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 [DBSK] Nas asas de uma borboleta

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PonHyunMin
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MensagemAssunto: Re: [DBSK] Nas asas de uma borboleta   [DBSK] Nas asas de uma borboleta - Página 2 EmptyTer Set 14, 2010 7:05 pm

Aww o Junsu é adorável Razz Concordo com a Min, ele parecia uma criancinha toda entusiasmada por ir para o campo xD
Mas quando ele quer sabe o que diz han...
Opá aquelas miúdas da staff são umas invejosas do pior Evil or Very Mad Mas o Yunho respondeu-lhes bem u.ú
Eu por acaso achei que fosse calhar ao Yunho o palito mais pequeno xD
E eu queria mesmo que calhasse... *apanha*

Nhai *-* Aquela cena da Miriam de do Yun foi tão fofa *melts*
Derreteu-me completamente o coração *-*
Finalmente *-*

Estou a gostar tanto Nayo «3
More please ^^

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MensagemAssunto: Re: [DBSK] Nas asas de uma borboleta   [DBSK] Nas asas de uma borboleta - Página 2 EmptyTer Set 14, 2010 9:13 pm

Ohhh que fofo ^__^ *tambem quero*

Que puto autêntico aquele Junsu aos abraços à Miriam por irem pro campo
O Junsu è que tem umas ideias de mestre na volta queria que a Miriam ficasse com o Yunho na mesma cama e olha . .. ..
Ainda estou para ver as fotografias
Nehh aquelas raparigas invejosas . ... .havia de lhes nascer um pessegueiro no cu mas è ... a dor de cotovelo è lixada
e agora è que se vão roer de inveja xD
Agora eu vou andar à caça das borboletas tambem quero xD

Continua sim ?^^ Isto está cada vez melhor
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Nayomira
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MensagemAssunto: Re: [DBSK] Nas asas de uma borboleta   [DBSK] Nas asas de uma borboleta - Página 2 EmptyTer Set 21, 2010 9:02 pm

“Sabias que se pedires um desejo a uma borboleta ela leva-o até ao Grande Espírito para que ele o realize?”


[Capítulo 7 – “Manhã de Sol”]

“Uma sensação quente invade-me a cara. O meu cabelo voa com o vento que me golpeia sem piedade.
Uma criança senta-se ao meu lado. Mantém-se quieta, provavelmente com medo de me acordar do meu sono eterno de olhos abertos, lembrando-me de ti, que amei e perdi.
-Ojou-san?”

Era de manhã. Os primeiros raios de Sol entravam pelas janelas dos cinco quartos. JunSu acordou pacientemente e levantou-se. Olhou para o lado da cama contrário ao que dormira e continuou, sonolento, a caminho da casa de banho. Entrou na casa de banho, bocejando e lavou a cara. Mais desperto, ao olhar-se ao espelho e pensou, “Epah! Espera lá!”. Saiu apressado da casa de banho e voltou a olhar para a cama de onde se levantara. Esfregou os olhos e olhou de novo. Estava vazia.
JunSu, alarmado, saiu do quarto e encontrou JaeJoong, YuuChun e ChangMin no corredor.
-Olha, aí vem o Belo Adormecido. – disse ChangMin, irónico.
-É…Menos na parte do Belo. – replicou YuuChun.
Todos riram, menos JunSu, que continuava de olhos muito abertos e pálido.
-JunSu~ah? – perguntou JaeJoong, desconfiando que este devia ter alguma notícia grave.
-Mi-Mi-Miriam-chan… - balbuciou
.
-O que é que se passa com ela? – perguntou novamente JaeJoong.
-E-ela não está n-no quarto. – respondeu, ainda balbuciando.
-O QUÊ? – exclamaram os três.
Correram os quatro até ao quarto de JunSu e de Miriam e verificaram que estava, de facto, vazio.
-Esperem lá! – disse ChangMin, com um olhar malicioso.
-O que foi desta vez? – disse YuuChun, temendo alguma piada sarcástica.
-Não vos parece que falta aqui alguém nesta fotografia? – respondeu ChangMin.
Todos olharam uns para os outros e desenharam-se sorrisos trocistas nas suas bocas. Todos tiveram a mesma ideia e correram até ao quarto de YunHo. A porta estava entreaberta, mas não se vislumbrava nada lá para dentro.
Voltaram a olhar todos uns para os outros e por meio de gestos silenciosos encargaram JunSu de abrir a porta sem barulho. JunSu, a contragosto, fê-lo, o mais silenciosamente que podia.
Quando a porta do quarto se abriu resolveu-se o mistério. Ali estavam eles. YunHo e Miriam, a dormir, na cama de YunHo. Respiravam lentamente, numa sincronização perfeita. YunHo abraçava Miriam com o corpo e os braços enquanto dormiam e Miriam estava aninhada no seu peito, tão chegados que quase pareciam um só. YunHo estava em tronco nu e Miriam tinha os ombros descobertos com o seu cabelo comprido descansando sobre as suas costas. O resto dos seus corpos estava escondido pelo lençol branco. O pijama de Miriam estava aos pés da cama e a roupa de YunHo também, confundindo-se umas coisas com as outras.
Os quatro membros empoleirados na porta do quarto sorriram todos uns para os outros e murmuraram um “Fighting!” silencioso, felizes.
Uma hora mais tarde Miriam abriu os olhos. Sentiu dois braços fortes a abraçá-la e percebeu que tinha a cara no peito de alguém e sentiu o toque do seu corpo nu no do companheiro. Era uma sensação óptima, quente e apetecia-lhe ficar ali para sempre. Olhou para cima e viu YunHo a dormir. Estava lindo, respirando lentamente, numa paz pura, inquebrável. Sorriu e pensou que poderia passar o resto da sua vida assim.
Subiu um pouco o corpo de modo a ficar com a sua cara em frente à de YunHo. Esfregou o seu nariz no dele, sorrindo quando ele fez um trejeito, recusando-se a acordar. Miriam deu-lhe beijou-o e murmurou-lhe um “Bom dia” ao ouvido.
YunHo abriu os olhos demoradamente encontrando o rosto alegre e sorridente de Miriam quase colado ao seu. Pensou que isso era uma bela maneira de acordar.
-Bom dia, dorminhoco. – disse Miriam, ainda a sorrir.
-Olha quem fala. – respondeu YunHo, ainda a abraçá-la.
-Anda, levanta-te que temos uma sessão de fotos para fazer. – retorquiu Miriam.
Mas YunHo não a largou. Bem pelo contrário, puxou-a mais contra si, o toque dos seus corpos intensificando-se.
-Não…Deixa lá a sessão. Fica aqui comigo, assim. Para sempre. – a última frase foi dita ao ouvido de Miriam, fazendo-a arrepiar-se
.
YunHo notou e sorriu. Adorava a maneira como ela tremia quando ele lhe falava ao ouvido.
-Ai sim? E o meu trabalho, como fica, ó Senhor dor-- - começou Miriam.
Mas YunHo não a deixou terminar pois beijou-a em cheio na boca, um beijo frenético, que lhe tirou qualquer vontade de se levantar. As mãos de YunHo começaram a baixar pela linha central das suas costas, fazendo uma sensação de prazer percorrer o corpo dela. Miriam terminou o beijo e agarrou-lhe as mãos, que passavam para a sua cintura.
-Nem penses! – disse – Tenho trabalho para fazer!
-Bom saber que agora já sei como te apanhar. Para a próxima não me escapas. – respondeu YunHo, com um sorriso trocista.
Miriam corou e afastou a sua cara da dele.
-És mesmo um demónio. – disse, sorrindo. – Levanta-te! Ou por acaso estás com vontade que os rapazes nos vejam nesta figura?
YunHo admitiu silenciosamente que ela tinha razão. Só lhe faltava que o JaeJoong e os outros descobrissem.
Relutante, largou-a e levantaram-se os dois, vestindo-se com as roupas que estavam no chão.
Chegaram á cozinha rapidamente, pois YunHo tinha vindo todo o caminho atrás de Miriam, numa brincadeira, tentando roubar-lhe um último beijo e ela fugindo.
Quando chegaram á cozinha encontraram os quatro membros estavam a tomar um sumptuoso pequeno-almoço, com bolachas, torradas, chá, café, leite e tudo mais que se podia pedir. Obra do JaeJoong. Quando YunHo e Miriam chegaram à cozinha os quatro rapazes olharam para eles e sorriram sarcasticamente. Miriam e YunHo perceberam porque é que a porta do quarto de YunHo estava aberta, apesar de (Miriam ainda estava consciente de que o fizera com o pé) a tivessem fechado na noite anterior.
Coraram muito violentamente enquanto os quatro rapazes se riam.
-Seus!! – disseram em coro Miriam e YunHo, ainda corados.
-Ora…Estávamos preocupados, Miriam-chan. Tu não estavas na minha cama, por isso decidimos investigar a cama de outrem. *Ue Kyang Kyang* - disse JunSu, entre risos.
-É isso mesmo. – concluiu JaeJoong – E estamos muito felizes. Finalmente pararam de andar às turras, vocês os dois. – terminou, com um sorriso.

YunHo e Miriam olharam-nos e olharam-se, sorrindo.
Sentaram-se e tomaram o pequeno-almoço todos juntos.
Miriam saiu para se ir arranjar e os cinco THSK ficaram sozinhos na cozinha. No momento em que Miriam saiu todos os olhares se viraram para YunHo.
-Como? – perguntou JaeJoong.
-Quando? – disse ChangMin.
-Como foi? – disse YuuChun.
-Eu sabia que os meus conselhos resultavam. – disse JunSu.
YunHo olhou para todos e com cara de póquer disse:
-Não sabem que um cavalheiro não fala dessas coisas, seus curiosos?
Levantou-se e começou a andar para a porta da cozinha, pois também tinha que se arranjar. Todos ficaram desiludidos e deram-lhe um olhar assassino.
Antes de sair, YunHo parou e olhou para os rostos dos amigos.
-Melhor do que vocês imaginam.
E continuou o seu caminho. Os quatro membros entreolharam-se e riram.
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MensagemAssunto: Re: [DBSK] Nas asas de uma borboleta   [DBSK] Nas asas de uma borboleta - Página 2 EmptyQua Set 22, 2010 3:35 pm

Aish! Já tinha saudades disto *-*
Opá, este capitulo foi uma comédia xD Fartei-me de rir do inicio ao fim xD
Nhai, a Miriam e o Yunho a dormirem juntos *-* (deviam estar cansados, pois... Cool *apanha forte*)

Citação :
Todos olharam uns para os outros e desenharam-se sorrisos trocistas nas suas bocas. Todos tiveram a mesma ideia e correram até ao quarto de YunHo. A porta estava entreaberta, mas não se vislumbrava nada lá para dentro.
Voltaram a olhar todos uns para os outros e por meio de gestos silenciosos encargaram JunSu de abrir a porta sem barulho. JunSu, a contragosto, fê-lo, o mais silenciosamente que podia.

