteja tão bom quanto isso. Mas quero mesmo despachar isto.
Por isso peço, desde já, enormes EXTRA MEGA SIZE *apanha da maknae* desculpas se estiver confuso, seca, fail... ou, indo directamente ao termo, uma merda XD
Falo mais no final XD
AHH! Leiam com calma... devagar XD


22.

O telemóvel vibrou sobre a mesa e o moreno quase deu um salto da cadeira. Pegou rapidamente no aparelho e viu que uma nova mensagem tinha chegado. Assim que abriu, o nome do remetente fez o seu coração falhar uma batida. Leu:

“Annyeong hasseyo ^^ Desculpa não ter atendido as tuas chamadas mas… o dia foi de loucos. Lembras-te de ter dito que o meu pai está muito doente? Pois… ele piorou e eu tenho estado o dia todo com ele. Falamos amanhã. Chu ~”

- Aish! – Ele suspirou, pousando o telemóvel sobre uma pilha de papéis.

- Taec! – O loiro gritou o seu nome enquanto passava pela porta. – Não imaginas o que aconteceu, foi… tão… aish!

- O que foi? – O mais alto perguntou, sem muita paciência para os rodeios de Nichkhun.

- Eu encontrei a Miya novamente! Ela atravessou à minha frente, eu ia-a atropelando. Foi tão rápido… mas eu gostei tanto de revê-la. Aish, aquela rapariga…

- E marcaram um encontro?

- Não. Ela ia com pressa por qualquer coisa. E o sinal estava verde para os carros e nós no meio da passadeira… mas eu tenho mesmo de voltar àquele bar e… - Khun parou para ver o desânimo do colega. – O que é que se passa contigo?

- Nada. – Mentiu.

- Nada? Então porque é que estás assim?

- Aish! – O moreno levantou-se. – Eu queria mesmo falar com a Mintae, mas ela não me atende e agora recebi uma mensagem dela a dizer que só pode falar amanhã…

- É quase noite Taec. Aguenta. – Riu. – Sabes quantos dias eu passei sem ver a Miya?

- E que paixão é essa por essa tal de Miya? Mal a conheces…

- Por isso mesmo… quero conhecer melhor. Só isso.

- Então boa sorte. – Disse sem grande ânimo.

- Aish! Vê se melhoras esse humor Taec! – O loiro saiu da sala, deixando o outro sozinho.

~~

- Omo ~ - A rapariga suspirou, olhando o pequeno aparelho na mão esquerda. – Mais uma mentira para juntar à minha lista… - Desabafou para si, baixinho.

- Min! – A rapariga ouviu a voz rouca de Yesung perto do seu ouvido.

- Oppa! Que susto!

- O que é que estás a fazer? Estás pronta? – Ele aproximou-se ainda mais, colocando os braços à volta do corpo dela.

- Sim. – Mintae atirou o telemóvel para dentro do carro e afastou-se depressa. – Podemos ir.

- Tens tudo o que é preciso? – O mais velho voltou a certificar-se.

- Tenho.

- Mas ajeita esse brinco. – Ele levou as mãos à orelha dela e apertou o pequeno pedaço de prata. – Não calha que o percas por aí, olha o teu ADN.

- Oh, obrigada. Ele está um bocado largo, é por isso. Mas eu adoro estes brincos. Eram da minha mãe.

- Ficam-te bem. – Yesung comentou, aproximando-se mais dela outra vez.

- Aish! Pára lá com isso! O que é que te deu hoje? – Ela bateu-lhe no braço. – Vamos lá embora. A Pon e a Miya?

- Já estão a tratar da parte delas.

- Então acho que podemos ir também… - Ela começou a andar mas Yesung agarrou-lhe no braço.

- Muito cuidado Min. O Minho é uma raposa velha. Tem truques. Não o podemos subestimar. E tu… não te passes, ok?

- Eu sei. – Ela soltou-se dele. – Mas não duvides de que, pelo Kyuhyun, eu arrisco o que for preciso!

- Só não faças algo estúpido e precipitado.

- Relaxa Yesung… e aproveita o espectáculo. – Mintae afastou-se do mais velho e apressou-se a virar a esquina. Yesung sorriu e seguiu-a.

~~

- Isto é ridículo. – Miya riu e puxou a mini saia que cobria uma pequena parte das suas pernas mais para baixo, tentando cobrir a maior área de pele possível.

- Deixa estar assim! – Pon voltou a ajeitar a saia da unnie. – Não te esqueças que o nosso objectivo é mostrar Miya. – A maknae riu enquanto balançava a mala dourada de uma lado para o outro. – Para além do mais, vai ser a última coisa que eles vão ver, mais vale deixá-los ter uma última boa visão. – Acrescentou, mastigando uma pastilha elástica.

Miya limitou-se a rir e, vendo já um par de homens ao fundo, perto da entrada de uma velha fábrica abandonada, ajeitou o cabelo, fazendo-o dançar com o vento.

Enquanto as duas se aproximavam, os homens ficaram de alerta com a sua presença.

- YA! – Um deles gritou, chamando as duas. – Onde pensam que vão? – Perguntou de cara feia, aproximando-se delas.

- Nós? - Pon apontou para si e Miya e olhou à volta.

- Vês aqui mais alguém, engraçadinha? Isto não é sítio para vocês, vão-se embora!

- Ohh, não podemos fazer-te companhia? – Foi a vez de Miya perguntar, deslizando a mão sobre o ombro do homem.

- Não! Não precisamos do vosso tipo de serviços aqui! – Ele ripostou, olhando as duas de cima a baixo. Deteve-se largos segundos a observar as pernas nuas delas, apertadas contra o tecido da saia curta. – Para além disso, estamos a trabalhar, nada de distracções! – Recompôs-se.

- Ah é? A trabalhar a esta hora… o que estão a fazer? – Pon perguntou.

- Nada que seja do teu interesse!

- Boa coisa não deve ser… - Miya comentou distraidamente. – Tantos segredos…

- É! Não é coisa boa, por isso, se querem continuar de boa saúde, aconselho-vos a desaparecer daqui o mais rápido possível!

- Tens a certeza que não quereres? – Pon deu um passo em frente, colando o corpo ao do homem e sussurrou-lhe ao ouvido, provocativamente.

Ele tentou gaguejar algo, mas não conseguiu. Sentiu algo pontudo ser pressionado contra o seu ventre.

- Chama o teu colega aqui, agora. – Ela ordenou, pressionando ainda mais o bico afiado contra o estômago dele.

O homem não pensou duas vezes antes de obedecer. Levantou a mão e fez sinal ao outro que se aproximou.

- Age normal. – Pon rodou a faca, fazendo o homem contorcer-se de dor.

O outro homem, mais alto e forte finalmente chegou perto deles, curioso com o que se estava ali a passar e Miya apressou-se para junto dele, com um enorme sorriso, falsamente simpático, no rosto.

- Mas o que é que se passa? Quem são vocês duas? – Perguntou.

- Nós? Ninguém.

Foi só a morena acabar de falar para o homem sentir todas as forças abandonarem o seu corpo. Ele quis falar, mas não nenhum som saia de entre os lábios. Queria tirar a arma, ou lutar, mexer-se, mas o seu corpo estava paralisado. Fechou os olhos e o chão tremeu um pouco aos pés de Miya quando ele caiu inanimado. O homem que estava com Pon foi ao chão no segundo seguinte.

- Adoro estas coisas… - A maknae comentou, olhando atentamente para a seringa quase vazia que tinha nas mãos. Ainda haviam vestígios de uma substância cor de mel lá dentro.

- Mais eficaz do que armas de fogo. Não deixa vestígios, não faz barulho sequer… e é infalível.

- O veneno é mesmo rápido… Pergunto-me onde o Kyu arranja estas coisas…

- Eu acho que vêm da China. Coisas do ZhouMi.

- Está explicado. – Pon sorriu e apressou-se a guardar a seringa na mala.

- Ok. Estes já estão. Acho que temos mais alguns sentinelas na entrada das traseiras da fábrica.

- Então vamos lá. A Min e o Yesung devem estar aí a chegar.

As duas afastaram-se para o outro lado do velho edifício. Mintae e Yesung chegaram ali naquele momento e depararam-se com os dois homens caídos no chão.

O rapaz levantou o braço e estalou os dedos. Quatro rapazes surgiram da escuridão, atrás de si.

- Vocês os dois! – Apontou. - Livrem-se deles. E os outros venham comigo. Precisamos de uma ajuda para subir ao telhado.

Os rapazes rapidamente se mobilizaram para cumprir os pedidos do hyung.

Mintae começou a andar em direcção à fábrica. Parou junto à parede, olhando para cima. A porcaria do telhado era demasiado alto.

- Senhores… - Yesung disse e no mesmo momento os rapazes lançaram um gancho com cordas que se prenderam às grades de ferro que haviam no telhado, possibilitando assim a subida. – Junho, leva a Min… e cuidado com as mãos, vê lá onde lhe agarras! – Fez um ar sério.

- É o quê? – Ela arregalou os olhos.

- Com licença. – Um rapaz aproximou-se e pegou na cintura da rapariga, encostando-a ao seu corpo. Mintae ficou um pouco sem reacção com aquilo. Em poucos instantes os dois estavam no cimo do telhado, sem ela perceber bem como.

- Wah ~ O Yesung treina-vos mesmo bem. – Mintae comentou quando rapaz a deixou em segurança e se afastou dela.

- Obrigado. – O mais velho apareceu, acabado de subir também e atrás, pela outra corda, vinha o outro dongsaeng.

- O mérito é dele! – Mintae provocou o mais velho. - Obrigada pelo transporte.

O rapaz sorriu-lhe.

- Mas eu conseguia sozinha! – Ela protestou.

- Eu sei Min. Mas eu quis ajudar. Não reclames quando alguém te ajuda, devias agradecer. – Yesung riu-se dela.

- Eu já agradeci! Mas não gosto que subestimem as minhas capacidades!

- Ninguém fez isso! Eu estava a ser gentil…

- Aish pronto, não vamos discutir com parvoíces. Temos coisas para fazer! Dá bons exemplos aos teus dongsaengs, não os faças assistir a cenas destas! – Mintae fingiu-se de zangada, mas esboçou um leve sorriso aos dois mais novos, que estavam um pouco envergonhados.

- Como queiras.

