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 [Super Junior] (KyuMin) Masquerade

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Cho MinTae
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MensagemAssunto: [Super Junior] (KyuMin) Masquerade    Dom Out 09, 2011 12:08 am

Apresentação ~


Vejam a letra com atenção, está com english subs ~ vai ajudar a perceber e dar ambiente à one-shot ~


Nota: Ije neun sarangeul hago shipeo = "Agora eu quero amar"

~~

O sol ia descendo no horizonte, anunciando o final de uma tarde amena na cidade de Seul. Um par de olhos negros observava atenciosamente como o céu anteriormente azul claríssimo ia ficando escuro e, perto da grande bola de fogo, assumia um tom alaranjado.

Era o anúncio de que a sua rotina iria recomeçar naquele dia, exactamente como em todos os outros.

O rapaz afastou-se da janela do quarto e cobriu os vidros com as cortinas avermelhadas. Avançou lentamente até à cómoda e sentou-se diante do enorme espelho. Afastou os fios de cabelo que lhe caiam sobre o rosto pálido e pegou num pedaço de algodão embebido num creme hidratante, passando-o no rosto. Depois espalhou um pouco de base na pele branca e aplicou um pó rosado na face, tentando dar alguma cor às bochechas para que parecesse mais saudável. Os seus dedos ágeis alcançaram um lápis preto com o qual delineou os olhos, e finalmente voltou a ajeitar uma parte de cabelo, fazendo-o cair sobre um dos olhos negros.

Contemplou-se no espelho. Estava perfeito. Obviamente.

Um único detalhe manchava o seu rosto angelical e delicado: a ausência de expressão. O seu olhar era tão morto, vazio de qualquer sentimento que chegava a dar arrepios. Os seus lábios grossos e rosados não conseguiam formar um sorriso, mesmo falso que fosse.

Vazio.

A sua máscara estava posta.

Ele levantou-se e pegou num pequeno frasco vermelho escuro. Borrifou algumas vezes a fragrância suave e intensa da Amourage no pescoço e nos pulsos.

Depois disso abandonou o quarto, pronto para cumprir mais uma noite de trabalho.

~~

O veículo negro foi abrandando a velocidade ao entrar por ruas mais estreitas e desertas daquela parte da cidade. Aromas exóticos e estranhos começavam a fazer-se sentir no ar e o condutor fechou o vidro escuro.

Os seus olhos colaram-se com desdém a um jovem vestido de negro que estava encostado a uma parede cinzenta de um prédio alto, como quase todos que rodeavam aquele local. Ele fumava um cigarro enquanto ajeitava algumas pontas do seu cabelo loiro. Mais à frente, outra pessoa do mesmo estilo. Magro, vestes negras, pele alva, no rosto delicado uma expressão vazia de fé. Mas no fundo, o condutor do Audi negro sabia que ele ainda tinha esperança que aparecesse alguém que o tirasse dali. Todos tinham, embora sempre o negassem. Quem não queria uma vida melhor, mais decente? O rapaz da rua sacudiu os cabelos avermelhados e ele continuou, já começava a avistar a placa de luzes de néon.

A sola dos seus sapatos italianos pisou o travão e o carro imobilizou-se na esquina de um edifício bastante bem cuidado (dentro dos padrões daquela zona). Ele saiu do carro, trancou-o e aproximou-se da frente da casa. Na placa de luzes vermelhas por cima da entrada podia ler-se “Masquerade”, o nome do estabelecimento. Não podiam ter escolhido nome que se adequasse mais ao local. Um antro do fingimento, falsidade, representação, um teatro de enganos. O mesmo tipo de peças eram ali encenadas todas as noites, sem excepção.

Ele vacilou antes de chegar à porta. Uma parte de si gritava-lhe desesperadamente todo o seu nojo em relação àquele local pérfido, pedia-lhe que se afastasse e não sujasse a sua alma com mais aquela heresia. Porém, os argumentos da outra parte contra-atacavam impiedosamente. O motivo que tinha para entrar no estabelecimento era muito forte. Mais forte do que qualquer outra coisa no mundo.

Recomeçou a andar, desta vez com passos determinados, e passou a porta, afundando-se mais um pouco naquele contra-senso viciante. Uma música de fundo começava a fazer-se ouvir.

Assim que alcançou o salão principal, os seus olhos curiosos rondaram o local à procura da única pessoa que queria ver. O seu coração já estava a bater mais forte só de pensar que iriam estar juntos novamente.

- Olá, olá… - Uma voz sensual surgiu atrás de si, assustando-o. Ele virou-se para encarar um rapaz de feições delicadas sorrindo-lhe sugestivamente. – Precisa de companhia?