Ia morrendo de tanto rir só de imaginar isto XDD
Eles são tão parvos, mas ao mesmo tempo, adoráveis xD

E na cozinha, quando Junsu disse que teve de ir procurar na cama de outrem xD (também quero ter um pequeno almoço assim todos os dias D: )

Gostei mesmo deste capítulo 8D
Continua Nayo-chan ^^

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MensagemAssunto: Re: [DBSK] Nas asas de uma borboleta   [DBSK] Nas asas de uma borboleta - Página 2 EmptyQua Set 22, 2010 5:53 pm

Nehhh concordo com a Pon isto foi rir do inicio até ao fim com as atitudes daqueles quatro

Citação :
-Olha, aí vem o Belo Adormecido. – disse ChangMin, irónico.


-É…Menos na parte do Belo. – replicou YuuChun.
Eu parti-me a rir com esta parte , eles são malvados tadinho do Junsu

Para além de castiços eles são uns cabaneiros do pior .. . . .
O Yunho è que os lixou quando disse que um cavalheiro não falava dessas coisas xD

Continua sim ?^^
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MensagemAssunto: Re: [DBSK] Nas asas de uma borboleta   [DBSK] Nas asas de uma borboleta - Página 2 EmptyDom Nov 07, 2010 6:04 pm

Peço imeeeensa desculpa por me ter esqecido de postar isto, especialmente porqe ja esta acabado há qe seculos! nao me esqeço mais! xD esperu qe gostem:


“Sabias que se pedires um desejo a uma borboleta ela leva-o até ao Grande Espírito para que ele o realize?”

[Capítulo 8 – “Acreditas?”]

“-Ojou-san? Ojou-san?
Uma voz chama, ao longe, como no fundo de um túnel. Eu…Quem é? Mas nenhum som deixa a minha boca.
-Ojou-san?
Novamente o chamamento. De certa maneira, é uma voz familiar. Não, não lhe respondo. Não tenho forças para falar, para que esforçar-me?
-Ojou-saaaaan?
Desta vez sinto um puxão na minha camisola. Ignoro a voz, ignoro tudo e volta tudo a cair no silêncio. Mas a criança incessante continua ali, à espera que eu lhe responda.”


-Miriam? Ei, Miriam!! Miriiiiiammmmm!!!
Miriam pestaneja e volta-se. Encontra a face sorridente de YunHo. Ri-se.
-Que queres, chato? – diz, ainda sorridente.
-Acordar-te do teu sonho em pleno dia. – responde-lhe YunHo. – O que estavas a fazer?
Miriam volta-se para onde estava antes que YunHo a despertara. Tem a mão numa grande janela da casa, uma janela que vai do teto até ao chão. Miriam mira o exterior. Lá fora, o jardim dá as suas primeiras flores, brindando a Primavera como convém.
YunHo coloca-se ao seu lado.
-Em que estavas a pensar? Parecias muito concentrada. – pergunta.
Sim. Em que estava ela a pensar? Passaram-se três semanas desde a noite em que dormiram juntos e encontravam-se neste momento na casa dos THSK, em Tóquio. Miriam agora fazia parte da rotina da casa.
Desde daquela noite, Miriam vivia como num sonho. Sentia-se completa ao lado de YunHo e isso fazia sentir-se mais feliz que nunca. YunHo sentia da mesma maneira, mas Miriam nota por vezes o seu distanciamento, especialmente quando estão com outras pessoas. Ele evita o contacto e chega a ignorá-la. Era nisso que Miriam pensava? Sim…Mas não só. Algo a atormenta. Um sentimento de preocupação, apreensão que por vezes a assalta, mas não sabe muito bem porquê. Surge-lhe como ataques de pânico súbito e como pesadelos, por vezes, à noite. Como se pudesse perdê-lo. Não percebe muito bem porque lhe acontece isto mas deseja fervorosamente que ele jamais saia da sua beira.
-Miriam, estás bem? – volta YunHo, reparando no silêncio da companheira.
-Hm…Sim, estou. – responde Miriam, aproximando-se dele e segurando-lhe a mão.
YunHo sorri e pensa que poderia passar a sua vida assim, segurando naquela mão cálida, olhando as flores por um vidro fosco de uma janela.
-YunHo.
-Diz.
-Tu…Acreditas?
-Acreditar no quê, borboleta? – YunHo vem utilizando aquele nome para a adressar de há uns dias para cá. Quando Miriam lhe perguntou porque, diz que é um nome que tem muito a ver com ela, e com a história dos dois. Miriam assente e já se habituou àquele acto de carinho.
-No que cantas. – YunHo olha-a, sem entender. – Quero dizer…Nas canções que vocês cantam. No tipo de amor que vocês descrevem nas vossas canções. Achas que se pode encontrar um amor assim?
YunHo olha-o surpreendido e depois a sua expressão torna-se terna enquanto dois grandes olhos avelã o miram. Sorri e diz, enquanto se aproxima para abraçar Miriam:
-Não sei. Talvez. Mas acho que de certa forma sempre usei as minhas canções de forma a atrair esse amor até mim. Talvez para poder saber se realmente existe.
Miriam retribui o abraço e aninha-se no seu peito.
-Já o encontraste? Ele já veio ter contigo? – pergunta.
-Talvez.
Miriam sorri. Durante aquele abraço de novo um pânico assalta-a. “Não me deixes por favor!”, pensa, tremendo e aninhando-se mais no peito de YunHo.
YunHo nota. Não é a primeira vez que nota. Às vezes, quando estão juntos, a dormir, ela acorda subitamente a tremer e agarra-se a ele. Cada vez que ele pergunta o que se passou, ela responde que foi um pesadelo e ele abraça-a e conforta-a, enquanto ela murmura “Não me deixes”, baixinho, pensando que ele não consegue ouvir.
Esta vez não é excepção. YunHo abraça-a ainda mais e depois separa-se dela, beijando-a.
-Ó pombinhos, vamos lá embora! Afinal não íamos almoçar? Já tenho fome, caramba!
Os dois separam-se e olham para a soleira da porta. É ChangMin. Tinham combinado ir almoçar todos juntos.
Miriam é agora como um membro a mais do grupo. Os rapazes têm-na como mais que uma amiga, quase como uma irmã, principalmente desde que está com YunHo. Convidam-na todos os dias, depois das sessões, para ir a casa deles, onde ela acaba por dormir, obviamente, com o YunHo. E mesmo quando ela está em outras sessões eles telefonam-lhe constantemente dizendo que o YunHo tem saudades dela e que querem vê-la, fazendo verdadeiras guerras ao telefone, para divertimento de Miriam. A única coisa que incomoda Miriam é a maneira como as pessoas a olham quando está com eles, principalmente as que fazem parte da equipa técnica. Frequentemente, ouve comentários, alguns muito maldosos que lhe dão vontade de chorar, mas não conta a nenhum dos membros. Apesar da distância que ela e YunHo, principalmente este último, demonstram em público, ela não pode negar ser amiga deles e actuar como tal, aumentando os rumores sobre si e uma possível relação proveitosa com um dos membros, ou até com todos.
Apesar disso, divertem-se imenso e Miriam sente realmente que encontrou tudo o que sempre buscou toda a sua vida. Um lugar a que pertencesse, uma pessoa a quem amasse e amigos fiéis e divertidos.
Mais uma noite, como as muitas, em que Miriam foi convidada para jantar. Está sentada no sofá da sala, já que JaeJoong diz claramente que não precisa de ajuda e não quer mãos alheias nos seus cozinhados. Todos os membros estão em diferentes partes da casa e Miriam está sozinha na sala. Descalça, tem as pernas encolhidas, perto dos braços e fita o nada. Continua a pensar, não sabe muito bem em quê.
De repente, sente uma depressão no sofá e olha em frente. ChangMin está à sua frente, sorridente.
-Estás bem? Ultimamente pareces-me meia…Aérea. – diz.
-Estou, Min, estou bem. Obrigada. – responde, com um sorriso.
-Hm…Não sei porquê mas isso soa-me a falso. Vá lá. É alguma coisa com o YunHo? O que é que esse idiota vez desta vez? – volta.
Entretanto, YunHo, noutra parte da casa, espirra violentamente.
Miriam ri-se.
-Não, não é ele. Quer dizer…É e não é! Hm…Não sei bem. – responde.
-Eu sabia que aquele tinha armado alguma! Eu sou mais alto do que ele, se quiseres armo-lhe uma cilada. – respondeu ChangMin, piscando o olho.
Miriam volta a rir-se.
-Não! Não é nada de extremos.
-Então? O que é?
-É que, às vezes sinto que ele não quer mostrar que está comigo, percebes? Quer dizer…Evita sempre o contacto em público e evita caminhar ao pé de mim. De vez em quando, apanho-o a olhar para mim, mas quando me viro ele desvia a cara. Depois, quando voltamos a estar só os seis, ou quando estamos só os dois, o YunHo que eu conheço volta. O YunHo carinhoso, que me abraça e me trata de uma forma tão delicada como se eu fosse uma verdadeira borboleta. O YunHo com quem tenho conversas divertidas, com o que me sinto completa. O YunHo que me beija docemente, como mel. O YunHo com quem me deito e me trata com ternura e que me leva ao céu com tudo o que faz. Percebes? É como se estivesse com dois YunHo’s diferentes.
-Havia aí pormenores que eu escusava de ouvir. – diz ChangMin, com voz sarcástica.
Miriam ri-se ainda mais.
-Desculpa. Queria só valorizar o meu ponto de vista. – diz, ainda a rir-se.
-Mas sim, percebo. – continua ChangMin. – Sinceramente, eu acho que o YunHo-kun tem medo.
-Medo? – repete Miriam, com ar intrigado.
-Sim. Como se dissesse que está contigo fosse quebrar algo dentro dele, ou dentro de ti. Acho que é por isso que ele evita estar contigo em lugares públicos. Porque sabe que se estiver sequer perto de ti que não consegue controlar-se, abraçar-te, ou dar-te a mão. E por isso, evita estar ao pé de ti.
-Isso é estúpido. – responde Miriam.
-Eu sei! Mas o YunHo às vezes tem ideias e pensamentos muito estúpidos. É um idiota, portanto. – diz ChangMin, rindo-se.
YunHo, ainda noutro canto da casa, volta a espirrar.
Miriam ri-se com ChangMin e diz:
-Obrigada, Min. Isso animou-me bastante.
-De nada. Sempre um prazer ajudar damas em apuros.
-Andas a roubar as falas do YunHo? – pergunta Miriam, sarcástica.
-Ele pode ser um idiota, mas tem que se ir aprendendo qualquer coisinha.
ChangMin levanta-se e encaminha-se para a porta da sala.
-Ei, Min! – acrescenta Miriam.
ChangMin vira-se.
-Para quem nunca teve nenhuma namorada percebes muito destes assuntos. – termina Miriam.
-Oh bem…Os rumores são tramados. Nunca acredites em tudo o que ouves. Nem que venha de mim próprio. – responde ChangMin, enigmaticamente, saindo.
“Os rumores são tramados.”, pensa Miriam, suspirando, “E eu que o diga.”.
Miriam levanta-se e decide vaguear pela sala, a fim de expulsar aqueles pensamentos da sua cabeça. Chega até a uma estante de livros. Passa o dedo por alguns e nota os títulos ridículos de maior parte da colecção. “ “O apologismo do supérfluo”? “A teoria dos 100 chapéus”? Eles lêem isto? Por favor! Eu nem acredito que alguém edite isto, quanto mais ver pessoas a comprá-los. E depois eu é que sou a estranha.”. Mal acaba este pensamento Miriam sente dois braços fortes a agarrá-la nas pernas e nas costas e a pegá-la ao colo. Miriam, alarmada agarra-se intuitivamente ao pescoço de quem a agarrou e depois é que repara que é YunHo.
-Olha senão eras tu! Não me largues! – diz Miriam, ainda assustada.
-Achas que eu alguma vez te deixava cair, borboleta? – responde YunHo, sorridente, beijando-a demoradamente
.
Depois das suas bocas se separarem Miriam ri, mas continua agarrada ao pescoço de YunHo, ainda alarmada. YunHo diverte-se com a situação e agarra-a ainda mais para si.
-Ei!
Uma voz ouve-se na porta da sala. YunHo vira-se, ainda com Miriam nos braços e agarrada ao seu pescoço. A figura de YuuChun desenha-se na porta. Quando YunHo se vira a expressão de YuuChun mudou para uma de surpresa e estupefacção.
-Mas o que raio estão vocês a fazer? – pergunta, ainda surpreso.
-A culpa é dele. – diz Miriam, apontando com a mão para YunHo, com um braço ainda à volta do pescoço do amante.
YunHo sorri e pousa Miriam no chão, delicadamente.
-Esqueçam, eu não vou perguntar! Não vale mesmo a pena. – diz YuuChun, com expressão de derrotado e pondo as mãos ao alto. – O JaeJoong está a chamar para comer.
YunHo e Miriam riem e enquanto vão os três em direcção à cozinha, Miriam pergunta:
-O que raio é “A teoria dos 100 chapéus”?
-Isso são coisas dele. – responde YunHo, apontando para YuuChun.
-Falou o senhor do “Água e água” e “Os furacões mais famosos”. – diz YuuChun, cortante.
-Mas vocês nunca ouviram falar em livros normais? – pergunta Miriam, com cara de surpresa.
-Digamos que o nosso negócio é mais a música e não tanto os livros, borboleta. – responde YunHo.
-Ainda bem! – responde Miriam.
Os três riem e entram na cozinha, onde o ChangMin já está sentado e o JaeJoong começa a servir os pratos.
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MensagemAssunto: Re: [DBSK] Nas asas de uma borboleta   [DBSK] Nas asas de uma borboleta - Página 2 EmptyDom Nov 07, 2010 8:15 pm