Mintae respirou fundo e correu pelo telhado, até chegar à parte onde o piso era de vidro e dava mesmo para o centro da velha fábrica inactiva.

~~

O corpo do rapaz, já quase todo coberto de pó e sangue embateu novamente contra o chão com violência. Ele gemeu de dor e contorceu-se.

- Então… agora já não te armas em arrogante? – Um homem mais alto, que estava de pé perto do outro disse, com um sorriso sádico nos lábios.

- Cobarde! – Kyuhyun provocou. – É preciso eu estar atado e desarmado para me conseguires enfrentar… patético!

- Cala-te! Não abres mais a boca Cho! – Minho voltou a pontapear o rival.

- Pff! Mata de uma vez se é isso que queres! Bate, mata… agora fodasse!

- Não. Não apresses as coisas. Antes… eu tenho um pequeno espectáculo preparado para tu assistires. Achas que é assim tão fácil? Achas que te mato e fica tudo bem…? Não meu caro. Primeiro tens de sofrer. – Ele riu. – E acho que podemos começar com o primeiro número! Jangwoo! Trás a nossa primeira atracção! – Gritou para um homem que estava perto de uma porta ferrugenta ao fundo da sala. Ele abriu-a e entrou lá para dentro. Minho levantou a cadeira de Kyuhyun. – Assim, para ficares mais confortável.

Minho bateu palmas e nesse momento o homem voltou a entrar. Trazia uma rapariga, também atada, à força. Ela tentava debater-se mas não estava nas melhores condições para isso.

Kyuhyun engoliu em seco quando reconheceu aquele cabelo loiro.

- YA! – Ela gritou. – Larga-me seu bruto! Nojento!

O homem continuou a arrastá-la até ao centro, onde Minho estava à espera.

- Esta é só a primeira Kyuhyun… eu ainda hei-de ter a Miya… a tua Mintae… e a maknae Pon!

Doojoon sentiu o sangue ferver ainda mais quando ouviu o nome de Pon. Cerrou os punhos com força. Minho que experimentasse tocar com um dedo que fosse na maknae.

- Eu vou tê-las a todas… - Minho continuou o seu discurso para Kyuhyun. – Mesmo aqui à tua frente. Vais assistir a tudo, e ouvir os gritos delas… e depois… vou matar uma por uma diante dos teus olhos… só aí poderei dedicar-me a ti. – Os olhos do rapaz tinham um estranho brilho negro.

- Faz o que quiseres comigo mas não te atrevas a tocar nas minhas dongsaengs! Estou a avisar-te Minho, tu não sabes com quem te estás a meter! – Kyuhyun estava no limite da sua paciência.

Minho não ligou. Agarrou os braços de Kim com força e aproximou-se mais dela. Inclinou a cabeça para tentar chegar aos lábios dela, mas a loira debateu-se e afastou a cabeça para o lado. O rapaz não gostou. Uma das mãos segurou com força os cabelos dela, mantendo-a quieta. Finalmente conseguiu beijar a rapariga que, há primeira oportunidade que teve, o mordeu.

Minho afastou-se com dores e aproveitou para dar uma bofetada na rapariga, caindo esta ao chão.

- YA! Larga a Kim já! – Kyuhyun gritou novamente, abanando-se na cadeira. As cordas estavam demasiado apertadas, a única coisa que conseguiu foi magoar-se ainda mais.

Kim olhou de relance para Kyuhyun e Doojoon, ambos atados ali ao lado. O que mais lhe chamou à atenção foi o mau estado em que os dois se encontravam.
- Aish, tu estás lixado Minho. Ninguém faz mal ao meu chefinho! – Gozou, recebendo um isso mais uma bofetada.

- Calada! – Ordenou severamente. – E colabora!

Com um puxão forte, o rapaz rasgou a blusa de Kim. Ela olhou-o, engolindo em seco.

~~

- Onde é que está a Miya? Não era suposto ela estar contigo? – Yesung estranhou quando viu somente Pon subir ao telhado.

- Adivinhem quem nós encontramos aqui a ajudar o Minho?

- Quem? – Yesung e Mintae perguntaram ao mesmo tempo.

- A InYoung. Ela escapou e a Miya foi atrás…

- Oh merda… eu bem que desconfiava que eles andavam metidos um com o outro… - O rapaz mais velho desabafou. – Que desperdício.

- Chega dessas bocas Yesung! – A mais velha repreendeu. – Vamos acabar com isto já! Eu não sei o que é que o Minho pode estar a fazer ao Kyu, ao Doojoon e à Kim!

- Não vamos esperar pela Miya, unnie? – Pon questionou.

- Não Pon-chan. Vamos ser nós a dar conta do recado. A Miya está a fazer a parte dela.

- Ok. Aos três. – A maknae anunciou. – Um… dois…

~~

- Olá boa noite, em que posso ser útil? – A jovem secretária do departamento perguntou à voz do outro lado da linha.

- Eu quero denunciar uma coisa.

- Uma denúncia sobre? – A jovem inquiriu novamente.

Taecyeon, que ia passar nesse momento, em direcção à saída, resolveu ouvir a conversa.

- Numa velha fábrica? Dois dos maiores grupos organizados de Seul? Tem a certeza…? – A secretária repetiu.

Ao ouvir “grupos organizados” Taecyeon praticamente voou para arrancar o auscultador da mão da rapariga.

- Boa noite, agente Ok Taecyeon. Sabe algo sobre grupos criminosos organizados? Diga-me tudo!

O jovem polícia esteve alguns instantes a ouvir algo que a pessoa dizia do outro lado. Assim que desligou correu pelo corredor a gritar o nome de Nichkhun.

~~

Minho estava entretido a beijar a rapariga loira à força quando um estrondo vindo de cima despertou a sua atenção. Ele parou tudo o que estava a fazer e olhou para o teto, sendo imitado por todos os outros presentes na sala.

Um pedaço de vidro caiu no chão perto de onde estavam Kyuhyun e Doojoon amarrados, causando um estrondo enorme e pequenos cacos voaram num raio de dois metros. Logo a seguir, um corpo aterrou no mesmo local onde o vidro se fundiu com o chão.

- Mas que raio é isto? – Minho estranhou.

A porta atrás de Minho abriu-se com um estrondo e ele virou-se subitamente. Outro corpo inanimado foi atirado para a sala, mas ninguém conseguiu ver quem foi o autor do acto.

Lee Minho reconheceu os dois homens como fazendo parte do seu bando de ajudantes e seguidores.

Um terceiro corpo foi lançado do telhado e aterrou sobre o primeiro homem caído.

- Chefe, temos problemas! – Jangwoo entrou a correr por uma porta ali ao lado.

- E nem tu imaginas quantos! – Uma voz feminina soou, vinda de cima.

- Não sabes com quem te meteste. – Outra voz, rouca. De homem.

-Quem toca no Kyu-Kyu está bem lixado. – Novamente uma voz feminina, mas diferente da primeira.

- Ainda mais lixado se se mete com o Doojoon também… e com a Kim. – A primeira rapariga voltou a falar.

Pon, com a ajuda dos dongsaengs de Yesung, desceu do telhado para o cento da sala. Yesung apareceu logo a seguir, por trás da porta de onde o segundo homem tinha sido atirado. Jangwoo caiu de joelhos no chão e Mintae apareceu por trás dele. Deu um pontapé nas costas do rapaz e este ficou de bruços, por cima de uma poça de sangue.

- Wow! Vocês afinal até são competentes. Conseguiram furar a minha segurança… - Minho tentou manter o ar arrogante, mas o nervosismo apoderou-se de si.

- Pff, tu chamas segurança àquilo? – Pon gozou. – Foi mais fácil passar por eles do que tirar um doce a uma criança… literalmente.

- És muito engraçadinha maknae!

- Eu não acho graça nenhuma! – Yesung manifestou-se. – Acabou a brincadeira. Larga a Kim agora!

- Nem pensem! Ela é o meu último trunfo. Se fazem alguma coisa, aqui a loirinha leva uma bala na cabeça. – O rapaz encostou o cano da arma ao cabelo da rapariga.

- Achas que estás em condições de alguma coisa? – Mintae perguntou, rolando os olhos.

- E tu Mintae, estás em condições de ameaçar alguma coisa? Hum…? Não te esqueças que eu andei atrás de ti… sei de umas coisinhas que andaste a fazer… que acho que o Kyuhyun não vai gostar. – Riu.

Mintae engoliu em seco. Chantagem por causa da noite no bar com Taecyeon. Aquele desgraçado que não ousasse abrir a boca!

- Achas que eu acredito em ti? – Kyuhyun manifestou-se, com a voz relativamente baixa. Estava a começar a ressentir-se de todas as dores e fraqueza que sentia. – Eu confio na Min. – Olhou a rapariga.

Mintae deu uma passo na direcção de onde ele e Doojoon estavam, mas o som de um tiro imobilizou-a imediatamente.

- Nem. Ouses. Mexer-te! – Minho soou com a arma apontada ao tecto. – Para a próxima faço pontaria à cabeça da loirinha.

- Tu já me estás a irritar profundamente! – Kim cerrou os dentes.

- E tu vais ajudar-me a sair daqui em segurança. E bem caladinha!

- Era o que faltava! – A loira protestou.

Minho sorriu maldosamente.

No mesmo instante, a atenção de todos foi desviada para o estrondo de algo a cair no centro da sala. Uma bala cravou-se numa das pernas da cadeira onde Kyuhyun estava sentado. O mesmo tombou para o chão, onde ficou a contorcer-se com a dor que mais aquele impacto causou no corpo dorido.

- Colaboras a bem ou a mal? – Sussurrou ao ouvido de Kim. – Para a próxima a pontaria é ao centro do peito dele. – Ameaçou.

Pon, Mintae e Yesung tiveram de se controlar para não partir para cima de Minho como tinham vontade.

~~

Miya travou bruscamente antes de chegar à estrada que dava acesso à cidade. Praguejou algumas vezes, não por causa de deixar InYoung escapar, mas pelo facto de, uns metros mais à frente, uma frota policial vir naquela direcção.

- Era só o que faltava! – Bateu com força no volante. Engatou a marcha atrás e virou o volante com força. Tinha de voltar para trás e tirar os outros da fábrica antes de haver confusão. Um encontro com a polícia era tudo o que menos precisavam naquele momento.