Ele cerrou os olhos na direcção do rapaz que pareceu tremer um pouco. Não se deu ao trabalho de dizer nada, apenas virou as costas e continuou a andar, emaranhando-se entre pequenas mesas que eram maioritariamente ocupadas por homens acima dos quarenta anos.

Acabou por se imobilizar, petrificado, no centro do salão. Os seus olhos castanhos colaram-se nas costas largas de um velho balofo que prensava um rapazinho magro contra o balcão. Os seus punhos fecharam-se e os dentes cerraram. Se o seu olhar matasse, o velho já estaria a arder no quinto dos infernos!

Aquilo era demais, não aguentava presenciar aquele tipo de cenas mais alguma vez! Era hoje que tudo ia terminar.

Uma das suas mãos alcançou uma garrafa de champanhe que jazia numa mesa ali próxima e ela voou em direcção dos dois, partindo-se contra a parede do outro lado do balcão.

- LEE SUNGMIN!

Todos os presentes desviaram a sua atenção para o rapaz em fúria no meio do salão, inclusive o velho asqueroso que se afastou do rapaz de cabelos negros meio atarantado.

Ao ouvir o seu nome ser gritado daquela maneira por aquele timbre que conhecia tão bem, Sungmin distanciou-se mais do velho ao seu lado e olhou directamente para o dono daquela voz.

Sungmin piscou, atónito com o que os seus olhos viam… Não conseguia acreditar… Como?

Dois cristais líquidos deslizavam pela face de um Kyuhyun parado à sua frente.

#flashback#

Sungmin mordeu o lábio, pensativo. Não sabia classificar que espécie de “coisa” lhe estava a acontecer, só sabia que era errado. Não devia, nem podia, sentir aquilo. O seu patrão fora bem claro quando o contratou e ele mesmo já estava bastante bem treinado para não deixar aquilo acontecer.
Não podia amar. Era um amante mas jamais, jamais, amaria.

Sabia desse facto perfeitamente, tinha-o entranhado no coração há alguns anos atrás. E já parecia conformado com a solidão a que estava destinado.

Então porque é que agora queria amar?

Porque é que o seu corpo e mente ousavam desobedecer-lhe daquela maneira?

Suspirou e desviou os olhos para o lado, encontrando o moreno de olhos fechados, serenamente adormecido. O seu peito nu subia e descia tranquilo à medida que inspirava e expirava o ar.

“A culpa é tua…”

Uma das suas mãos pousou sore o rosto dele, sentindo a maciez dos seus lábios fartos, tão deliciosos de se beijar. Os dedos deslizaram para o pescoço magro, detendo-se na maçã-de-adão proeminente e depois desceram, acariciando de leve uma cicatriz que ele tinha no peito. Gostava de saber o que lhe tinha acontecido para ter aquela marca na pele imaculada, mas era contra as regras e não podia simplesmente perguntar sobre a vida de um cliente, embora aquele ser adormecido fosse bem mais para si do que um cliente que tinha de satisfazer…

- Ije neun sarangeul hago shipeo… - Sungmin sussurrou de maneira inaudível.

- Min… - A voz dele soou, rouca, assustando o mais velho que se afastou rapidamente.

- M-Mianhae! – Sungmin desculpou-se. Agora ainda tinha sido apanhado a observá-lo enquanto dormia…

- Aniyo… - Kyuhyun sussurrou e voltou a puxar o mais velho para si, este caindo sobre o seu peito. Fundiu os lábios nos dele.

~~

De todos os seus 25 anos de vida, aquela era a primeira vez que Cho Kyuhyun se deixava cair no desespero por algo ou, neste caso, alguém. Sempre tão centrado e racional, sem nunca se deixar abalar por nada, nem perder a cabeça, o moreno via-se agora aflito por uma situação inesperada.

Sentimento para si sempre foi uma coisa superficial, o tão aclamado amor não passava de uma coisa patética aos seus olhos. Não precisava de nada dessas porcarias lamechas! A sua vida já era bastante completa com o trabalho, assumia a presidência de uma das maiores empresas da Ásia ao lado do pai, com o jogo, o dinheiro, o álcool e o sexo fácil e sem qualquer tipo de compromisso.

Até que um dia isso tudo mudou e as suas bases ruíram.

O sentimento era agora importante e, mais relevante do que isso, Kyuhyun queria amar. Queria amar aquela pessoa da maneira mais arrebatadora possível!

Então porque é que Sungmin, mesmo sabendo do seu amor, recusava ser seu? Porque é que continuava a recuar, sempre insistindo que era incapaz de amá-lo como ele merecia?

- Ije neun sarangeul hago shipeo~!! - O seu grito soou por todo o apartamento.