Omo, eu já tinha saudades disto *-*
Espero bem que não te esqueças mais desta fic Nayo-chan ^^

Opá o Yunho e a Miriam fazem deveras um casal fofinho *-*
Mas que tem ele para a ignorar? Se calhar não quer expô-la demasiado...já se sabe como são os paparazzis -.-
Aquelas pessoas idiotas continuam com as boquinhas? A dor de cotovelo é lixada Rolling Eyes

Citação :
-Eu sabia que aquele tinha armado alguma! Eu sou mais alto do que ele, se quiseres armo-lhe uma cilada. – respondeu ChangMin, piscando o olho.

Ahah, how cute *-*
O Changmin foi super engraçado e fofo neste capítulo xD
Gosto tanto das brincadeiras e das conversas que eles têm uns com os outros ^^

Quero mais, nhai *-*

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MensagemAssunto: Re: [DBSK] Nas asas de uma borboleta   [DBSK] Nas asas de uma borboleta - Página 2 EmptyDom Nov 07, 2010 9:21 pm

Nehhh Nayo , este capitulo ficou tão docinho
Buuaahhh o Changmin , tão engraçado quando disse que dispençava ouvir algumas coisas
A Miriam e o Yunho são mesmo fluflly's
Opa esse tipo de pessoas è mesmo nojentinha . Que comprem um cu e falem para ele . Estou como a Pon a dor de cotovelo è tramada . Ele havia era de espetar um beijo daqueles à maneira à Miriam e ver a cara das pessoas xD

Nehh continua sim ?^^
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MensagemAssunto: Re: [DBSK] Nas asas de uma borboleta   [DBSK] Nas asas de uma borboleta - Página 2 EmptySex Nov 12, 2010 3:48 pm

Voces sao uns amores!!! *abraça todas* aqi vai mais um!


“Sabias que se pedires um desejo a uma borboleta ela leva-o até ao Grande Espírito para que ele o rea
lize?”



[Capítulo 9 – “Duas palavras”]

“Abraço-me a mim própria como se a parte de mim que perdi pudesse voltar algum dia
.
O rio continua o seu caminho, indiferente. E as pessoas do parque continuam as suas vidas, alegres, como se nada mais existisse.
Gotas salgadas molham-me os lábios. Estou a chorar… Pensei que tinha secado todas as lágrimas do meu corpo mas…como de costume…estava enganada. Oh meu deus, leva-me esta dor, leva-me para ao pé dele. Por favor…
Sinto um calor encostado à minha pele…Olho à volta e vejo o pequeno rapaz abraçando-me.
-Ojou-san…Não chores.
És-me…Familiar…Quem és tu?”