~~

- Kyuhyun! – A voz de Mintae quebrou o silêncio de tensão instalado. Queria correr na direcção dele.

O rapaz abriu os olhos com esforço. Esboçou um sorriso na direcção da dongsaeng.

- Não tens hipóteses Minho! – Yesung falou. – És um contra três. Acaba com isto de uma vez.

- Não vos vou dar esse gostinho. As coisas podem não ter corrido como eu planeei, mas ainda não estou derrotado!

Mintae e Pon trocaram um olhar. Tinham de arriscar, fazer alguma coisa. A sua paciência estava a esgotar-se. Se Kim conseguisse desviar-se uma delas podia alvejar o rapaz que a usava como refém.

Yesung olhou para as duas raparigas. Temeu que fizessem algo demasiado perigoso assim que viu a mais velha morder o lábio inferior e a mais nova a cerrar os olhos na direcção de Lee Minho.

As duas não precisaram de fazer nada. O som de uma arma ser disparada deixou todos apreensivos. Depois uma rapariga caiu do telhado, e logo atrás um homem.

- Miya unnie! – Pon gritou.

A confusão instalou-se.

- Jisung! – Minho gritou, aliviado por ver o amigo ali. Kim aproveitou para pontapear o rapaz e escapar dos braços dele.

Mintae correu na direcção de Kyuhyun e ajoelhou-se ao seu lado. Abanou-o enquanto chamava o seu nome.

- Kyu, acorda! Diz qualquer coisa, por favor.

- Está tudo bem Min...

Pon correu para libertar Doojoon. Kim entrou na sala onde tinha estado antes de um dos homens a ter ido buscar para a entregar a Minho para resgatar Kiseop, que afinal tinha sido arrastado para aquele motim pela InYoung.

Yesung estava com Miya, ajudando-a a levantar-se do chão. A rapariga queixou-se da queda acidental lá de cima. O seu tornozelo estava tão mal que não conseguia apoiá-lo no chão. O rapaz acabou por pegá-la no colo e apressou-se para fora. Ainda tinha de mandar os dongsaengs lá dentro para ajudar.

Jisung aproximou-se de Minho. Preocupou-se quando o viu a sangrar.

- Ela atingiu-te? – Perguntou.

O mais velho abanou a cabeça afirmativamente e tirou a mão do abdómen, onde a bala que Miya disparara tinha ficado alojada. Mais sangue jorrou.

- Apanha-os! Não te preocupes comigo! – Minho ordenou e o outro obedeceu. Seguiu Yesung, Miya e Kim, que ajudava Kiseop a deslocar-se.

Os olhos de Minho detiveram-se em Pon e Doojoon. O rapaz estava quase liberto graças à perícia da maknae. Olhou depois para Mintae que, com esforço, ajudava Kyuhyun a levantar-se. Verificou a sua arma. Tinha apenas três balas. Quatro pessoas a abater. Uma escolha difícil.

Apontou à primeira vítima. Pon. Premiu o gatilho. Doojoon arregalou os olhos e tentou puxar a maknae para fora do alcance do projéctil, mas não conseguiu evitar que a bala ainda fosse contra a rapariga que caiu ao chão.

Mal houve tempo para os presentes assimilarem o ocorrido pois um segundo disparo aconteceu. Mintae sentiu o corpo de Kyuhyun ficar mais pesado e acabou por não conseguir suportá-lo. O rapaz caiu no chão, com a dongsaeng ao seu lado.

- KYUN-AH!

Um terceiro tiro. Minho caiu de joelhos no chão.

Mintae olhou e viu Yesung de arma em punho.

- Despachem-se a ajudá-los! – Ele ordenou aos seus rapazes, que apareceram atrás de si. – Temos a polícia aí em poucos instantes. Despachem-se!!! Mintae! – Gritou para a rapariga. – Estás bem?

Ela nada disse. Quando os rapazes pegaram em Kyuhyun, ela correu até junto de Minho. Ele ainda estava vivo.

- Cho Mintae! Que raio estás a fazer? Despacha-te fodasse! A polícia está aí! – Yesung gritou da porta. Já todos tinham saído menos eles os dois e Minho, que não tinha capacidades para tal.

- Isto ainda não acabou Mintae… - Minho disse, olhando a rapariga com raiva.

- Mintae! Aqui já! – Yesung continuou. – Os rapazes vão deitar fogo a isto, vamos embora agora!

- Vai para o inferno! – Mintae gritou ao rapaz ferido aos seus pés.

Minho esboçou um sorriso. Sem ela estar à espera o rapaz agarrou-lhe na perna e fê-la cair ao seu lado.

- E tu vens comigo Mintae. Quero ver como é que o Kyuhyun vai passar sem ti!

A rapariga debateu-se mas Minho ainda tinha alguma força restante. Acabou por acertar com o punho na face da rapariga. Os deus dedos acabaram por se entranhar no cabelo longo da morena. A mão dele acabou por acertar em cheio na orelha esquerda da rapariga. Precisamente onde ela tinha o brinco mais largo.

- Morre de uma vez! – Yesung apareceu e acertou mais uma bala no tórax do rapaz. Pegou em Mintae pelo braço e arrastou-a dali para fora.

Já cá fora, chamas de grandes proporções começavam a consumir o velho edifício. As sirenes da polícia eram ouvidas cada vez mais perto. Os carros começavam a arrancar a alta velocidade, emaranhando-se pela mata ali ao lado. Yesung arrastou Mintae para dentro da última viatura e um rapaz pisou o acelerador com força assim que a porta fechou.

- O que é que te deu Mintae? – O mais velho dali perguntou furioso.

A rapariga não respondeu. Ao ajeitar o cabelo, sentiu falta de algo. “Fo-da-sse!” Foi só o que conseguiu pensar.

(continua...)

Pergunto-me se não teria sido melhor ter dividido isto em 2 partes...
Soo, eu espero não ter ficado muito confuso ^^'' Se não perceberam alguma coisa, um pormenor que ficou assim mais estranho, just tell me ~~
Já agora aproveito para dar uns spoilers XD
Isto vai levar uma reviravolta outra vez... principalmente ali pelos casais e tal... e vão aparecer umas personagens especiais ali pelo meio ^^
E só para finalizar isto tudo da melhor maneira, eu tenho de postar este vídeo. Foi por causa dele que vão haver algumas mudanças aqui pelo enredo (o que um simples vídeo faz XD)
I can't help it XD
(É só o Kyuhyun, por isso quem não for assim muito crazy fangirl como eu por ele não deve achar muito interessante. Mas eu morri com isto XD)



Pronto, esqueci-me de tudo o que tinha mais para dizer XD
Era só para mostrar que o Kyuhyun é a coisa mais HOT deste mundo. Ele faz estas coisas e eu não consigo resistir.
Aish, I'm going crazy ~!
Eu tinha de extravasar, mianhae --' *apanha de todas*
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MensagemAssunto: Re: [Vários Kpop] Playing With Fire   Dom Fev 27, 2011 12:03 am

OH MY GOD O.O
ISTO ESTÁ BRUTAL!!!
Eu a ler parecia que ia ter um ataque XD Eu vivi mesmo isto!!
Ah o Khun está apaixonado por mim? Tão cute *.*

Toma-lá minho!! Toma-lá! Queres te meter connosco é o que recebes em troca!!
Amei! Nós somos tão brutais! E ainda bem que as outras chegaram a tempo ou então a Kim iria sofrer ainda mais!

Adorei a parte do Kyu todo preocupado connosco! KWAAIIII~~~ Eu acho cute *.*
Quando o Minho provocou a Cho eu juro que pensei que ele iria contar tudo... mas o chefão não acreditou e ainda bem!!XD

A parte de acção está demais, está brutal mas agora no final a Pon foi atingida?!?!e o Kyu também?!?!
Espero que o Minho não se safe :s

Eu acho que a Cho ia salvar o Minho mas depois do que ele disse e fez mandou-o para o inferno, mau! ainda lhe ia fazer mal!
No final imaginei mesmo a cena de entrarem nos carros e desaparecerem a alta velocidade aish tão brutal!

AH Cho despacha-te!! Quero continuação rápido!!!



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MensagemAssunto: Re: [Vários Kpop] Playing With Fire   Dom Fev 27, 2011 9:53 am

OMO~ I'M DYING HERE~~!! (não, não é por causa do tiro que levei xD)
Opá, como podes dizer que isto não está bom unnie? Eu achei brutal! Adoro estas cenas cheias de acção Cool

Eu também estava a ter ataques quando estava a ler isto xD É inevitável Razz
Nem sei por onde começar...aish!
Isto foi tudo tão awesome, omo~ *-*

Tadinha da Kim! Juro que estava com medo que o Minho lhe fosse fazer mal...ainda por cima o Kyuhyun e o Doojoon estavam ali a ver e nem podiam fazer nada...aish!
Mas nós salvamos a situação xD Adorei a nossa entrada no armazém...mesmo à boss Cool

Se bem que aquilo depois ficou feio lá...omo~
Aquele Minho não morre nem por nada u.ú Filho da mãe!
E eu e o Kyu fomos atingidos :O SALVEM-NOS!!!

E para juntar à festa, tinha de vir o Taec meter o bedelho u.ú Ainda bem que conseguimos fugir a tempo...mas mesmo assim acho que vai dar bosta...a Min deixou lá o brinco...
Pode ser que aquilo arda tudo e eles não encontrem nada...

Aish! Ainda estou toda entusiasmada! Quero ler mais!!
Que acontece a seguir? OMONA~ i'm curious~

Posta mais unnie!! Isto está de mais *-*

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MensagemAssunto: Re: [Vários Kpop] Playing With Fire   Sex Mar 04, 2011 8:21 pm

Hello girlz ~
Desta vez nem demorei uma semana, estou a fazer progressos *apanha* XD I'm excited com isto porque agora posso pôr bastante drama aqui no meio (I love drama *-*)
Perdoem-me se eu ficar too much lamechas XD Não muito aqui neste, mas nos próximos capítulos.
Isto já vem sendo hábito eu dizer, mas as coisas vão mudar bastante por aqui...
Enfim, here's one more.
I hope you enjoy ^^

(Omo, como é que isto já vai em 23 capítulos? O.o )

Ah! E Pon-chan, eu espero que gostes da aparição especial de uma certa pessoa... Cool

23.

Assim que os carros entraram no perímetro da enorme mansão, já uma equipa de médicos e socorristas, chamados por Yesung, esperavam para ajudar os feridos.