#flashback end#

- Kyu… - O nome saiu num fio de voz de entre os lábios do moreno. Deu um passo em frente.

- Lee Sungmin! – Uma voz mais grave e autoritária soou e o rapaz estremeceu no seu lugar. Sempre que aquele timbre gritava o seu nome assim era porque estava em muito maus lençóis.

- Kim-sshi… - Sungmin sibilou, virando-se para o patrão furioso.

- Que merda se passa aqui Lee Sungmin? – O homem chegou perto dele e agarrou-lhe o braço com força. – Escândalos no meu estabelecimento? O que é que eu te disse?

- Mas, mas eu n-…

- Quem é o engraçadinho armado em bom? É o teu namoradinho, é? – O homem continuou. – Eu avisei-te tanto que não me arranjasses confusão! Estás lixado comigo… - Ameaçou, apertando tanto o braço de Sungmin que os seus dedos gordos quase penetraram a sua pele.

- Ahhhhh ~ - Ele gemeu com dor, cerrando os olhos.

- Ya! Kim-ah, quem é o filho da mãe que me tentou matar? – O velho, cliente de Sungmin, meteu-se, pedindo satisfações ao dono do bar. Olhou Kyuhyun de alto a baixo. – Isto não é lugar para gente do teu nível… - Comentou para o mais novo, observando o quão luxuoso e caro era o fato que dele envergava. – Se o pequeno não volta para os meus braços agora, eu exijo que me devolva o dinheiro Kim-sshi!

- Não! – O dono do bar elevou a voz. – Eu peço-lhe muitas desculpas pelo sucedido, o Sungmin irá prestar-lhe um serviço extra pelo incómodo. – O homem empurrou o corpo magro de Sungmin em direcção do homem de mau aspecto com força. Ele acabou por desequilibrar-se com a violência do movimento e caiu no chão aos pés do cliente.

- Min! – Kyuhyun gritou preocupado.

- Quanto ao amiguinho dele… vamos ter uma conversinha, nós os dois… - Kim olhou o maknae de alto a baixo.

- Vai-te embora daqui depressa! – Sungmin pediu ao mais novo enquanto o seu cliente o puxava, tentando levantá-lo do chão.

- Isso, ouve a tua puta e faz o que ele diz! E não voltes, fedelho! – O dono do estabelecimento acrescentou.

As palavras cruéis do homem foram o incentivo que faltava para o sangue do maknae entrar em ebulição e ele não aguentar mais. A sua mão direita viajou até ao cós das calças e de lá tirou um objecto.

- Chega desta merda! – A sua voz irritada soou e logo a seguir um disparo que explodiu com o candeeiro do tecto.

O dono do bar recuou um passo, surpreso e assustado e o velho que molestava Sungmin libertou-o. Os restantes clientes do bar ficaram apreensivos, reinou um silêncio no espaço.

Kyuhyun deu um passo em frente e apontou a arma ao velho.

- Afaste-se dele AGORA! – Ordenou. O homem obedeceu prontamente.

- Kyu…

A arma mudou de alvo, ficando apontada ao centro do peito do dono do estabelecimento.

- Nunca mais abra essa boca nojenta para falar do Sungmin! – O mais novo disse, ríspido. – Nunca mais ouse chamar-lhe seja o que for… seu filho da puta! – O homem engoliu em seco. – Nem nunca mais ouse tocar ou aproximar-se dele!

O homem encarou o Kyuhyun com um olhar raivoso, mas resignou-se a acenar positivamente às suas pretensões.

- Lee Sungmin! – Kyuhyun chamou-o para junto de si. Sungmin afastou-se do balcão com alguma incerteza, mas a meio do caminho até onde o mais novo se encontrava firmemente parado, apressou os passos.

O corpo trémulo embateu com tanta força contra o peito do mais novo que, se não fosse o braço forte de Kyuhyun o abraçar pela cintura, teria vacilado. Os olhos ainda húmidos e cegos de raiva olharam para o braço do mais velho, marcas vermelhas e roxas adornavam a sua pele branca. Vê-lo assim era mais um aperto no coração do maknae.

- Por favor Min… deixa-me tirar-te daqui de vez! – Kyuhyun sussurrou-lhe. – Aceita que eu te dê uma vida melhor…

Uma das mãos delicadas de Sungmin pousou de leve sobre o rosto de Kyuhyun, limpando a sua bochecha do rasto molhado da lágrima que caíra mais cedo.

- Baixa a arma… não arranjes problemas… jaebal… - Sungmin pediu, forçando o braço hirto dele para baixo.

- Vais deixar-me tirar-te deste antro? – O mais novo insistiu. – Vais deixar-me ama- - Foi interrompido.