“Parece que te conheço há tanto tempo. As tuas feições, o teu jeito, os teus olhos, a tua cara adormecida… Parece que sempre estive à tua espera. Completas-me, meu amor… Nunca me deixes.” É madrugada. Miriam está deitada, na mesma cama de YunHo, na casa dos THSK, em Tóquio, como em tantas outras noites.
Mas Miriam não está a dormir. De facto, não conseguiu dormir mais do que uma hora e desistiu de tentar há várias. Em vez disso, olha para YunHo. Está adormecido, ao seu lado, de frente. Tem a mão à volta da cintura dela, como sempre faz quando dormem juntos. Múltiplos pensamentos passam pela cabeça da rapariga, enquanto passa a mão delicadamente pela cara do amante. Passa os dedos pelo cabelo e desce pelo nariz, passando pelos lábios, tão suaves, e pelos olhos, fechados. Quando chega ao olho esquerdo detém-se e acaricia a cicatriz que desce pelo canto do olho de YunHo. Ele nunca lhe tinha dito como a tinha feito, e ela nunca tinha perguntado. De qualquer maneira, ele sabia que ela tinha reparado nela e verdade é que Miriam adorava aquele sulco na cara dele. Dava-lhe um ar de mistério e fofura, tudo ao mesmo tempo. Não sabia explicar. Todos os pequenos pormenores nele a fascinavam…A cicatriz, o pequeno sinal por cima do lábio superior…Era como se o seu amante fosse uma descoberta constante, e cada vez mais fascinante.
Ainda tinha a mão delicada no canto do olho dele quando os olhos de YunHo se abriram, preguiçosamente. Miriam ficou espantada e antes que ele reparasse no que ela estava a fazer retirou rapidamente a mão e fechou os olhos, fingindo estar a dormir.
YunHo abriu os olhos e contemplou a face à sua frente. Sorriu ao ver a imagem de Miriam adormecida. A respiração controlada e o cabelo a cair-lhe pela cara faziam com que ele quisesse ficar ali para sempre. Passou a mão delicadamente pela franja da amante, tirando-lhe o cabelo dos olhos. Miriam fez um trejeito. A sensação das mãos dele a tocaram-lhe fazia com que um formigueiro percorresse o seu corpo até às pontas dos pés.
YunHo voltou a sorrir quando reparou. Sabia que ela não estava a dormir. Tinha notado ela a tocá-lo e sabia que não queria que ele se apercebesse, por isso fingia dormir. Mas não se importou. Continuou a afastar-lhe o cabelo e começou, com o dedo indicador, a passar pela linha central da cara, passando pelo nariz e finalmente pelos lábios. Como gostava dos lábios dela. O lábio superior era mais fino que o inferior e isso dava-lhe uma dimensão e um sorriso que YunHo simplesmente adorava
.
Miriam sentiu uma mão nas suas costas e sabia que ele estava a fazer aquilo de propósito.
-Pára! – disse, em surdina.
-Eu sabia que não estavas a dormir. – respondeu YunHo, sorrindo.
Miriam corou. Maldito homem! Reparava em tudo.
YunHo beijou-a e as suas mãos dirigiram-se instintivamente por baixo da camisa de Miriam, passando das costas para a cintura e continuavam a dirigir-se para cima.
Miriam continuava a beija-lo com e as suas mãos pareciam ter vida própria, acariciando o peito e as costas de YunHo.
Subitamente, Miriam parou e separou a sua boca da de YunHo.
-O que foi? – perguntou YunHo, baixinho.
-Esqueceste-te que dormimos com mais quatro rapazes dentro deste quarto, esperto? – respondeu prontamente Miriam, também em surdina, retirando as mãos de YunHo do seu peito e puxando a camisola para baixo.
-Ah…Pois…Esqueço-me sempre destes pormenores. – respondeu YunHo, visivelmente desapontado.
Miriam riu e deu-lhe um beijo rápido nos lábios, mordendo docemente o lábio inferior dele.
-Boa noite! – disse, sorrindo, pois sabia o efeito que aquele beijo tinha tido.
-Adoras provocar-me, não adoras? – respondeu YunHo, puxando-a mais para si, aninhando-a no seu peito. – Boa noite.
Os dois adormeceram e ninguém reparou em ChangMin, que dormia na cama ao lado deles, tentando conter o riso mas feliz ao mesmo tempo, porque via dois amigos seus tão apaixonados.
O dia chegou rapido e a tarde ainda mais. Miriam e os rapazes, pela primeira vez em bastante tempo, tinham uma sessão de fotos juntos.
Chegaram ao estúdio com grande alegria e a conversarem animadamente, como sempre.
No primeiro intervalo da sessão Miriam e os rapazes sentaram-se todos juntos, a beber café. Ou melhor, quase todos. YunHo não estava. Miriam notou a sua ausência e levantou-se à procura dele. Procurou pelo estúdio inteiro mas não o viu. Chegou alarmada ao pé dos rapazes, dizendo:
-Su, Min, Jae, Chun, não encontro o YunHo em sitio nenhum! Vocês viram para onde ele foi?
Os rapazes miraram-se uns aos outros e disseram em conjunto:
-Não, não o vimos.
-Será que se passou alguma coisa? – voltou Miriam.
-Aposto que está só por aí sozinho à procura de flores, como sempre. Não te preocupes. Mas se te tranquiliza nós vamos á procura dele. Vamos lá, rapazes. – respondeu JaeJoong.
Todos os rapazes se levantaram.
-Obrigada. – disse Miriam.
Todos foram em direcções diferentes, procurando e perguntando por YunHo a toda a gente.
YuuChun encostou-se a uma parede, derrotado.
-Hyung, onde raio é que te meteste? – perguntou em voz alta, para ninguém.
Nisto, olhou para o chão e viu uma foto. Pegou nela e olhou para frente. Era uma porta que dava para a rua. Para um beco. Viu algumas sombras a mexerem-se violentamente lá fora. Guardou a foto no bolso e dirigiu-se até à soleira da porta.
O que o viu chocou-o. Era YunHo. Tinha-o encontrado mas não esperava encontrá-lo assim. Lá fora estavam dois membros que YuuChun reconhecia da equipa técnica e YunHo em poses não muito amigáveis. Um deles tinha o olho negro e o outro estava de punhos erguidos, em frente a YunHo. Este último tinha um fio fino de sangue a sair-lhe do lábio e estava visivelmente cansado.
-Então, já cansado? – disse o homem que estava em frente a YunHo.
-Não para te desfazer aos pedaços pelo que disseste. – respondeu YunHo.
-O quê? Só porque estávamos a dizer a verdade? – disse o que estava mais ao lado, com o olho negro.
YunHo ergueu um punho e deferiu o golpe para o homem à sua frente, falhando por milímetros. O homem do olho negro, aproveitando-se deu-lhe um forte murro no estômago, deixando YunHo a arquejar de dor. Apesar disso, levantou-se novamente e preparou-se novamente para atacar.
-Ainda não percebeste, Chiaki? – disse o homem que tinha acabado de bater a YunHo para o outro. – Ele está todo afectado porque anda a enrolar-se com aquela fotografazinha de meia tigela e provavelmente não aceita a verdade.
-Pois é, Mikado. – disse o que estava em frente de YunHo. – As verdades doem. E a verdade, “estrela internacional”, é que ainda não percebeste que a tua namoradinha anda a dormir com todo o grupo! É uma ocidental rameira! É o que toda a gente diz…É uma verdadeira pu...
Não conseguiu acabar a frase porque YunHo atacou fortemente, dando um enorme soco na cara do que tinha falado, deixando-o estendido no chão.
-Tu não voltas sequer a referir-te a ela, percebeste? Formas de vida ordinárias como tu não têm o direito de falar de uma pessoa como ela. – disse YunHo, agarrando o homem que tinha acabado de derrubar pelo colarinho.
O outro homem estava prestes a atacar novamente quando YuuChun decidiu que já tinha visto o suficiente e avançou para o beco.
-Acabou-se a pancadaria! – disse, em tom autoritário.
Todos os três homens olharam-no. Os dois que estavam a debater-se com YunHo começaram a andar de volta para o estúdio, mas YuuChun parou-os com um braço quando eles passaram.
-Se volto a ver a vossa cara neste estúdio ou perto dos THSK sequer, arruíno-vos a vida, perceberam? – disse, com olhos assassinos. – Desapareçam-me da frente. Para sempre.
Os homens, aterrorizados, voltaram para dentro, convencidos a tomar as ordens de YuuChun a sério.
YuuChun olhou da porta para YunHo, que estava com as roupas todas amachucadas e com algum sangue e continuava a sangrar do lábio. Aproximou-se dele e YunHo desviou o olhar.
-Mas o que é que raio te deu na cabeça, hyung? – começou a dizer, em coreano. – Pegares-te à pancada com dois membros do staff? O que é que queres? Que isto amanhã esteja em todos os jornais e mais alguns, com letras garrafais? Já devias saber que temos uma imagem a manter, caramba!
YunHo cerrou os punhos.
-Eles abusaram! Foram eles que começaram. Eu sei que não devia ter feito o que fiz mas não consegui controlar-me, entendes? Foi mais forte que eu! Eles falaram sobre… - começou.
-A Miriam-chan, eu sei. – terminou YuuChun agarrando YunHo e virando-o de frente para ele.
-Então ouviste o que eles disseram sobre ela? – perguntou YunHo, limpando o sangue do lábio.
-Sim, ouvi. – respondeu YuuChun, assentindo.
-E achas que eu ia deixar que eles falassem assim dela sem mais nem menos? – perguntou novamente YunHo.
YuuChun deu-lhe uma chapada leve na testa.
-Vê se percebes! Ela é uma rapariga que todos nós adoramos e que acontece estar apaixonada por ti e vice-versa. Vai sempre haver destes rumores. Vais sempre ouvir gente a falar sobre ela. Está sempre perto de nós, praticamente vive connosco. É claro que os invejosos e os alcoviteiros vão sempre achar que sabem tudo. – disse YuuChun.
YunHo mirou-o e depois baixou a cabeça, percebendo que ele tinha razão.
-Pergunto-me se quantas vezes terá ela ouvido gente a dizer coisas sobre ela. – disse.
-Se ouviu, foi bem mais consciente que tu, já que não se pôs às chapada e ao murro a ninguém. E por falar nela, ela anda á tua procura. Aliás, andamos todos. Quem te manda desaparecer assim? – respondeu YuuChun.
-Sim, eu sei…Desculpa. – disse YunHo, caminhando para a porta.
-Hey, hyung! Esqueceste-te disto. – falou YuuChun, caminhando para ele e entregando-lhe a fotografia que tinha no bolso.
-Como é que…? – começou YunHo.
-Deves tê-la perdido quando vieste fazer-te de forte com aqueles idiotas. Encontrei-a à beira da porta. – respondeu YuuChun, voltando para dentro.
YunHo sorriu, olhou para a fotografia, guardou-a no bolso e voltou para dentro.
-Mas onde raio e que tu andaste? – gritou Miriam, atirando-se nos braços de YunHo.
YunHo sorriu, abraçou-a e respondeu:
-Por aí. Já voltei, borboleta.
Miriam afastou-se e franziu o sobrolho.
-Mas o que fizeste tu às tuas roupas? – perguntou. – E o cabelo? E…estás a sangrar do lábio. YunHo, o que é que se passou?
Miriam tinha a cara mais preocupada que algum dos membros tinha alguma vez visto.

YunHo sorriu e beijou-a.
-Não interessa. Desculpa. – respondeu. – Eu vou trocar-me, já volto. – terminou, olhando para o grupo.
Miriam não estava convencida e foi atrás dele depois de uns minutos. Os restantes membros puseram-se à volta de YuuChun para ouvirem a história.
Miriam seguiu YunHo e colocou-se à porta do vestuário, onde ele se estava a trocar e perguntou:
-Porque não me dizes a verdade?
YunHo estava de tronco nu, com a camisola nas mãos. Tinha acabado de vestir as calças. Sentiu a preocupação genuína na voz dela e parou o que estava a fazer.
-Não se passou nada, borboleta. A sério. – respondeu, sentindo-se culpado por mentir.
-Claro! A tua roupa, o teu cabelo e esse lábio apareceram por magia. – disse, irrompendo pelo vestuário adentro. Aproximou-se e tocou-lhe na face, no lábio magoado e novamente parou na cicatriz do seu olho. Tinha lágrimas nos olhos.
YunHo fechou os olhos, sorriu e pôs a mão por cima da dela, ainda na sua cara.
-Desculpa. Eu prometo que não foi nada! A sério. Por favor, não chores por mim. – disse, abrindo os olhos e limpando-lhe as lágrimas com a outra mão, delicadamente.
Miriam sentiu as lágrimas a correrem pela sua face e pôs as mãos por cima dos olhos, chorando baixinho.
YunHo começou a sentir os seus olhos cheios de lágrimas também e aproximou-se para a abraçar.
-Eu amo-te. – disse YunHo ao ouvido de Miriam.
Miriam parou de chorar e afastou-se do abraço dele. Tinha os olhos muito abertos. Estava à espera de tudo, mas decididamente, não daquilo.
-Tu…O quê? – perguntou, incrédula.
-Eu amo-te. É isso. Eu amo-te. Por isso é que me peguei à porrada com dois idiotas e fiquei neste estado. – disse YunHo, corado.
-Tu andaste á porrada? – perguntou Miriam, ainda mais escandalizada.
YunHo virou-se de costas para ela e disse:
-Sim…Mas…Eles estavam a falar de ti e…Bem…Depois o YuuChun encontrou-nos e correu com eles. Mas isto fez-me perceber o quanto eu me importo e preciso de ti.
Voltou a virar-se, fixando os dois grandes olhos avelã que o fitavam, muito abertos.
-Miriam…A primeira vez que eu te vi, sabia que ias mudar a minha vida. Só não imaginei que me trouxesses tanta felicidade. Nunca me senti assim. Quero estar sempre contigo. Nunca ninguém me teve tão cativado sendo apenas…tu própria. Eu amo-te. Por favor, fica comigo. – disse, pegando na mão da amante.
-Eu…YunHo…Eu…Não sei…Mas…Eu também…
Miriam não teve tempo de terminar a frase pois uma dor aguda atacou-lhe o peito. Não era uma dor física. Era um pressentimento. Um horrível pressentimento. Era como os sonhos que tinha frequentemente, mas mil vezes pior. E era sobre ele. A dor aumentou, como se estivessem a espetar-lhe centenas de facas no seu peito. Encolheu-se e YunHo ficou alarmado.
-Miriam?? O que se passa?? Miriam!!!! Miriam!!!! O que foi???– perguntou o rapaz, avançando para ela.
-
YunHo…Eu…Não vás… - balbuciou Miriam, caindo violentamente de joelhos no chão.
-Miriam!!!!!!!!!!!!!! MIRIAM!!!!!! – gritou YunHo, agarrando-a na costas e mantendo-a nos seus braços.
De repente, Miriam sentiu como uma forte pancada na cabeça. A face de YunHo ficou turva. A sua voz, chamando o seu nome, ficou distante. E num segundo, um último pensamento de desespero, tudo ficou negro, com o seu corpo inerte nos braços de YunHo.
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MensagemAssunto: Re: [DBSK] Nas asas de uma borboleta   [DBSK] Nas asas de uma borboleta - Página 2 EmptySab Nov 13, 2010 8:19 pm

Ai que fofo ele até anda à pancada por causa dela , que machão Cool
Epa aquela fotografia já está a fazer muito mistério no meu cerebrozinho de sardinha
Epa que aconteceu à Miriam ?!?!?!?
Isto estava tão bonitinho , perfeitinho e tinha de vir um desastre
Ohhh só espero que ela esteja bem Rolling Eyes senão vou ter de ir consolar o Yunho , olha que chato ne ?