O caso mais grave era Kyuhyun que, além do espancamento, ainda tinha sido atingido por uma bala de Minho um pouco abaixo do ombro esquerdo. O rapaz conseguiu manter-se consciente durante quase todo o percurso desde a fábrica até casa, mas assim que o carro passou o portão, sucumbiu à dor e à fraqueza.

No carro que vinha logo atrás, estavam Doojoon e Pon. O rapaz estava mais branco do que a cal, extremamente preocupado com a maknae. Assim que pararam, ele saiu e pegou-a no colo com cuidado para não a magoar mais.

- Aguenta Pon-chan, já vai passar! – Disse à rapariga.

Ela sorriu. Doojoon estava tão querido preocupado consigo assim.

- Calma Joon, foi só de raspão. – Tentou tranquilizá-lo. – Não dói tanto assim. – Mentiu, fazendo-se de forte.

- Como não dói Pon?! – Quase gritou. – Atingiu-te, estás a esvair-te em sangue!

Um rapaz alto, de cabelos castanhos aproximou-se dos dois, seguido por mais dois, deviam ser enfermeiros, que carregavam uma maca.

Doojoon pousou Pon lá e o médico começou a observá-la.

- Olá. Eu sou o Dr. Kim Junsu. Vai ficar tudo bem. – Sorriu à maknae. – Levem-na para cima. – Ordenou aos que carregavam a maca.

Como não se podiam expor num hospital e também porque o seu trabalho não era o mais seguro de todos, Kyuhyun tinha mandado instalar uma pequena ala hospitalar, completamente equipada para qualquer situação, na parte traseira do segundo piso da mansão.

O terceiro carro chegou. O rapaz que guiava saiu e apressou-se a abrir a porta traseira da viatura. Estendeu os braços para uma rapariga morena.

- Menina, deixe-me ajudá-la por favor. – Ele disse educadamente.

- Eu consigo… Aiiiii! – Miya gritou quanto tentou apoiar o pé no chão e uma dor horrível se apoderou da região.

- Com licença. – O rapaz disse antes de pegar Miya ao colo.

- O…obrigada.

- De nada. – Ele sorriu.

- Como é o teu nome? – Miya quis saber.

- Lee Joon, ás suas ordens menina…

- Miya. Trata-me por tu, não gosto de tamanhas formalidades.

- Certo.

Lee Joon continuou a andar com a rapariga no colo. Uma enfermeira aproximou-se a perguntar se precisavam de maca, mas o jovem recusou. Seria ele mesmo a levar Miya até ao segundo andar. Miya corou com aquela atitude.

Ao mesmo tempo, no carro ali ao lado, Kim ajudava Kiseop a sair.

- O que é que te dói? – A loira perguntou preocupada.

- A cabeça só. Foi onde eles me bateram mais. Ainda me sinto tonto…

- Vês o que é que ganhas com a tua perseguição à minha pessoa? – Não conseguiu evitar o comentário. – Quantas vezes eu te disse para te afastares de mim?
- Não grites Kim, por favor. – Ele levou as mãos à cabeça latejante.

- Aish, desculpa pronto. Falamos quando estiveres recuperado.

Um enfermeiro aproximou-se e levou o rapaz. Kim ficou a vê-los afastarem-se. Só aí notou que ainda tinha o casaco dele vestido. Kiseop fez questão de tapar o corpo dela quando a viu com a blusa toda rasgada das mãos de Minho. Não evitou esboçar um ligeiro sorriso antes de segui-los para dentro da mansão.

O último carro chegou. Yesung apressou-se a sair para verificar alguns procedimentos de segurança e como estavam os feridos mais graves. Mintae deixou-se ficar sentada no banco de trás.

- Deixa-me ajudar. – A voz de um rapaz soou perto de si. A rapariga virou-se e reconheceu o jovem que a tinha ajudado a subir ao telhado. Ele olhava-a com curiosidade.

- Queres ajudar?

- Ne. – Junho assentiu.

- Dá meia volta. Eu preciso voltar à fábrica.

- Como? – Ele ficou incrédulo.

- Volta para trás! – Ordenou.

- Eu não posso fazer isso! O Yesung hyung mata-me. Para além do mais a fábrica deve estar a arder neste momento. E a polícia deve andar pelas redondezas. Nem pensar em sair daqui!

Mintae cerrou os olhos com força.

- Mas porque é que queres voltar lá? - Ele voltou a questionar.

- Deixei lá uma coisa importante.

- Lamento. Vais ver que vai ficar tudo bem. – Junho esboçou um sorriso ligeiro e a rapariga pôde notar o quão bonito ele era. – Agora é melhor irmos para dentro. Tu precisas de uns cuidados médicos. Vem, eu ajudo. – Ele estendeu a mão para Mintae agarrar.

- Obrigada.

Quando os dois chegaram ao segundo andar, era ali que reinava já a confusão. Enfermeiros andavam de um lado para o outro, prestando auxílio a quem estava só minimamente ferido. Outros procuravam providenciar o que os médicos pediam para os casos mais graves.

As salas preparadas para servir de espécie de bloco operatório eram ocupadas por Pon e Kyuhyun. Miya estava na outra a receber tratamento para o tornozelo e Kiseop também tinha sido levado para lhe serem feitos uns exames ao crânio. Os rapazes de Yesung que se tinham aleijado recebiam curativos. Kim tinha ido para o seu quarto afim de tomar um banho antes de lhe tratarem das marcas roxas que Minho tinha espalhado pelo corpo. Doojoon estava mais ao fundo, a protestar algo e a debater-se contra os enfermeiros. Yesung apareceu perto dele para mandá-lo acalmar-se.

- Mas eu quero estar com a Pon! – Continuou.

- Ninguém entra naquela sala. Os médicos sabem o que fazem Doojoon. Daqui a pouco eles acabam e podes vê-la. – O mais velho disse, tentando manter-se paciente com ele. – Agora sossega e deixa que tratem de ti. – Afastou-se.

- Yesung oppa! – Mintae chamou-o e correu na sua direcção. – O Kyuhyun?

O rapaz ficou alguns instantes olhando a dongsaeng e só depois respondeu.

- Não sei Min. Começaram agora. – Ela permaneceu em silêncio, mordendo o lábio. Ele continuou. – É o Kyuhyun, certo? Ele vai sair-se desta. Já passou por piores Min, não fiques assim.

- Será que… eu não posso entrar? Prometo ficar quieta. Era só que… eu gostava de… pegar-lhe na mão e…

- Não… é melhor ires tomar banho e depois volta cá para receberes uns curativos.

Mintae estava preparada para tentar dissuadi-lo mas ao ver o olhar do mais velho resignou-se.

- Vai tomar banho, depois voltas.

- Ne. – Assentiu. – Yesung oppa… mianhae. – Mintae baixou a cabeça. – Eu queria ver aquele desgraçado agonizar à minha frente. Não pensei que ele ainda pudesse ter força depois de ter sido atingido. Eu queria que ele visse que perdeu… e que fez a maior asneira da vida dele quando se meteu com o Kyu…

- Não te preocupes mais com isso. Ele não nos chateia mais.

- É. Mas a InYoung escapou.

- Deixa comigo.

- Aish! – Ela suspirou. – Eu quero mesmo ver o Kyu...

- Eu sei. Em breve vais poder fazer isso. Agora vai lá tomar um bom banho e mudar de roupa.

- Ne.

Yesung inclinou-se e beijou a testa da mais nova antes de ela se afastar. O rapaz deixou-se cair numa cadeira que havia ali perto. Aquilo não correu como o previsto. Muita gente magoada e até a polícia acabou por ir dar ao local. Nunca mais poderia uma situação daquelas fugir ao seu controle, era ele que tinha de estar sempre uma passo à frente dos inimigos e principalmente dos polícias. Tinha de prever o que poderia acontecer a seguir e proteger melhor todos os seus dongsaengs.

~~

- As chamas estão controladas. – Um bombeiro avisou o polícia que estava responsável pelo caso. – Os nosso homens avistaram alguns corpos no interior da fábrica e, como conseguimos controlar o fogo rápido, ele não chegou àquela sala principal. Os seus técnicos forenses podem avançar para recolher pistas e as vítimas.

- Certo. Muito obrigado. – Taecyeon agradeceu ao comandante dos bombeiros. Afastou-se para junto da sua equipa. – Podemos entrar. – Assim que acabou de falar, os investigadores mobilizaram-se para segui-lo para dentro do velho edifício.

O polícia mais alto deteve-se a observar tudo à volta. Reparou nas cadeiras, nas cordas, nos vidros partidos e no buraco no telhado.

- Com licença… - Uma voz feminina soou próxima de si. O rapaz virou-se para encarar a jovem investigadora. – Acho que encontrei uma coisa que vai gostar…

Taecyeon seguiu a rapariga para junto de um corpo.

- Parece-lhe familiar? – Apontou para o jovem coberto de sangue.

Taecyeon reconheceu-o imediatamente.

- Procure o agente Nichkhun e chame-o aqui, depressa! – Ordenou à rapariga que se afastou.

Lee Minho. Líder de um dos grandes grupos de crime organizado de Seul que procurava. Tráfico de estupefacientes, tráfico de influências, assaltos a bancos, casinos, distúrbios nocturnos, violações, etc, etc, etc. Podia passar a noite toda a enumerar todas as porcarias que o rapaz tinha feito.

Taecyeon baixou-se para poder examinar melhor o corpo. Três balas. Uma no abdómen, perto do umbigo. Outra no tórax, junto às costelas. A terceira no centro da testa. Um revólver sofisticado e ensanguentado a poucos centímetros da sua mão direita.

Quem seria o responsável por aquele crime? De certeza que candidatos não faltavam dado que Minho tinha mais inimigos do que pessoas que lhe queriam bem.

Enquanto Taecyeon procurava potenciais culpados, algo brilhante entre os dedos de Minho captou a sua atenção. O polícia colocou as luvas e procurou pegar no pequeno objecto. Um brinco de prata. Taecyeon sentiu o seu coração acelerar as batidas.

- Não pode ser… - Murmurou para si mesmo. – Não…

~~

Várias horas se tinham passado desde que o grupo de criminosos tinha chegado à mansão de Cho Kyuhyun. Este era o único que ainda continuava nas mãos dos médicos no bloco operatório privado.