- Sim. Tira-me daqui. – Sungmin finalmente disse. – Por favor tira-me daqui… eu não aguento mais…

Kyuhyun desviou o olhar de Sungmin e mirou o dono do bar com uma expressão maliciosa, de afronta.

- Espero que tenha entendido o recado… - Disse, antes de dar meia volta, arrastando Sungmin.

- Vais-te arrepender disto… - O homem ameaçou entre dentes, vendo-os afastar-se.

Kyuhyun parou de repente e mais um disparo soou. Kim viu um copo de cristal desfazer-se em mil pedaços ao lado da sua cabeça. Aterrorizado, a última coisa que viu foi um sorriso satisfeito, sacana, nos lábios do intruso que ousava enfrentá-lo, humilhá-lo à frente dos clientes e levar um dos seus melhores empregados embora.

Após correr para fora do bar e ser arrastado para junto de um luxuoso carro negro, Sungmin viu-se dentro do mesmo, percorrendo as ruas estreitas daquela zona a uma velocidade alucinante. Kyuhyun estava calado, tentando aliviar a adrenalina concentrando-se na condução. Havia um silêncio entre os dois. Sungmin esticou o braço e mexeu nuns botões, ligando o rádio.

- Kyu… - Chamou. – O Kim-sshi é perigoso… ele pode arranjar-te problemas… não devias andar por aí com uma arma… não devias ter atirado contra o bar… ou…

- Schhh… - O dedo indicador direito do mais novo pousou nos lábios dele, impedindo-o de continuar. – Eu não quero que te preocupes mais com esse nojento… ou com alguma coisa relativa àquele local… ou ao teu passado. Não interessa o Kim, não interessa nada… apenas que tu agora estás em segurança… aqui comigo.

- Também não interessa que eu seja um prostituto?

- Sungmin…

- Tens a certeza disto? Tens a certeza que queres manchar a tua reputação ao envolveres-te com alguém como eu?

- Sungmin! – Kyuhyun pisou o travão com força, fazendo o carro imobilizar-se quase de imediato. Olhou directamente para o hyung. – Eu não te disse já o que queria? Ainda duvidas, queres pôr-me à prova? Tudo bem, diz que eu faço… o que é que preciso de te provar mais?

- Não é nada disso Kyu! Tu não precisas fazer nada por mim…

- Aish! – O maknae bateu com a mão no volante. – Pára de ser complicado e aceita de vez que eu te amo!

Sungmin engoliu em seco.

- Deixa-me amar-te Minnie-ah, deixa-me cuidar de ti.

- Eu não preciso que cuidem de mim, sempre fiz isso sozinho, desde criança! – Sungmin ripostou.

- Que seja! Mas agora eu estou aqui! – Kyuhyun gritou. – Agora pára de falar e pára de fazer dramas!

- Ya Cho Kyuhyun! – Sungmin protestou, batendo-lhe no braço.

- Ije neun sarangeul hago shipeo… - O mais novo suavizou o tom de voz, aproximando-se mais de Sungmin.

- Kyu…

- Hum… - Os lábios do maknae roçaram nos do mais velho.

- Ije neun sarangeul hago shipeo… S-s-saranghae…

Kyuhyun sorriu antes de capturar os lábios rosados dele com os seus. Sungmin cerrou os olhos com força, sentido finalmente a liberdade de que sempre fora privado. Agora sabia que nunca mais precisaria colocar a sua máscara e fingir sentimentos. Agora podia amar de verdade. Agora podia ser amado de verdade.


Fim~
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Nayomira
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MensagemAssunto: Re: [Super Junior] (KyuMin) Masquerade    Qua Out 19, 2011 10:05 am

ohhhhh porqe é qe ainda ninguem comentou isto??? nao sou muito kyumin fa, mas esta one-shot ta suuuper fofinha!!! inclusive acho qe dava pa uma fic de uns quantos cap! XDDD
gostei imenso!!! ta mesmo gira!!!! parabens, min!!! podes fazer mais qe eu leio! XD ta um maximo! adorei o final! kyaaa *-*
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kim
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MensagemAssunto: Re: [Super Junior] (KyuMin) Masquerade    Dom Out 23, 2011 7:08 am

porque é que ultimamente eu só vejo e leio coisas relacionadas com prostituição? xD
Anywho, esta one-shot está demasiado pequena para a sua belezaaa. Amo!! Está tão profunda e amorosa, eles são um casal brutal para um cenário assim.
Mas pronto, vindo de ti já não é novidade. Continua a excelente escrita e traz à tona essas ideias geniais! *-*
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MensagemAssunto: Re: [Super Junior] (KyuMin) Masquerade    

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[Super Junior] (KyuMin) Masquerade
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