Continua sim Nayo ?^^
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MensagemAssunto: Re: [DBSK] Nas asas de uma borboleta   [DBSK] Nas asas de uma borboleta - Página 2 EmptySab Nov 13, 2010 11:26 pm

OMOOOOO
ESTIVE AGORA A LER ISTO TUDO E JAFJALMDNFLAKDS
adoroooooooooooooooo *o*
Está tao fofo. eles sao tao super hiper mega fofos e adoro as tuas ideias e a maneira como contas as coisas.
Adoro misterio 8D
Que foto é aquela??
E o que se passa com a mirian??
E o que é aquilo dela(?) a olhar o rio?
btw, adoro os menbros da banda. sao todos tao comicos e adoraveis. Junsuuu <3
aiii, posta mais por favor Very Happy
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MensagemAssunto: Re: [DBSK] Nas asas de uma borboleta   [DBSK] Nas asas de uma borboleta - Página 2 EmptySeg Nov 15, 2010 11:21 am

BRIGADAAA!!! esta fic ta um seca, eu sei! mas a torura ta quase a acabar! so mais 3 cap! =P ynjoy


“Sabias que se pedires um desejo a uma borboleta ela leva-o até ao Grande Espírito para que ele o realize?”



[Capítulo 10 – “Um Sonho”]

“Ainda me lembro da primeira vez que o senti…Aquele frio, aquele terror…E os sonhos…Mas não soube interpretá-los…Não soube…Oh…Pedi-te que não me deixasses…Mas tu não me fizeste caso…Tenho saudades tuas…Tantas, tantas…

-Ojou-san? Estás melhor?

Outra vez ele. Aquela criança. Quero responde-lhe mas a minha voz não sai. Nenhum som abandona a minha boca. As minhas lágrimas continuam a descer pela minha face mas olho-o e sorriu tenuemente. Já não me lembrava como se fazia.

O rapaz sorri-me de volta e olha-me ternamente.

-Ainda bem que estás melhor…Borboleta.”



-Miriam!!!! Miriam!!!! Acorda, Miriam!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

YunHo tem Miriam nos braços, como um peso morto, de olhos fechados. Não sabe o que lhe aconteceu mas sabe que ela não está bem. Eram os malditos sonhos. Os malditos dos pressentimentos. Teriam sido tão fortes desta vez para a levar a desmaiar? Abana-a para ver se ela acorda, mas nada resulta.

YunHo decide pegar nela e leva-la até à sala da sessão, onde estão os outros membros, pois não sabe o que fazer.

Estes estão sentados com o seu café quando vêem YunHo vir do vestuário com Miriam nos braços. Levantam-se rapidamente e chegam ao pé do amigo.

-O que é que aconteceu? – diz JaeJoong, pondo a mão na testa de Miriam, alarmado.

-Eu…Não sei…Nós estávamos a conversar e ela começou a sentir uma dor e desmaiou. – responde YunHo, rápido, em coreano, visivelmente transtornado. – Eu já a abanei, tentei que ela acordasse mas nada resulta. Não sei o que fazer. Levamo-la a um hospital? Oh meu Deus…

-Tem calma. As primeiras coisas primeiro. – diz ChangMin, tentando conter o nervosismo e aproximando-se de Miriam. – Ela não esta magoada nem tem qualquer ferida. Pode ter sido uma quebra de pressão. Mesmo assim, não sabemos. É melhor levá-la ao hospital. Eu seguro nela e tu vai acabar de te vestir, Hyung. – termina, pegando em Miriam ao colo e dirigindo-se a YunHo.

Dois minutos depois todos os rapazes estão no carro, em direcção ao hospital.

Entretanto, Miriam sonha.

-Onde é que eu estou?

Miriam vagueia por um parque. Olha em volta e vê as cerejeiras em flor que espalham as suas pequenas flores pela calçada do parque. Uma delas pára na sua mão e Miriam sente que este mundo não é real.

De repente, vê uma rapariga ao lado de uma árvore, outra cerejeira, no centro do parque e caminha em direcção a ela.
Miriam aproxima-se e quando esta quase ao pé da rapariga, esta vira-se. Miriam sente-se chocada e dá um passo atrás. Está a olhar para si própria. É ela, encostada àquela árvore. Mas…Ao mesmo tempo não é ela pois tem uma aparência mais cansada…Mais velha…

A rapariga à sua frente abre os olhos e olha para Miriam demoradamente. Aquele olhar faz com a dor de Miriam volte. Uma dor intensa, no peito, não física mas como algo se tivesse quebrado. É como o que sente nos seus sonhos mas mil vezes pior. Encolhe-se e abraça-se a si própria…A dor ataca-lhe o corpo violentamente e aumenta de intensidade quando a rapariga se aproxima.

Miriam solta um grito mas nenhum som se ouve. A rapariga aproxima-se cada vez mais e está de frente para Miriam. É como olhar-se a um espelho. A Miriam reflectida estende a mão e põe-lha na cara à Miriam verdadeira. Miriam mira-a e vê uma tristeza imensa no seu olhar. Algo que nunca tinha visto. Como alguém que está vivo mas morto por dentro. Miriam começa a chorar pois a dor e o olhar da rapariga fá-la sentir pior do que alguma vez se sentiu.

-Quem és tu? – pergunta Miriam com a voz fraca.

-Sou tu. – responde a outra rapariga, começando a chorar e ainda com a mão na cara de Miriam.

-O quê? Onde é que eu estou? O que se passa? Como é que tu és eu? – pergunta novamente Miriam, confusa.

-Não te posso explicar tudo, mas…Miriam…por favor…cuida dele. – as ultimas palavras são ditas ao ouvido de Miriam e a rapariga à sua frente desaparece, transformando-se em flores de cerejeira.

A dor passa tão depressa como veio e Miriam não sabe bem o que pensar. Olha em volta e vê-se a si própria e a YunHo, ao longe.

-YunHo? – pergunta, estendendo a mão, apesar de saber que está demasiado longe para lhe tocar.

De repente, YunHo desaparece e a Miriam ao lado dele cai no solo, como um boneco e transforma-se também em flores de cerejeira.

“NAOOOO!!!!!! POR FAVOR!!! NAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAO!!!!!!!” Miriam ouve um grito na sua cabeça e tapa os ouvidos mas não consegue controlar a dor e sente-se enjoada. Cai de jolehos mas o grito não lhe abandona a cabeça. Uma dor dilacerante ataca-a novamente e ela cai no chão com um ruído opaco. E tudo volta a ficar escuro.

-Miriam? Miriam?

Uma voz distante começa a ouvir-se e uma face familiar, ainda turva desenha-se à frente de Miriam. Esta abre lentamente os olhos mas a luz forte faz com que os volte a fechar com força. Volta a abri-los, desta vez mais habituada à luz que lhe bate de frente.

-Miriam?

Tinha sido YunHo a falar, Miriam reconhecia a sua voz nem que estivessem um milhão de pessoas a falar. Miriam levantou-se um pouco, de maneira a ficar sentada na cama e olhou em volta. Estava no hospital. Num canto estavam dois sofás onde os restantes membros dos THSK dormiam silenciosamente. Sorriu e percebeu que devia ter estado desmaiada durante muito tempo, pois já não havia luz solar pela janela.

Voltou a olhar para o seu lado e viu YunHo, com lágrimas nos olhos.

Aproximou-se dele e colocou-lhe gentilmente a mão na cara.

-Meu amor…Eu estou bem. – disse, sorrindo.

YunHo, sem pensar, abraçou-a e manteve-a ali durante largos minutos, com medo que lhe voltasse a fugir.

-M-Miriam…Eu…Desculpa… – disse, soluçando.

-Pelo quê? Não fizeste nada! – respondeu, abraçando-o também.

YunHo desfez o abraço e olhou-a de frente, grossas lágrimas caindo-lhe pelo bonito rosto.

-Foi culpa minha, não foi? Ficaste chocada com o que te disse. Eu…Oh meu Deus…Desculpa… – começou outra vez.

-Eu também te amo. – disse, de súbito, Miriam.

-Hã? – perguntou YunHo, confuso.

Miriam sorriu e disse:

-Estás surdo ou quê? Eu também te amo. – repetiu, no ouvido dele.

YunHo sorriu abertamente e voltou a abraça-la. Tinha-a encontrado. O seu anjo. Quem sempre estivera à espera. A rapariga que sempre estivera à espera. Uma rapariga que amava mais que tudo.

Depois do abraço e de um beijo de boas-vindas, Miriam levantou-se e caminhou um pouco até à janela. Tinha começado a chover. As gotas grossas da chuva batiam violentamente no vidro e Miriam pôs a mão nele, sentindo o frio e as gotas de que caiam, como se estivessem a cair na sua própria mão. YunHo colocou-se ao lado dela, olhando a chuva.

-O que é que me aconteceu? Eu estive…desmaiada muito tempo, não estive? – disse, com expressão de tristeza.

YunHo pegou-lhe na mão.

-Os médicos não sabem. Estavas inconsciente mas eles não encontraram nada de mal contigo. Pensam que provavelmente foi cansaço. – respondeu.

-Pois…Provavelmente cansaço… - disse Miriam, distraída, ainda mirando para fora da janela.

-Borboleta… - começou YunHo. Miriam olhou para ele. – o que se passou? Sonhaste com alguma coisa?

-Não sei…Não me lembro…Mas sei que era algo importante…Não sei mesmo. Mas senti-me como a perder algo muito importante. Uma dor tão grande. – Miriam abanou a cabeça. – Não quero falar disso…Provavelmente não foi nada. Não te preocupes.

Voltou para a cama, pedindo a YunHo para se deitar ao pé dela e quando ela adormeceu, no calor do abraço dele, a sala ficou silenciosa, com todos os restantes membros dos THSK a dormir ainda nos sofás e apenas YunHo continuava acordado, a pensar, com ar de preocupado.

-Desculpa…Se alguma vez te fizer sofrer, borboleta… – disse, quase em silêncio, adormecendo também.[i]
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MensagemAssunto: Re: [DBSK] Nas asas de uma borboleta   [DBSK] Nas asas de uma borboleta - Página 2 EmptyTer Nov 16, 2010 3:32 am

Quase me tinha esquecido do quanto adoro a tua fic e do quanto adoro a tua escrita!
Mas continuo achar q isto é demasiado drama!