Yesung havia já ordenado aos seus rapazes para descerem até ao primeiro andar para descansar. Por razões de segurança, ninguém mais passaria os portões da propriedade naquela noite longa. Muitos dos enfermeiros e médicos também já tinham sido dispensados do serviço.

O grande corredor da parte traseira do segundo piso era agora apenas ocupado por Yesung, Miya e Mintae. Esperavam notícias do rapaz moreno.
Num quarto ali ao lado, Kim observava um rapaz de cabelos negros dormindo profundamente. Aproximou-se da cama dele e não resistiu em passar-lhe a mão pelo cabelo. Ele estava tão sereno. Parecia tudo aquilo que não era: um anjo.

- Porque é que eu continuo a preocupar-me contigo? – Perguntou ao adormecido. – Depois de tudo o que me aprontas… aish!

A loira pensou em curvar-se para beijar o rosto delicado do rapaz, mas conteve-se. Aí já era demais! Não podia fraquejar.

- Descansa bem… Temos uma longa discussão pela frente. – Disse antes de dar meia volta em direcção à porta.

Ao passar pelo quarto ao lado, não resistiu em espreitar lá para dentro. A maknae também já estava a dormir e Doojoon velava o seu sono, deitado ao lado dela. O rapaz acariciava o cabelo de Pon com carinho.

Kim sorriu e voltou a encostar a porta em silêncio. Foi então juntar-se ao oppa e às duas unnies.

- Ainda nada? – Perguntou, sentando-se ao lado da mais velha, que tinha um pé engessado. Abraçou-a.

- Não. – Miya respondeu, retribuindo o abraço à loira. – Quantas horas já passaram?

- Eu acho que vocês deviam ir todas descansar. – Yesung falou. – Não adianta nada estarem aqui. Só é pior.

- Eu só saio daqui quando tiver a certeza absoluta que o Kyu está bem! – Kim disse decidida.

- É. – Miya reforçou. – Não adianta nos obrigares.

O rapaz suspirou derrotado. Desviou os olhos para Mintae, que estava muito quieta a olhar pela janela. Quando se preparava para ir ter com ela, a porta da sala onde Kyuhyun estava abriu-se.

Todos deram um salto do sítio onde estavam e olharam o médico, expectantes. O ar do homem de uniforme azul claro não era muito animador.

- Como é que ele está? – Kim atirou.

- Já acabou? Podemos ver o Kyuhyun? – Miya seguiu-a.

- Então Dr. Lee? – Yesung não perdeu a oportunidade para perguntar também.

Mintae manteve-se calada. Sentiu a garganta apertar.

- Infelizmente… - O homem começou. – Ele perdeu muito sangue… - Fez uma pausa. - Eu receio que…

- OMO! – Miya gritou, horrorizada.

Kim sentiu os olhos ficarem húmidos.

- Receia que quê? Fale! – A rapariga perto da janela gritou.

- Eu receio que o sangue que temos em stock não seja suficiente. Ele precisa de uma transfusão. Rapidamente.

Kim e Miya entreolharam-se, suspirando de alívio.

- Tem de aprender a explicar melhor as coisas! Tem noção que nos ia matando do coração?! Pela forma como falou parecia que o Kyu tinha… aish! – Kim repreendeu o homem.

- Desculpem. – O médico disse. – Precisamos de alguém do tipo A.

- Eu sou! – A loira levantou-se.

- Espera Kim! – Yesung manifestou-se. – Tu ainda estás fraca. Eu vou lá em baixo buscar um dos rapazes!

- Rápido Yesung-sshi! – O médico alertou. – Não podemos perder muito tempo.

O mais novo desapareceu rapidamente pelo corredor.

- Com licença meninas. – O médico disse antes de tentar entrar novamente na sala. Alguém lhe agarrou no braço.

- Deixe-me entrar, por favor. – A morena pediu. – Só por um instante. Por favor.

- Desculpe, mas não pode ser. – O homem recusou mas no mesmo instante se sentiu ser empurrado para o lado. A rapariga apressou-se para dentro da sala.
Miya e Kim suspiraram.

A equipa de médicos parou o que estava a fazer ao ouvir o estrondo que Mintae causou quando derrubou uma mesinha onde estava algum material cirúrgico. Todos a olharam furiosamente.

- Não pode estar aqui! – Um enfermeira veio até ela e agarrou-a pelo braço.

Mintae soltou-se da mão dela. Agarrou numa máscara e colocou-a de modo a cobrir o nariz e a boca. Continuou a ignorar os pedidos para se retirar e caminhou até junto de Kyuhyun.

O cirurgião chefe fez sinal para a equipa se acalmar. Não valia a pena contrariar a jovem. Deixou-a aproximar-se do rapaz.

- Kyun-ah~! – Mintae baixou-se e sussurrou ao ouvido do rapaz desacordado. Acariciou-lhe a face esquerda. – Mianhae-ah! Mianhae, mianhae, mianhae… - Continuou a dizer-lhe, fechando os olhos.

- Pronto, já o viu. – O médico que tinha ido falar com eles lá fora aproximou-se dela. – Mas agora, Mintae-sshi, deixe-nos trabalhar.

A rapariga não ofereceu resistência. Aquele bocadinho em que esteve perto dele foi suficiente para matar metade da sua angústia. Dirigiu-se à saída pois também sabia que tinha de deixar os médicos trabalharem à vontade.

Cá fora Yesung lançou-lhe um olhar assassino. Estava acompanhado por mais três rapazes que iam ser levados para fazer algumas análises sanguíneas para ver qual dos três era mais parecido ao sangue de Kyuhyun.

Mintae foi sentar-se perto das duas raparigas mas acabou por vacilar a meio do caminho. Valeram-lhe os braços de Yesung que a seguraram.

- Aish! – Ele levou a rapariga para junto das outras e depois afastou-se.

- Como é que ele está? – Kim perguntou, abraçando a unnie mais nova também.

- Vivo. Não sei se bem ou mal…

- Min, eu concordo com o Yesung oppa. Tu devias ir descansar. Estás mais pálida do que esta parede. – Miya disse.

Yesung voltou a aproximar-se delas. Trazia as mãos atrás das costas. Ajoelhou-se em frente de Mintae. Com uma mão pegou no braço esquerdo da rapariga.

- O que- - Ela tentou perguntar mas a essa altura sentiu algo picar-lhe na pele.

- Eu não queria ter de fazer isto, mas tu obrigaste-me. - Ele declarou.

A visão da rapariga foi ficando turva, até deixar de ver completamente e perder as forças. Yesung pegou-a no colo.

- Vocês as duas! – Olhou Kim e Miya. – À minha frente para os vossos quartos já! Antes que eu tenha de vos pôr a dormir como fiz à Min! – Disse severo.

- Nós queremos ficar! - Kim protestou.

- São médicas? Conseguem fazer alguma coisa para ajudar o Kyuhyun? – Perguntou mas não obteve resposta, ao que continuou. – Então não estão aqui a fazer nada. Não vos volto a mandar!

As duas olharam o rapaz de soslaio. Kim levantou-se e depois ajudou Miya, levando a unnie amparada a si até ao quarto.

- Nee… - A loira disse quando ajudou a morena a deitar-se sobre a colcha. – Posso ficar aqui contigo?

- Nem eu queria que me deixasses sozinha. – A mais velha sorriu. Kim deitou-se ao lado dela.

No quarto ao lado Yesung pousou Mintae em cima da sua cama com cuidado.

- Fi-lo pelo teu bem. Espero que não te ressintas. Eu tomo conta dele. – Sorriu à morena e deixou-a, voltando para o segundo piso.

~~

Era quase manhã. O moreno ainda não tinha pregado olho. Aquele pequeno objecto pousado sobre a mesa de cabeceira atormentava-o. Teve de acender o candeeiro novamente para olhar o brinco de prata.

Se aquele não era o brinco de Mintae era um terrivelmente igual. Taecyeon sabia que haviam centenas de objectos iguais àquele mas não conseguia ficar descansado. Cada vez que pegava nele sentia algo estranho.

Não que aquele brinco, encontrado junto do cadáver de Minho, pudesse ser dela mas…

E que raio estava ele a fazer com uma prova de um crime em casa? Porque é que não o tinha entregue às perícias para análise? Porque é que o queria junto a si? Porque queria escondê-lo? Será que tinha medo que fosse encontrada alguma impressão digital conhecida?

A sua cabeça estava prestes a explodir! Tantas perguntas para as quais não conseguia arranjar resposta. Aquela porcaria de brinco estava a deixá-lo doido!
Esticou a mão para pegar no saquinho selado onde estava o brinco dentro. Voltou a analisá-lo.

Ainda se lembrava daquela vez em que ela perdeu o brinco no sue carro e ele o encontrou. Passou bastante tempo a contemplá-lo, como fazia agora, e a lembrar-se da morena. Da forma acidental como se conheceram. O quão preocupado ficou com aquela estranha quando a viu coberta de sangue dentro do carro, de quando ela desmaiou nos seus braços no meio da estrada, da conversa no hospital, de quão duro foi quando ela desapareceu e do quão bom foi quando a voltou a encontrar. De tão querida ela ficou quando tentou armar-se em forte mas estava a morrer de medo quando ele lhe fez um curativo no joelho, e quando desatou a correr pelo meio da rua, sem motivo aparente, com ele pela mão. De tão bom que era beijar aqueles lábios doces, abraçar o corpo frágil entre os seus braços fortes, fazer-lhe cócegas, fazê-la rir, fazê-la zangar-se, fazê-la ficar envergonhada, fazê-la…

- Aish! Eu vou enlouquecer com isto! – Suspirou.

Desistiu de olhar mais para aquele brinco. Abriu a gaveta da mesa de cabeceira e enfiou o saco lá dentro, voltando a fechá-la com força. Levantou-se para ir à cozinha beber um copo de água.

05:53h. Às 8 horas tinha de estar no departamento. Bonito!

(continua...)

Junsu is a doctor Cool I smell trouble, trouble, trouble *canta a música das SNSD*
Eu não resisti depois de tanto assunto com o Junsu de médico *apanha da maknae*

Chu ~~
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MensagemAssunto: Re: [Vários Kpop] Playing With Fire   Dom Mar 06, 2011 10:40 pm

Ah o Yesung a mandar em nós! Ah sooo cute oppa !!