Still.... Amasing job little sis! Wink
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MensagemAssunto: Re: [DBSK] Nas asas de uma borboleta   [DBSK] Nas asas de uma borboleta - Página 2 EmptyTer Nov 16, 2010 3:43 pm

ai.. isto está cada vez mais confuso!
Agora é que já não percebo nada :O
O que raio é que se passa para estarem a acontecer estas coisas tao estranhas??
Continua, por favor,estou super curiosa pela continuação *__*
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MensagemAssunto: Re: [DBSK] Nas asas de uma borboleta   [DBSK] Nas asas de uma borboleta - Página 2 EmptyTer Nov 16, 2010 9:20 pm

Está uma seca o quê Nayo-chan ?!?!
Estou como a Kim isto está complicado
Mas a história está tão bonita Nayo
E a Miriam e o Yunho são mesmo fofos , ele todo preocupado com ela ... .
Mas as coisas que lhe acontecem são mesmo estranhas
Uuhuhuhuh a familiazinha toda no hospital tão queridos

Continua sim ?^^
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MensagemAssunto: Re: [DBSK] Nas asas de uma borboleta   [DBSK] Nas asas de uma borboleta - Página 2 EmptyTer Nov 16, 2010 10:11 pm

*cora e abraça todas* nyaaaa obrigadaaaaa, minhas meninas!!!! =D
a fic ta a chegar ao fim!! quase quase....so espero nao ser dilecerada pelo final! e ahirin, tu ja o leste, portanto cala o bico quanto a spoilers! --'
aqi esta a continuaçao! -^.^- two chapters to go! Eu juro qe amo a cena do changmin com a sandes...se voces vissem da maneira como eu vejo...eh pah, a serio, amo essa cena! LOOL XDDD



“Sabias que se pedires um desejo a uma borboleta ela leva-o até ao Grande Espírito para que ele o realize?”

[Capítulo 11 – “Depois de tudo…”]

“O que disseste?
O meu coração saltou. Este rapaz…Quem és tu? Fiz a pergunta em silêncio, pois foi como se me tivessem roubado o ar dos pulmões e uma luz se tivesse acendido no meu cérebro adormecido.
-Uma borboleta, ojou-san…Uma borboleta. No cabelo.
O sorriso dele, tão quente, traz-me de volta memórias perdidas e um sentimento esquecido.
Borboleta?
-Ojou-san?”


ChangMin abriu os olhos preguiçosamente. Olhou em volta e lembrou-se que estavam no hospital, onde tinham trazido Miriam. Olhou para a cama e viu Miriam e YunHo dormindo juntos. “Ah…Então está tudo bem…” pensou, sarcástico. A seguir, ao tentar mexer-se sentiu uma grande dor nas costas e nas pernas “Maldito sofá, raios! Estou todo partido!”. Esticou o braço, tentando esticar-se e bateu na cara da pessoa que dormia ao lado dele.
-Ei! Então! – disse JunSu, sonolento.
-O que é, Hyung? Tenho que me esticar. – replicou ChangMin.
-Isso não justifica a lambada que me deste. Doeu! Para além de que acordar com uma chapada não é propriamente das minhas coisas favoritas. Não volto a dormir contigo!! – respondeu JunSu, começando a esticar-se e atropelando ChangMin.
-Ei! Este sofá não foi feito para uma multidão de duas pessoas. Tem lá cuidado com as asas, avião! Podes crer que não me voltam a encontrar num sofá a dormir contigo! Para além de que estou todo partido. – disse ChangMin, levantando-se e esticando as costas.
-Se eu pusesse esta conversa no site da Cassiopeia aposto que o servidor explodia com a quantidade de gente a querer ler. – disse uma voz ao lado dos dois que estavam a discutir.
-Ah, poupa-me, YuuChun Hyung! – disseram JunSu e ChangMin em uníssono.
-Alguém acordou de mau humor. – disse outra voz, diferente da primeira.
-E tu não ajudes, JaeJoong Hyung! – replicaram novamente JunSu e ChangMin.
YuuChun e JaeJoong riram.
JunSu e ChangMin miraram-se um ao outro.
-Queres parar de dizer a mesma coisa que eu? – disseram os dois, outra vez ao mesmo tempo.
-Pára! – disseram juntos pela terceira vez.
-Ok! – disse ChangMin, alçando as mãos ao alto.
-Ok! – replicou JunSu, virando-se de costas.
Entretanto, YuuChun e JaeJoong continuavam a rir.
ChangMin e JunSu viraram-se para eles, com um olhar assassino.
-Pronto, já parei! – disse JaeJoong.
-Sim…sim…eu também. – adicionou YuuChun.
-E os outros dois? – voltou JaeJoong.
-Estão aí…Na cama dela. – respondeu ChangMin, apontando distraidamente para a cama.
-Ooooou não… – disse YuuChun, olhando para a cama.
Todos abriram os olhos, espantados e olharam na direcção da cama. Estava vazia.
-Mas onde raio é que eles se meteram? – perguntou JaeJoong, reflectindo a pergunta que estava na cabeça dos quatro.
Saíram do quarto e andaram pelo hospital perguntando a todas as enfermeiras e médicos se tinham visto o jovem casal.
-Por favor! – perguntou JunSu, a uma enfermeira, pela enésima vez. – Por acaso viu um jovem casal, ele é alto, cabelo preto, ela é estatura média, cabelo ondulado, ocidental?
A enfermeira fitou-o e depois fitou os três rapazes atrás dele, empoleirados no primeiro, e riu-se.
-Sim. Estão mesmo ali. – respondeu, apontando para uma divisão enorme rodeada por janelas que iam do teto até ao chão, com uma porta no centro.
Todos se apressaram a ir na direcção que lhes tinha sido indicada e entraram na divisão com muito ruído.
-Miriam-chan!!!!!!! – gritaram os quatro, ao entrarem.
Toda a gente que estava dentro olhou para eles desconfiadamente e todos coraram imenso ao se aperceberem que era o bar do hospital. Entre as pessoas que os fitavam havia duas, um rapaz e uma rapariga, no centro da sala, a rirem-se.
JunSu, JaeJoong, ChangMin e YuuChun aproximaram-se.
-Vocês estavam aqui? – explodiu ChangMin – Andamos imenso tempo há vossa procura!
-Devem pensar que não somos pessoas ocupadas? – adicionou JunSu.
-Nós preocupados e eles aqui a encherem a barriga! – acrescentou YuuChun.
JaeJoong apenas olhava para eles.
Miriam falou.
-Não estavam à espera que eu ficasse naquele quarto fedorento à espera que vocês resolvessem a situação de quem dormia com quem, pois não?
E deu uma dentada na sandes que tinha na mão.
Todos olharam para o YunHo.
-Hey! Não olhem para mim! Ela tem razão. – disse – Ela passou horas desmaiada e estava cheia de fome. E eu também.
Agarrou no café que estava à sua frente e continuou a beber, indiferente aos restantes membros.
-MAS VOCÊS--- - começou ChangMin.
-São servidos? – perguntou Miriam, oferecendo metade da sandes a ChangMin.
Os olhos dele brilharam.
-Eu sim, obrigado. – disse, esquecendo a fúria e sentando-se ao pé de Miriam, agarrando a sandes.
Quando ia dar a primeira dentada, JunSu tirou-lha violentamente das mãos e ChangMin trincou o ar.
-Hey, Hyung!! Então! Isso era meu. Estou esfomeado. – disse ChangMin, fazendo beiço.
-É incrível como a ti te basta comida para esqueceres o mundo. – comentou YuuChun.
JunSu olhou para ChangMin e dirigiu o olhar para YunHo.
-Podiam ter interrompido a conversa e convidarem-nos para o pequeno-almoço também, não, pessoas simpáticas? – disse, sarcástico.
-Vocês vieram cá ter, não vieram? Isso a mim basta-me. – disse YunHo, ignorando o olhar assassino de JunSu e acabando o seu café.
ChangMin, aproveitando o momento de distracção de JunSu, tirou-lhe a sandes da mão e preparou-se para a primeira dentada outra vez, mas, nesse momento, JaeJoong tirou-lha da mão e ChangMin voltou a trincar o ar. Fez ar de zangado e começou a bater com os dedos na mesa.
-Hoje não é o meu dia. – disse, num suspiro.
-Antes de qualquer coisa – começou JaeJoong, voltando-se para Miriam – Estás bem, Miriam?
Miriam sorriu pela preocupação do amigo.
-Estou, Jae. Obrigada. Já estou melhor.
E levantou-se, abraçando-o.
YunHo corou e levantou-se também, separando-os e pondo o braço à volta da cintura de Miriam.
-Sim, sim, ela está bem. Fantasticamente bem. Dispensa os abraços. Querem comer ou não?
-SIM! Se for possível. – disse ChangMin, entre dentes, estendendo a mão a JaeJoong.
JaeJoong olhou para a própria mão e viu a sandes.
-Desculpa. Toma lá. – disse, dando a sandes a ChangMin.
-Finalmente! Olá, beleza! – terminou ChangMin, dando uma grande dentada na sandes, comendo com prazer.
Todos se sentaram e comeram um sumptuoso pequeno-almoço, esquecendo todas as perguntas sobre o estado de Miriam e o seu repentino desmaio que bailavam nas suas cabeças.
Os dias passaram calmamente e tudo parecia ter voltado à normalidade. Ou quase.
-Deixa-me em paz!
-Miriam! O que foi?
YunHo e Miriam estavam na sala de estar da casa dos THSK, obviamente discutindo.
-Já te disse que me deixes em paz! Raios! – explodiu Miriam a alguns centímetros da cara de YunHo.
YunHo tentou beija-la mas ela afastou-se.
-Mas o que raio se passa contigo? Ainda estás chateada por causa do programa? Que tolice, Miriam. Sabes que…
-SIM! É POR CAUSA DA PORCARIA DO PROGRAMA, SIM!! Sabes que é! Ou achas que é muito divertido a tua namorada ficar em casa a ver-te na televisão dizendo que estás, e passo a citar, “disponível para o amor quando ele vier”. – disse Miriam, imitando e emitindo um riso sarcástico.
A rapariga olhava para o líder dos THSK com olhar assassino, ignorando completamente a presença do resto dos membros que se tinham juntado na soleira da porta, acudindo aos gritos que se ouviam da sala.
-Mas espera! – continuou Miriam, sarcástica – EU NEM SEQUER SOU TUA NAMORADA!
-Eu não tenho culpa! – defendeu-se YunHo – O que querias? Que dissesse algo que nem é suposto a agência e o manager saberem? SÊ RACIONAL, MIRIAM!
YunHo começava agora também a perder a calma.
-A mim o manager importa-me uma treta, YunHo Jung! Estou farta dos rumores! Estou farta de ser a “rapariga que anda a dormir com YunHo e todos os outros membros”, “a rapariga que se faz de amiga dos DBSK porque quer protagonismo” ou a “PROSTITUTA QUE SE ROÇA NO LÍDER”. – disse, num grito desesperado, de punhos cerrados, à beira das lágrimas. Sentido a voz a falhar, terminou, num suspiro - Eu amo-te, raios! Mas não me pagam para isto!
Dito isto, virou costas ao amante e começou a andar em direcção à porta da sala.
-Quê? E agora viras costas e deixas-me aqui a falar sozinho? – disse YunHo, na defensiva.
Miriam parou a meio do caminho.
-Miriam… - voltou YunHo, baixando o tom, notando a mágoa da companheira. – Desculpa, ok? Não era minha intenção magoar-te. Pensei que percebesses que eu não posso simplesmente dizer em público…
Os restantes membros tinham-se empoleirado na porta, passando o olhar do líder para a amiga, seguindo a conversa com interesse.
-Eu sei, Yun… – respondeu Miriam, também mais calma, mas com as lágrimas nos olhos. Sentiu o companheiro aproximar-se dela, mas não se virou para ele e baixou os olhos, fitando o chão. – Sempre soube disso a partir do momento em que me envolvi contigo e pensei que aguentaria com todas as consequências mas estes rumores e as coisas maldosas que ouço magoam-me tanto…Não sei se consigo aguentar…Eu amo-te… - continuou, desta vez, virando-se para trás, fitando YunHo – Eu amo-te mesmo a sério. Nunca senti isto por ninguém de maneira tão intensa, aliás, nunca tinha amado ninguém no verdadeiro sentido da palavra antes de te conhecer… Ter tanto carinho por uma pessoa e quere-la mais que a própria vida… E por te amar é que pensei que poderia aguentar com o mundo às costas… Mas o que dizem que o amor vence tudo…Não sei se vence…Convenci-me a mim própria que iria conseguir aguentar com tudo…Que nunca te diria nada porque tinha esperança que isto passasse…Que os rumores cessariam mais tarde ou mais cedo mas…
YunHo desviou a cara e Miriam voltou a virar-lhe as costas.
-Não consigo…Simplesmente não consigo…Ou te decides a assumir que somos mais que amigos ou então…Ou então eu não consigo viver assim, YunHo…Isto não sou eu…Nunca precisei de esconder o que sou a ninguém…Não vou começar agora…
A jovem recomeçou a caminhada em direcção à porta, mas desta vez, de cabeça levantada, decidida.
-Adeus, YunHo. – disse, e saiu da sala, passando pelos restantes membros, enxugando as lágrimas, e momentos depois ouviu-se a porta da rua a bater.
Miriam tinha-se ido embora, deixando todos perplexos.
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MensagemAssunto: Re: [DBSK] Nas asas de uma borboleta   [DBSK] Nas asas de uma borboleta - Página 2 EmptyQua Nov 17, 2010 8:54 pm