Quando o médico demorou a falar eu pensei logo o pior para o Kyu!! OMG eu pensei logo que ele tinha morrido!!
O médico tem mesmo de escolher bem as suas palavras e não demorar a dizer-las XD
AHHH amei a parte do Lee Joon me ajudar!! Aish ele é tão simpático!

Ah a Kim quase que fracassou com o Kiseop, coitado também não teve culpa e levou no corpo...

Xiiii e agora? O taec descobriu o brinco de Min, e agora será que vai descobrir que é mesmo dela?!
E se descobrir como vai fazer?! AISH!!!
MIN CONTINUA!!!
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PonHyunMin
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MensagemAssunto: Re: [Vários Kpop] Playing With Fire   Qua Mar 09, 2011 3:04 pm

OMO~ unnie...i don't know what to say...this is so fucking addictive!! *-*

Antes de mais: NHAI, o Doojoon é tão cute todo preocupado comigo *-*
Mas eu fui muito bem tratada ali pelo Dr. Junsu *-* OMONA~ *-* Gostei mesmo dessa participação especial, mas imaginei logo as nossas conversas sobre médicos e injeções XD *apanha da unnie*

OMO, fiquei mesmo preocupada com o Kyuhyun! Ainda bem que ele só precisa de umas transfusões de sangue...podia ser muito pior, aish!

Agora está tudo lesionado, sempre quero ver como vai ser xD Estamos de baixa todos xD

Damn! O Taec encontrou o brinco!! E agora? Ele está muito desconfiado...se ele descobre que o brinco é da Min está tudo lixado! Pode ser que ela lhe dê a volta...aish!

Isto está mesmo a complicar-se...

OMONA, eu quero a continuação! Estou aqui em pulgas para saber o que acontece a seguir!
Continua Marta-chan *-*

_________________

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Cho MinTae
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MensagemAssunto: Re: [Vários Kpop] Playing With Fire   Sex Mar 11, 2011 2:45 pm

Annyeong hasseyo ^^

Nee, esta fic está enorme... e eu ando a ter tantas ideias para ela ainda, aish XD O pior é que a velocidade e qualidade da escrita não acompanham os pensamentos, senão isto andava melhor, enfim XD
Mas tenho de dizer que estou a adorar escrever isto *-*
Vá, chega de bla bla bla... Aqui fica mais um capítulo for you ^^ É grande, but I know you like BIG things Cool *foge*


24.

- Tens a certeza que queres ir? – Miya perguntou novamente à dongsaeng enquanto as duas estavam sentadas à grande mesa da sala de jantar, tomando o pequeno almoço.

- Tenho. Eu tenho de falar com o Min Woo… ele deve ter ficado preocupado comigo. Eu deixei-o pendurado no restaurante, não atendi as mil chamadas dele, não disse mais nada. Aish, não acredito que aquele parvalhão do Minho me causou mais este stress! – A loira falava enquanto cortava uma fatia de bolo. Acabou por espetar lá a faca com força.

- Pelo menos não causa mais problemas. – Miya parecia aliviada.

- Será que não? – Nesse momento Yesung entrou na divisão e sentou-se ao lado da rapariga morena. – Olhem para a notícia de primeira página deste jornal! Liguem a televisão e vejam do que se fala! Aish! E ainda por cima ainda temos a InYoung por aí!

- Omo ~ calma Yesung oppa. – Miya pousou a mão sobre o ombro do mais velho. – Vais ver que a polícia não vai chatear. Nunca tivemos problemas com eles, também não será desta vez! – Disse optimista.

- Espero mesmo bem que sim. – Ele suspirou.

A empregada serviu uma chávena de café quente ao rapaz, mas este não pareceu muito interessado.

- Conseguiste descansar alguma coisa? – Kim perguntou.

- Nem por isso. Devo ter dormido uma hora, ou nem sequer isso.

- Então vai descansar mais.

- Não posso. Tenho muita coisa para tratar!

Miya, acabando de barrar uma torrada com doce de morango, estendeu-a ao rapaz. Ele negou mas a dongsaeng insistiu e Yesung acabou por trincar a comida.

- E bebe o café. – Ela ordenou. O rapaz sorriu à morena.

- Passei pelo quarto do Kyuhyun agora. – Ele disse depois de dar um gole na bebida quente. – Ele ainda não acordou mas está estável.

- Ainda bem. Espero que ele acorde depressa! – Kim disse, depois de finalizar o seu sumo de laranja. – E a Min, a Pon… o Doojoon?

- A Min ainda não acordou… acho que exagerei um bocado na dose de tranquilizante que lhe dei.

- Melhor assim, deixa-a descansar. – Miya falou.

- Os outros dois… - Yesung continuou - também ainda estão a dormir.

- Aposto que o Doojoon não descolou da maknae a noite toda. – A loira riu.

- Isso era impossível. – Miya continuou, acompanhando o raciocínio da mais nova.

- Bem, eu acho que vou passar por lá para os ver antes de sair. E ainda tenho de ver o Kiseop. Miya, toma conta dele por favor… - Kim pediu e viu a unnie rolar os olhos. – Vá lá, desta vez ele não teve culpa de ser arrastado para isto…

- Ok, ok… eu olho por ele.

- Obrigada unnie.

- Onde é que tu vais? – Yesung finalmente teve oportunidade para perguntar.

- Tenho de ir trabalhar. E nem adianta dizeres para eu não ir, eu tenho mesmo de continuar com a minha vida normal. Tudo o que menos precisamos é de levantar algum tipo de suspeitas. Para além do mais, temos compromissos para cumprir! – Falou decidida enquanto se levantava.

- Olha a nossa Kim toda responsável! – Miya riu e Kim mostrou-lhe a língua.

- Ok. Mas tem cuidado.

- Certo appa! – A loira riu enquanto se inclinava para beijar a face dele.

- YA! – Yesung protestou.

- Bye unnie. Obrigada pela ajuda. – Beijou também a morena e apressou-se a desaparecer pela porta.

Yesung bebeu mais um pouco do café que tinha na chávena de porcelana e virou-se então para Miya, que comia distraidamente.

- E tu Miya… como é que tu estás?

- Aish! Ter esta coisa no pé atrapalha-me tanto! – Queixou-se do gesso. – Mas o que é que hei de fazer? Para a próxima tenho de cair bem… - Tentou sorrir.
- Mas como é que caíste mal?

- Foi aquele parvalhão do amigo do Minho que me empurrou lá de cima quando eu alvejei o desgraçado!

- Aigoo… pelo menos esse também já foi desta para melhor. E eu tenho de ir trabalhar nalguma coisa. Ainda tenho tanta porcaria para resolver… - Suspirou.

- Deixa-me ajudar! – Miya quase gritou.

- Não. Tens de descansar.

- Eu já descansei. Para além disso não gosto de estar sem fazer nada. E, embora não possa andar muito aí de um lado para o outro, posso ajudar-te com papelada, telefonemas, falar com a segurança… sei lá! Qualquer coisa.

Yesung riu da motivação dela.

- Ok. Podes ajudar-me então.

- Ne! Só preciso que me ajudes a levantar primeiro.

O rapaz levantou-se e ajudou Miya a fazer o mesmo. Os dois dirigiram-se ao escritório.

~~

- Aish! – Min Woo protestou, atirando a pilha de papéis que tinha nas mão para o chão. Estava sem um pingo de paciência para ler todas aquelas burocracias idiotas e muito menos para a porcaria da reunião para a qual já estava atrasado.

Não queria saber de trabalho. Estava de mau humor e só lhe apetecia entrar dentro de um carro e acelerar como um louco. Ao menos assim não pensava em Kim.

Mas o que seria que lhe tinha dado para desaparecer assim sem mais nem menos? Sem uma explicação, ou uma desculpa qualquer! Ela tinha-o deixado completamente plantado! Horas e horas na porcaria do restaurante. Nem uma única chamada ela atendeu, das quase cem que ele fez. NADA!

Dois toques na porta interromperam o seu ataque de fúria.

- Agora não! – Ele gritou.

Mas a porta foi aberta e uma rapariga loira apareceu timidamente.

- Min Woo…

O rapaz, que estava de costas, virou-se para a encarar.

- Eu disse que agora não! – Repetiu, furioso.

- Desculpa. – Ela ignorou e continuou a avançar para mais perto dele. – Mas eu tenho de falar contigo. Não demoro. Só te quero explicar… - A loira foi interrompida.

- Explicar? Estás um bocado atrasada, não? – Respondeu irónico. – Uma explicação quis eu ontem à noite!

- Min Woo! – Kim gritou, farta de ele não a ouvir. – Eu fui assaltada ontem à noite! – Gritou também. – Roubaram-me o telemóvel, não te consegui avisar, desculpa!

O rapaz parou de repente e finalmente olhou bem para a loira, reparando então nas marcas no seu rosto e braços.

- Omo! Kim, tu estás bem? – Min Woo aproximou-se, a fúria dando lugar à preocupação.

- Agora estou. – Ela esboçou um sorriso ligeiro.

- Mas… como é que… ?

- Foi quando eu estava a ir para casa para trocar de roupa. Uns homens aproximaram-se de mim e, para além de me assaltarem, ainda me bateram. A sorte é que apareceu um grupo de pessoas que chamou a polícia…

- Aish! Eles bateram-te! – Min Woo abraçou a rapariga.

- Desculpa se te fiz esperar. Eu podia ter ligado quando cheguei a casa… mas estava tão cansada que…

- Tudo bem, só tinhas mesmo era de descansar. Aish, eu sinto-me tão mal de estar chateado, a pensar que me tinhas dado uma tampa…

- Nunca! Isso seria um desperdício demasiado grande. – Ela brincou.

- Mas e esses homens, eles foram apanhados? O que é que eles te tentaram fazer?

- Sim. A polícia levou-os. E não te preocupes, eles não fizeram nada de mais… para além de me deixarem estas marcas horríveis no corpo! - Kim procurou conforto nos braços dele novamente.

- Nee… agora só tens de te preocupar em descansar para elas desaparecerem depressa.

- Sim.

- Por falar nisso… nem devias ter vindo aqui! Devias estar a descansar!

- O quê? – Kim afastou-se. – Eu tenho de trabalhar Min Woo! Não me posso dar ao luxo de- - Kim foi interrompida quando o dedo indicador do rapaz pousou sobre os seus lábios.

- Claro que podes. Vai para casa, dorme, alimenta-te bem e…

- Não é preciso. Eu sou dura! Estou pronta para obedecer ao meu chefe!

- Por isso mesmo eu ordeno que vás!

- Mas não é preciso…

- É sim.

- Min Woo…

- Kim, não discutas, por favor.

- Aish! Ok, pronto. Eu vou para casa. Mas amanhã volto ao trabalho! – Decidiu.

- Depende de como estiveres… mas tudo bem. – O moreno sorriu.

- E desculpa por te ter deixado à espera…

- Não tens de te desculpar. Esquece isso. O que interessa é que estás bem. – Min Woo acariciou a face da rapariga. – Aish, eu nunca mais te deixo sozinha.
Kim estremeceu ao ouvir a última frase dele e esboçou um sorriso nervoso.

- B-bem… - Ela afastou-se. – Se não ajudo, também não te atrapalho. Vou-me embora.

- Eu levo-te a casa. – Min Woo gentilmente ofereceu.

- Não é preciso! Eu vim de carro desta vez.

- Ok. Mas então levo-te até ao carro. – Insistiu.

- Como queiras.

- Eu já te disse Kim: nunca mais te deixo sozinha! – Ele lançou um olhar carinhoso à loira antes de capturar os seus lábios e envolvê-los apaixonadamente nos seus.

~~

Eram quase 17h quando Kim e Miya iam passando pelo corredor onde estava instalada a ala hospitalar privada da mansão. Iam em direcção ao quarto do chefe mas, ao passar pelo que era ocupado pela maknae, algo lhes chamou à atenção.

- Omo ~ - A voz arrastada de Pon soava do lado de dentro do quarto. - Mas isso é enorme! – Queixou-se.

- Não tenhas medo, eu faço com cuidado. – Depois, a voz de Junsu.

As duas curiosas aproximaram-se para tentar ouvir o que se passava lá dentro.

- Mesmo assim! Vai doer! – A maknae continuou.

- Não vai nada Pon-chan. Eu já disse que faço com cuidado, não vais sentir nada. – O médico tentava demover os medos da maknae.

- Aish! Se calhar é melhor fazer mais à bruta e rápido. Assim sinto a dor toda de uma vez mas acaba tudo mais depressa!

- Mas eu já disse que não vai doer. – Ele riu. – Até parece que é a primeira vez que… - Foi interrompido.

- Eu sei! – Ela disse, chorosa. - Mas dói sempre! Aish…

- Vá lá Pon-chan… eu distraio-te com qualquer outra coisa e, quando mal souberes, já vai ter passado.

- Ok. – Ela disse meio relutante. Olhou novamente para as mãos do rapaz. – OMO ~ mas já viste bem o tamanho e a espessura disso? – Arregalou os olhos.


- Wahhhh, eu não acredito! – Kim teve de se controlar para não explodir numa gargalhada. – O que é que será que o tal médico, o Junsu vai fazer à Pon com algo… tão grande assim?

- Isto soa-me tão errado. – Miya olhou a dongsaeng maliciosamente. – Aish! Esta maknae tem cá uma sorte… já viste bem o Junsu… ele é…

- Já vi sim! – Kim abanou a mão à frente do rosto, como se estivesse com calor.

- Sim Kim, finge-te de doente, pode ser que o Junsu te dê assim… uma injecção grande também! – Miya riu, quase alto demais.

- Unnie! – Kim bateu no braço da morena. – Não que isso fosse mau de todo… - A loira mudou de semblante. – Mas deixa-o lá com a maknae!

- Exagerada! – Ouviram o riso do médico novamente. – Nem é tão grande assim. – Ele deteve-se a observar o mesmo que os olhos da rapariga fitavam atentamente.

- OMONA~~! Umma ~ Unnies! Kyu oppa!!! – Ela quase gritou, na tentativa de que alguém pudesse aparecer para a salvar das garras de Junsu.

- Estás a ouvir? – Miya perguntou a Kim. – A Pon já está a gritar por ajuda… é a tua deixa para entrar lá. – Gozou. – Mas se mesmo assim não derem conta, eu estou aqui…

- Miya unnie! Andas a sair-me cá uma santa, andas… - A loira comentou, olhando a outra.

- Tu és tão querida… - Junsu aproximou-se e acariciou a bochecha da maknae, distraindo assim a sua atenção.

Pon esqueceu tudo o resto e concentrou-se apenas em corar com o elogio do médico e com o toque delicado na sua bochecha. E naquele sorriso lindo dele e…

- Já está! – Junsu anunciou.

- Q-quê? – Pon piscou três vezes, olhando Junsu se afastar.

- Já está Pon! – Ele virou-se e sorriu-lhe. – Então, doeu muito?

- Como assim já está? Eu… eu não senti nada!


- É! Como assim? Já acabou? – Miya arregalou os olhos. – Tanto escândalo e depois acaba assim?

Kim desistiu de fazer qualquer tipo de comentário. Abanou a cabeça.

- Eu disse-te que não ia doer. – Dentro do quarto, o médico mostrou a pequena seringa vazia. – Vês como a agulha não era tão “enorme” como tu temias? Nem sentiste nada! – Riu.

A maknae olhou o braço, onde apenas uma marca vermelha do tamanho de uma grão de areia denunciava o sítio onde a agulha tinha penetrado a sua pele. O seu rosto começou a atingir uma tonalidade avermelhada.

- É que… eu… odeio agulhas. – Confessou de cabeça baixa. – Eu sei que tu deves achar que é parvo, afinal eu sou uma assassina profissional que tem medo de agulhas e… - Pon parou o que estava a dizer quando sentiu a mão grande de Junsu agarrar o seu queixo.

- Claro que não é parvo! – Ele esboçou um sorriso fofo. – Ninguém é de ferro.

- P-pois. – A maknae sorriu também.

A mão de Junsu percorreu o rosto da rapariga delicadamente e pousou na testa.

- Sentes-te febril? – Perguntou.

- Não.

- Dói-te alguma coisa? – Novamente Junsu questionou.

- Não.

- Algum desconforto?

- N-não…

- Óptimo! – Junsu afastou-se de repente. – Então descansa, eu volto daqui a pouco para ver como tu estás! – Ele anotou algo na ficha de paciente de Pon e dirigiu-se à porta.

- Mas… - Ela balbuciou.

- Algum problema Pon? – Junsu virou-se para ela.

Cá fora, ainda encostadas à porta, Miya e Kim cochichavam. Doojoon estranhou ver as duas ali coladas. Foi-se aproximando devagar e silenciosamente.

- YA! – Gritou perto dos ouvidos das duas, que deram um salto. – O que é que estão aí a fazer?

- YA! – Miya gritou com a mão no peito. – Estás parvo? Ias-nos matando do coração oh!

- Aish Yoon Doojoon, tu és um homem morto! – Kim ameaçou, avançando na direcção dele.

- Sorry sorry! – Ele riu. – Mas o que é que estão a fazer à porta do quarto da minha Pon-chan?

- Ai, és tão fofinho Doojoon… - A loira gozou. – “Minha Pon-chan…” – Disse, imitando a voz dele e lançando beijinhos ao ar.

- E tu és tão engraçadinha Kim! – Olhou-a de lado. – Saiam-me lá da frente, eu quero entrar! – Tentou empurrar as duas.

- Não! – Miya gritou. – Não podes entrar!

- Ora, porquê?

- Porque o Dr. Junsu está a fazer um exame completo à Pon! – Kim disse, sorrindo.

- Como é que é? – Ele arregalou os olhos.

Miya bateu no braço da mais nova, repreendendo-a. No mesmo momento a porta atrás das duas abriu-se e elas quase caíram para trás, não fossem os braços fortes de Junsu a segurá-las.

- Está tudo bem meninas? – O rapaz perguntou, estranhando as duas que lhe tinham caído nos braços.

- OMONA! – Miya sibilou. – Mianhae oppa…

- Mianhae-ah… - Kim desculpou-se também.

- Tudo bem. – Ele sorriu. - Não faz mal. Espero que não se tenham magoado.

- Não… - A morena disse num sussurro.

- YA! – Doojoon gritou mais uma vez. Pegou nos braços de cada uma e afastou-as dos braços do médico, onde as duas ainda permaneciam. – Se estão bem, não precisam de estar agarradas ao médico!

- Aiii! Aleijaste-me Doojoon! – Kim queixou-se.

- Bruto! – A morena acusou.

Doojoon rolou os olhos, já sem paciência.

- Coitadinhas! – Debochou das duas. – Já que estão tão mal, peçam uns curativos aqui ao doutor! – Assim que acabou de falar, o rapaz pegou no braço de Junsu e empurrou-o na direcção das duas. Apressou-se para dentro do quarto da maknae e fechou a porta.

Kim e Miya ficaram novamente coladas a Junsu. Não que se pudessem queixar… era uma boa sensação.

- Desculpem. – O rapaz pediu. – Estão bem?

As duas entreolharam-se.

- Bem… - Miya começou. – De repente começou a doer-me aqui o pé que ainda está engessado…

- É! – A loira reforçou. – Eu acho que também preciso de um exame.

- O-ok…

- Pode dar-nos uma consulta? – Miya perguntou.

- C-claro. – Junsu respondeu meio atrapalhado.

- Então vamos para ali. – Kim apontou um quarto vazio ali ao lado.

Junsu mordeu o lábio e deixou-se ser conduzido pelas duas até à divisão indicada pela rapariga loira.

~~

- Pon! – O moreno gritou, fazendo a maknae quase dar um salto.

- Aish! Porra Doojoon, que susto! – Ela abriu os olhos para encarar o rapaz à sua frente. – O que é que foi? A casa está a arder por acaso?!

- O que é que aquele médico te fez?

- Quê? – A maknae estranhou a pergunta dele.

- Ele estava aqui sozinho contigo e a Miya e a Kim estavam coladas à porta aos segredinhos. PonHyunMin, exijo uma explicação!

- E eu exijo que baixes o tom de voz e pares de ser parvo! – Pon levou as mão à cabeça.

- O que é que ele te fez?

- Hum… fez-me propostas indecentes, andou a fazer-me uns exames de palpação e coisas do género. A Kim e a Miya estavam lá fora a barrar a entrada a quem nos quisesse interromper. Lembra-me de lhes agradecer depois…

- É o quê? – O moreno gritou, horrorizado.