Não !!! Ela fez mesmo isso ?!?!?!? Shocked
Por um lado até não deixa de ter razão , os rumores devem ser lixados de se ouvir
Mas o Yunho , algo me diz que ele talvez assuma tudo
Opa aquela discussão no bar do hospital matou-me de tanto riso ,
Coitado do Changmin a querer comer a sua sandes , mas só conseguia era enganar o estomago

Continua Nayo-chan *dá pulinhos de entusiasmo na cadeira*
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Nayomira
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MensagemAssunto: Re: [DBSK] Nas asas de uma borboleta   [DBSK] Nas asas de uma borboleta - Página 2 EmptyDom Nov 21, 2010 3:49 pm

Pnultimo capitulo!^^ Enjoy!



“Sabias que se pedires um desejo a uma borboleta ela leva-o até ao Grande Espírito para que ele o realize?!



[Capítulo 12 – “Lírios”]

“-Nós conhecemo-nos?

Aquele miúdo de olhos profundos fita-me. É como se o conhecesse. Aquele sorriso e aqueles olhos que me trespassam a alma. Depois do que aconteceu…Depois de tudo o que aconteceu, nunca ninguém me fez sentir desta maneira. Afinal, quem era aquele miúdo?

-Quem sabe, ojou-san? As coisas mais interessantes são as que não se explicam com explicações comuns.

Olho para a minha mão. Sinto um calor a que já não estou habituada. É ele. Segura-me na mão como quem segura numa coisa frágil e preciosa. Oh…Meu amor…As lágrimas correm-me outra vez pela face sem que possa fazer nada para as impedir. Pensei que as tinha secado todas. Afinal…Continuam aqui. Como a minha dor. Como o meu ser de alma vazia e vagabunda.

-Não chores. Num mundo de desejos…As borboletas podem realizar o teu. Ou talvez…O nosso.

-Nosso? Porque o “nosso”?

-Quem sabe, ojou-san? Há tanta gente com desejos parecidos. Espaço e tempo transcendido por desejos e vontades. Quem sabe?

Sorriso. Como eu me perderia nesse sorriso. O mesmo que o teu.”



YunHo afundou-se no sofá, pondo a cabeça entre as mãos.

-Sou um idiota. Sou um idiota. Como consegui…Sou um idiota…Meu deus…

Todos os membros restantes, que continuavam á soleira da porta, aproximaram-se do companheiro. Sentaram-se ao seu lado, no sofá, mas não disseram nada. Não sabiam se por compaixão ou medo, mas nenhum deles falou por longos minutos.

-Idiota…Idiota…Perdeste-a, seu idiota.

JaeJoong apertou os punhos e levantou-se subitamente.

-YUNHO JUNG. Levanta-te.

YunHo olhou surpreendido para o amigo e levantou-se. Um flash. Um momento demasiado rápido para que qualquer dos outros se apercebesse. JaeJoong, rápido como uma seta, socou YunHo na face com toda a sua força. Este, surpreso, perdeu o equilíbrio e caiu no chão, com violência, perante o olhar estupefacto dos outros membros. Abriu muito os olhos e mirou o amigo.

-O QUE PENSAS QUE ESTÁS A FAZER???? – perguntou, ainda incrédulo.

-É para ver se deixas de ser um estúpido, um idiota. Não passas disso! És um idiota, YunHo. Como pudeste fazer-lhe aquilo? Sabias que ela ia estar a ver a porcaria do programa. Como raio é que te lembras—

-JaeJoong, basta.

Este virou-se e encarou JunSu, que se tinha levantado e estava a segurar a mão de JaeJoong, que já se dirigia para socar YunHo de novo. Este baixou o braço, livrando-se do aperto do amigo violentamente.

-Hyung, ele tem razão, de todas as maneiras. – disse JunSu, mirando agora YunHo, ainda no chão. – Sabias que ela iria estar a ver aquilo, não deverias ter dito o que disseste.

YuuChun levantou-se do sofá e andou pela sala até chegar à janela e ficar a olhar para o jardim, ainda a ouvir a conversa, de braços cruzados e apoiados no peito. YunHo, com dificuldade e limpando o sangue da boca, levantou-se e enfrentou JunSu.

-Eu não sabia que ela ia reagir daquela maneira! Quer dizer…Foi só uma entrevista, caramba! – disse, em sua defesa.

-Sim, mas magoou-a muito! É como se estivesses a dizer na cara dela que ela não é nada e não é importante para ti de maneira a poderes dizê-lo publicamente. – replicou JaeJoong, com os punhos cerrados.

-E depois de dizeres que amas. Isso não foi bonito, Hyung. – adicionou JunSu.

ChangMin ainda estava no sofá, mirando os seus companheiros, não sabendo muito bem o que dizer.

YunHo voltou a falar.

-Mas não é razão para fazer um escândalo destes. Ela sabia que a nossa relação estava em segredo. E também sabe que a amo. Eu não posso simplesmente dizer em público o que nós somos. Não dá! Vocês sabem! E ela sabe-o também. Porque é que ela não entende? Pensei que tinha encontrado a pessoa que me entendia, e afinal—

Ainda mais rápido do que JaeJoong tinha sido, YuuChun foi da janela até ao sítio onde estava o seu líder, e aplicou-lhe um fortíssimo murro directamente no estômago, que o deixou sem respiração. YunHo encolheu-se, obviamente com muitas dores, mas YuuChun não retirou a sua mão, impedindo que ele caísse. Seguidamente, perto da orelha do líder, falou, gravemente, suficientemente alto para que todos o ouvissem.

-E quem é que lhe disse isso, meu estúpido? Alguma lhe tinhas dito os problemas que a vossa relação poderia vir a ter se isto fosse a público? Estás à espera que ela seja adivinha ou quê? És um idiota, Jung YunHo. E sabes porquê? Porque amas aquela rapariga com todo o teu coração e alma, é a pessoa mais importante que jamais encontrarás na tua vida, a tua companheira e amiga e ela escorregou-te pelas mãos simplesmente porque és um cobarde. É isso mesmo. És um cobarde que não sabe a sorte que tem. Quando o amor vem, tens que o agarrar, não deixá-la escapar por uma coisa tão minúscula. Mereceste toda a porrada que levaste hoje e ainda merecias mais.

YuuChun retirou a sua mão do estômago do amigo e YunHo caiu no chão novamente, sem fala, com dores terríveis. O outro agarrou no seu casaco e no seu chapéu e dirigiu-se à porta, com os olhares de todos nas suas costas. Virou-se, com a porta aberta e dirigiu-se a JaeJoong.

-Bateste-lhe com pouca força, sabes?

E com estas palavras, saiu, batendo a porta violentamente.
JaeJoong e JunSu ficaram sem reacção, olhando para a porta e o seu líder no chão, alternadamente. ChangMin, por sua vez, levantou-se e estendeu uma mão a YunHo.

-Levanta-te.

YunHo aceitou a mão que lhe era oferecida e levantou-se. ChangMin voltou a falar.

-E agora, depois de tratares a porrada que levaste, vai pedir desculpa à mulher que amas, cromo. E não voltes sem a ter ganhado de volta.

O mais novo do grupo sorriu e YunHo esboçou um sorriso também. Eles tinham razão. Tinha sido um idiota, mas tinha que voltar a ganhar o carinho dela.

Entretanto, Miriam saiu do apartamento dos THSK e tinha dirigido por Tóquio, até chegar ao seu próprio apartamento. Durante toda a viagem, a sua mente tinha estado em branco. No momento em que pousou as chaves na estante perto da porta, Miriam gritou com todas as suas forças, como nunca tinha gritado antes. Um grito desesperado, desconsolado, que se ouviu em todos os cantos da casa. Gritou durante longos minutos até que parou e cansada, encostou-se a uma parede e desceu devagarinho até ficar sentada no chão. Involuntariamente, as lágrimas começaram a descer pela sua cara e enfiou a cabeça nas pernas, chorando entre murmúrios.

-Idiota…És um idiota. Seu idiota.

Foi interrompida pela campainha da sua porta. Levantou a cabeça gravemente, levantou-se, olhou-se ao espelho e abriu a porta, ainda a limpar as lágrimas. A pessoa que viu surpreendeu-a mais que tudo.

-YuuChun!

-Desculpa chatear-te mas…Posso entrar, Miriam-chan?

-Ah…Claro, claro, entra.

YuuChun entrou no apartamento e foi dirigido à sala. Sentou-se no grande sofá laranja e depois de servir café e biscoitos, Miriam sentou-se ao seu lado.

-Suponho que me vieste perguntar alguma coisa sobre o Yun—

-Não. Não vim.

Miriam abriu muito os olhos. Não esperava aquela resposta. Levantou a cara e mirou o amigo, com expressão interrogativa.

-Então o que vieste fazer?