- Pára de ser parvo criatura! – Pon atirou uma almofada à cara dele. – Achas que eu estou em condições de alguma coisa? Achas que uma pessoa da confiança do Kyuhyun ia fazer algo contra mim?

- A sério?

- Tu acabas com a minha paciência Doojoon… - Ela suspirou.

- Ele não te fez nada?

- Deu-me os remédios…

- E não tentou dar-te mais nada?

- Que raio querias que ele me desse? – A morena arregalou os olhos.

- Nada! – O rapaz apressou-se a subir para a cama dela. – Tu és minha Pon! Que ninguém se atreva a mexer contigo! – Disse, abraçando o corpo dela.

Pon engoliu em seco. De repente um nome piscou na sua mente.

~~

A morena foi despertando devagar. Sentia-se ligeiramente atordoada. Abriu os olhos com dificuldade por causa dos raios alaranjados do pôr do sol que entravam pela janela do quarto. Como fora parar ali? Como é que já estava a anoitecer? Dormira todo o dia?

Levantou-se num pulo, lembrando-se dos acontecimentos da noite anterior. Ainda meio cambaleante, correu para fora do quarto e apressou-se a subir as escadas que davam ao segundo andar.

Chegou à ala hospitalar da mansão. Estava tudo vazio e silencioso. Rapidamente entrou na sala onde Kyuhyun tinha sido operado. O local já estava limpo e arrumado. E desocupado.

Isso queria dizer que ele tinha sido levado para um quarto para recuperar, certo? Ou será que… tinha sido levado para um lugar menos agradável?

Mintae virou-se de repente. Não podia pensar nisso. É claro que o rapaz estava a recuperar noutro lado. Saiu da sala e olhou à volta, encarando portas fechadas.

Abriu a primeira. Vazia.

Andou para a esquerda e rodou a maçaneta da segunda porta. Vazio.

- Aish! – Abriu a porta do lado com cuidado. Engoliu em seco quando viu um corpo deitado sobre uma cama. Entrou no quarto e fechou a porta atrás de si. Foi-se aproximando.

Ele estava ali, de olhos fechados, pálido. Tinha alguns curativos e marcas roxas na pele branca. Estava ligado a uma máquina que lhe lia os batimentos cardíacos. Tinha uma agulha espetada no braço esquerdo, pela qual passavam algumas gotas de soro fisiológico. O rosto estava coberto pela máscara de oxigénio.

- Kyun-ah~! – Chamou baixinho, pousando a mão sobre os cabelos ondulados dele.

Ouviu um barulho vindo da porta. Um rapaz moreno entrou. Mintae olhou-o expectante.

- Ele está a recuperar bem. – Yesung disse em voz baixa. – Só precisa de muito descanso agora.

A rapariga soltou um suspiro aliviado. O mais velho foi-se aproximando dela.

- Vês, o oppa não te disse que ia ficar tudo bem? Tens de confiar mais em mim. – Riu-se enquanto recebia a rapariga nos braços.

- Desde que não te comeces a gabar muito por aí… - Ela lançou-lhe um olhar divertido.

- Ya! – Yesung repreendeu.

- Kamsahamnida. – Mintae agradeceu antes de bater-lhe no braço com alguma força.

- Para que é que foi isso? – Ele afastou-se de repente, confuso com o gesto da dongsaeng.

- Foi pelo tranquilizante seu desgraçado! Não voltes a repetir a gracinha! – A morena apontou-lhe o dedo.

- Tu não me obedeces! Tive de tomar medidas drásticas!

- Vê lá se para a próxima não és tu que precisas de medidas drásticas! – A rapariga continuou firme.

- Eu não sei como é que o Kyuhyun tem paciência para vocês as quatro! Eu fico responsável por um dia e quase tenho um esgotamento! – Reclamou. – Não sei o que é pior, tomar conta de vocês ou enfrentar um bando dos nosso rivais!

Mintae rolou os olhos.

- E tu és a pior! – Ele acusou.

Quando Mintae se preparava para responder, ouviram alguém a tossir à porta. Viraram-se para o médico.

- Peço desculpa… - Junsu disse. – Yesung-shhi, Mintae-sshi… creio que este não é o local mais indicado para discussões.

- Desculpe. – A rapariga curvou-se.

- Será que podem sair por um bocadinho? Eu preciso examinar o Kyuhyun.

- Com certeza. Embora à minha frente Mintae! – Yesung puxou-a.

- Ya! – Ela protestou enquanto saiam da sala.

Junsu riu dos dois, ajeitou a bata e o cabelo ainda desorganizados, agradecendo mentalmente o facto de Mintae e Yesung estarem tão distraídos a discutir que nem repararam no seu estado, e aproximou-se da cama de Kyuhyun.

~~

Kim mordeu o dedo indicador enquanto se ia aproximando da cama na qual o rapaz descansava. Desta vez não hesitou muito até fazer a mão esquerda pousar sobre os cabelos negros do rapaz. O seu toque suave e carinhoso fez Kiseop abrir os olhos devagar. Esboçou um sorriso ao qual a loira não conseguiu resistir.

- Como é que tu estás? – Perguntou baixinho.

- Tudo bem. Ainda me dói um bocado a cabeça, mas está a passar.

- Aish Kiseop… - Ela suspirou. – Porque é que não me deixas em paz? É mais seguro para ti…

- Não Kim! – Ele disse firme. – Eu vou fazer de tudo para que tu me perdoes, me dês uma chance! Não me interessa que acabe magoado pelo meio… - O rapaz foi interrompido.

- Mas a mim interessa! – A loira aumentou o tom de voz. – Não quero que te aconteça mal por minha causa.

- Kim… - A mão dele pousou sobre a da rapariga.

- Kiseop… eu estou disposta a esquecer tudo o que aconteceu no passado, as tuas brigas, as traições, os joguinhos, tudo! Mas percebe que eu não posso mais ficar contigo…

- Kim…

- Deixa-me acabar! – Pediu. – Nós podemos ser amigos Kiseop, eu gosto de ti, sinto carinho. Mas nada mais… Eu agora estou bem aqui com o Kyuhyun e com as unnies, a maknae e o Doojoon e o Yesung oppas…

O rapaz ficou calado, fitando o teto. Kim suspirou. Aquilo não iria ser fácil, conhecia Kiseop demasiado bem para saber que ele não ia desistir assim.

- O que é que eu posso fazer para mudar a tua opinião loirinha? Diz que eu faço! Seja o que for! – Ele agarrou a mão de Kim com força.

- Kiseop…

- Por favor.

A loira mordeu o lábio, sem saber o que fazer. Após algum tempo de silêncio, finalmente abriu um sorriso.

- Descansa… é melhor termos esta conversa quando estiveres recuperado. Eu quero poder gritar contigo e bater-te, só assim é que tu ouves…

Kiseop sorriu.

- Fica aqui comigo. – Pediu. – Assim eu recupero melhor. – Ele afastou-se para o lado, deixando assim espaço para Kim se poder deitar.

- É melhor não…

- Só desta vez…

A loira não conseguiu resistir. Porque é que quando Kiseop fazia aquelas coisas ela acabava sempre por ceder ao que ele queria? Odiou-se a si própria por fraquejar novamente e jurou que aquela seria a última vez que fazia o que ele queria. “Estás a ficar profissional a fazer juramentos infundados Kim…” – Pensou para si própria enquanto se deitava ao lado dele.

Kiseop colocou o braço por cima do corpo da rapariga. Há tanto tempo que não estavam assim… queria que aquele momento durasse para sempre! Nunca mais queria que a loira saísse dos seus braços. Não a podia deixar afastar-se. Kim era dele e de mais ninguém.

“O que é que eu estou a fazer? O que é que eu estou a fazer? O que é que eu estou a fazer?” – Kim repetiu para si enquanto se deixava levar pelo calor do beijo de Kiseop, que entretanto já tinha atacado os seus lábios.

(continua...)

Apetece-me postar este vídeo, sem razão aparente.
Porque Super Junior nunca é demais, e eu ando viciada na música... o brinde do capítulo é ONE LOVE



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MensagemAssunto: Re: [Vários Kpop] Playing With Fire   Sex Mar 11, 2011 7:36 pm

antes de mais. eu amo essa musicaaa e nunca tinha visto o video mas estou apaixonada. eles sao tao perfeitos... a relação deles uns com os outros é tao unica que só me apetece chorar de alegria a ver esse video *-* tenho tantas saudades dos que faltam (principalmente o meu kangin! ele era tao a alma daquela banda! volta depressaaa) e de os ver mais activos T-T
e o meu heechul! <3

e em relação à fic! Opa já li tanto sem comentar que já nao sei o que dizer! Mas estou a amar tanto a fic! Isto é um vicio meu! Tanta acção e cenas brutais! Cada momento é melhor que o outro.
A tua imaginação e escrita deviam ser um tesouro nacional! xD a serio Ò_Ó
opaaa e eu apareço tanto! nem mereço! *a idiota que nao comenta*
ameeei todas as minhas cenas, a serio! AI e eu ia sendo violada! Eu sou tao fixe, mesmo assim eu sou cheia de garra, meu! Mas bem, o minho até que é um violador interessante ~~
Opa eu ri tanto e sustive tantas vezes a respiraçao nestes ultimos capitulos!
E a cena do brinco?! Morri. ate corri pelo quarto em desespero, nao acredito que ele encontrou a puta do brinco!
E a nossa mansao com ala hospitalar... espectaculo ~~
Eu fui a que fiquei em melhor estado por isso nao me pude aproveitar dos tratamentos medicos xDD
opa mas a cena do junsu matou-me! xDDD
o que raio andamos nós a fazer ao rapaz? :O
e a conversa dentro do quarto xD esta kim é mesmo eu! xD
mas meu deus... eu sou mesmo pute... xDD tudo me quer e eu quero tudo, porra! é minho, é kiseop, é minwoo, é junsu... santa mae de deus!
opa a pon coitada... o doojoon gosta mesmo delaaa e ela ainda tem mais tres! medico, chan e jonghyun :O vá, eu ajudo e fico com o jonghyun que é o que ainda teve menos contacto xD *a que quer todos!*
xDDD
opaaa continua mas éee que isto é demais!

por favor! *________________*
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MensagemAssunto: Re: [Vários Kpop] Playing With Fire   

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[Vários Kpop] Playing With Fire
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