-Vim só conversar. Ou melhor, vim dizer-te só uma coisa. Não venho desculpar o YunHo nem nada que se pareça, mas…Vou-te dizer algo que lhe disse a ele, Miriam. Um amor como o vosso não aparece todos os dias. Não o percas. Acredita, nunca terás alguém como ele e vice-versa. Sabes disso…

-S-S-Sei…Pelo menos acho que sei…

YuuChun sorriu e pensando que já tinha feito tudo o que lhe competia e podia fazer, levantou-se e encaminhou-se para a porta.

-J-Já te vais embora?

-Sim…Tenho que ir…Ver uma pessoa…

Miriam sorriu. Não sabia que o amigo tinha uma namorada.

-É bonita?

-Muito!

Quando YuuChun saiu, Miriam sentiu-se mais sozinha do que nunca. Não podia telefonar ás amigas, pedindo conselhos e desabafando, pois não tinha nenhumas. THSK tinham sido os seus únicos e verdadeiros amigos desde que tinha chegado ali. Suspirou e olhou as horas. Demasiado tarde para pensar no que quer que fosse. Deitou-se, pensando se iria conseguir dormir essa noite, com um pensamento assaltando-lhe a mente. “Não o percas.” Não. Perdê-lo era a última coisa que queria.


No dia seguinte, YunHo saiu de casa e dirigiu-se ao outro lado de Tóquio. Tinha planeado tudo ao pormenor durante a noite. Só tinha dormido duas horas, mas tinha valido a pena. Iria reconquistar Miriam. Aliás, faria melhor que isso. Só esperava que tudo corresse como planeado.

Miriam acabava de acordar. Tinha dormido pouco pois ficara grande parte da noite a pensar na discussão e nas palavras de YuuChun. Aquilo estava a dar com ela em doida. Mas era demasiado teimosa para dar o braço a torcer. E provavelmente iria arrepender-se.

-Meu Deus…Estou com um aspecto terrível…Sair assim para ir tomar o pequeno-almoço é até vergonhoso.

Depois de se ter arranjado e ter a certeza de que estava acordada, saiu para ir tomar o pequeno-almoço ao sítio habitual. Era sábado, logo, podia demorar todo o tempo que lhe apetecesse.

Depois de sair de casa e descer as escadas, uma sombra, que esperara que ela saísse deixou dois objectos à porta da rapariga. Só esperava que ela os encontrasse e seguisse as instruções. Tão sorrateira como chegou, a sombra desapareceu novamente, depois de deixar a encomenda.

Cerca de uma hora mais tarde, Miriam voltou ao apartamento, ainda com parte do seu café na mão e um jornal na outra. Pôs-se em frente à porta, procurando incessantemente as chaves na mala quando o jornal lhe caiu ao chão. Quando se baixou reparou no que alguém tinha deixado à sua porta. Era um lírio. E uma caixa com alguns buracos no topo. Miriam pegou no lírio e cheirou. Era lindo, vermelho como sangue e delicado como a flor que era. Colocou-o no cabelo e pegou na caixa. Quando a abriu, uma borboleta apressada, de reflexos azuis e rosa, saiu, dirigindo-se por uma janela aberta no corredor, em busca de liberdade.

Miriam tinha os olhos muito abertos de espanto. Lírios e borboletas? YunHo? Olhou novamente para a caixa e reparou que no fim tinha uma folha muito bem dobrada, que cheirava ao seu perfume. Pegou na folha cuidadosamente e abriu-a. Leu o que estava escrito.

“A alegria é uma borboleta, que quando é perseguida, está sempre para lá do teu alcance, mas se te sentares quieto, pode ser que pouse sobre ti.
Nathaniel Hawthor
ne”

-Uau! Isto é lindo. Terá sido ele?

Miriam virou a folha nas mãos, mas nada mais estava escrito. Olhou novamente para a caixa e viu que no fundo, por debaixo do sítio onde repousara a carta, estava escrito mais qualquer coisa.

“Procura o lugar onde as borboletas se reúne
m.”

-Procuro o quê? Este homem fundiu os neurónios ou quê? Lugar onde as borboletas se reúnem…Eu sei lá…O céu? Hm…Um sítio…Deve estar relacionado com alguma coisa que nós fizemos jun—. Espera lá…Será?


______________________________Flashback______________________________


“-O que é isto, YunHo? Onde estamos?

-Lembraste daquele campo de lírios onde me viste olhar, no dia em que nos conhecemos?

-Sim…

-É aqui. Queria trazer-te aqui…É um sítio lindo, não é?

-Sim! É lindo…Obrigada…

-Tem imensas borboletas. Perfeito para nós.

-Haha! Sim, tens razão. Então, isto é como…Um sítio onde as borboletas se reúnem?

YunHo riu docemente perante a comparação.

-Sim, algo desse género, suponho.”



___________________________Fim do flashback___________________________


-Será isso que ele quer dizer? Aquele campo? Eu…Bem…Se nunca tentar, nunca fico a saber.

O café e o jornal caíram no chão com um ruído opaco, mas a sua dona não se importou, pois apenas com a flor no cabelo e a caixa na mão, Miriam dirigia-se para algo que, esperava, lhe devolvesse a sua borboleta.

Correu pelas ruas, quase à beira das lágrimas. Não sabia muito bem porquê, mas elas teimavam em querer sair. Era longe mas a rapariga de cabelos claros não se importou em correr o que quer que fosse. Depois de muito tempo e completamente esgotada entrou no campo onde estaria o que quer que fosse que estivesse à espera dela.

Respirando com dificuldade, dando grandes respirações, pois parecia que ia ficar sem respiração a qualquer momento, vagueou pelo campo, cheio de lírios, à procura de uma silhueta, um som, um cheiro familiar, mas não aparecia ninguém. Estava tudo deserto. Miriam, tanto de cansaço como de desilusão, deixou-se cair no meio dos lírios, e permitiu que as lágrimas que lutavam há tanto tempo, saíssem livremente e escorressem pela sua cara.

-Porque choras?

Miriam abriu os olhos e levantou a cabeça. A voz tinha vindo das suas costas e era-lhe familiar. Era aquela voz que ela reconheceria entre mil. Virou-se lentamente para trás, com o vento levantando as pétalas dos lírios, e ali estava ele. Encostado a uma árvore, estava a borboleta mais linda e preciosa de todas para Miriam. Estava vestido com um fato de gala, sapatos, gravata, casaco e camisa, com uma mão no bolso, em toda a sua beleza e mistério. Parecia uma rosa no meio de tantos lírios. Como se fosse a única coisa que não encaixava mas que fazia com o cenário ficasse encantadoramente completo.

-YunHo…

Levantando-se e ainda com lágrimas nos olhos, a rapariga correu para ele, abraçando-o como se não o visse há anos. Nunca pensou que tivesse tantas saudades dele.

YunHo retribuiu o abraço, sentindo-se com vontade de chorar por poder abraçá-la novamente. Sentia que ela se encaixava nos seus braços com toda a perfeição. Sentia saudades dela. Não, não apenas saudades. Era como uma dor que lhe dilacerava o peito cada vez que pensava que talvez nunca mais pudesse sentir o seu toque, o seu cheiro, o seu corpo tão próximo do seu. Não conseguindo esconder mais, começou também a chorar e encostou a cabeça no ombro da amante.

Miriam, notando, abraçou-o mais e sussurrou-lhe ao ouvido.

-Porque choras?

YunHo levantou a cabeça e capturou os seus lábios, beijando-a apaixonadamente. Um beijo profundo, sentido, pois ambos queriam saborear o outro em toda a sua plenitude. Depois de alguns momentos, as suas bocas descolaram-se e os dois enamorados recuperaram a respiração normal.

-Porque te amo. – respondeu ele à pergunta que lhe tinha sido feita.

Miriam sorriu com o sorriso da felicidade mais pura que alguma vez existiu.

-Desculpa ter dito tudo o que disse. Eu amo-te, Miriam, deveria ter dito isso em letras garrafais e ter-te dito que és a coisa mais importante para mim. Por isso…

O moreno ajoelhou-se aos pés de Miriam, e mostrou o seu punho fechado à companheira.

-YunHo…O que es—

YunHo sorriu e pôs um dedo nos lábios. Miriam parou de falar. Quando o rapaz abriu a mão, outra borboleta, similar à que se tinha escapado da caixa, encontrou também a liberdade e voou, passando pelos olhos, novamente com lágrimas, de Miriam. Debaixo da borboleta, na palma dele, encontrava-se um anel, de ouro branco, com uma ametista no centro, rodeada de dois pequenos diamantes de cada lado da pedra central. Miriam olhava para o anel e para YunHo de cada vez, tentando perceber em que sonho teria ela entrado.

YunHo olhou para ela, como se aqueles pedaços de chocolate lhe pudessem ler a mente, e falou, pausadamente.

-Miriam…Casas comigo?
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MensagemAssunto: Re: [DBSK] Nas asas de uma borboleta   [DBSK] Nas asas de uma borboleta - Página 2 EmptyDom Nov 21, 2010 7:36 pm

Paráste logo na melhor parte
Ohohohoho que coisa mais linda *vai buscar um lencinho*
Parece que a coça e o sermão que o Yunho levou lhe entraram naquela cabeça
È isso ai YuuChun mete-lhes juizo naquelas cabecinhas
Opa mas o que o Yunho preparou à Miriam foi a coisa mais linda que se podia fazer a alguem
E agora vão casar . .... Ou não ?!?! Suspect *apanha*

Continua Nayo-chan estou ansiosa *dá pulinhos histéricos na cadeira*
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MensagemAssunto: Re: [DBSK] Nas asas de uma borboleta   [DBSK] Nas asas de uma borboleta - Página 2 EmptyDom Nov 21, 2010 8:30 pm

OMOOO
que lindoo
a cena do hospital e do bar foi brutal xD
Hei, ca ganda chatice :/ ela tambem quer dizer... eu percebo-a... mas tambem percebo o yunho u.u
E nao gostei da reacção dos amigos dele. sao mais amigos dele que dela. deviam abrir-lhe os olhos mas nao precisavam de ser tao crueis como se ele fosse um inimigo :O
credo u.u
é por isso que amo o meu changmin *-*
ahah xD
ANyway. RAPARIGA. tu metes-te com cada ideia mais linda :O
Juro que imaginei a cena do campo como se fosse anime :') e o yun por momentos foi um tipico desenho manga bue alto e perfeito de roupa formal ao vento e ar misterioso com cabelo tipicamente manga japones a tapar os olhos profundos *deliraa*
Tens tanto geito para imaginar cenarios perfeitos mesmo à drama japones *-*
QUero saber o finaaal! <3
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MensagemAssunto: Re: [DBSK] Nas asas de uma borboleta   [DBSK] Nas asas de uma borboleta - Página 2 EmptyDom Nov 21, 2010 11:04 pm

NOTAS: Ora bem...MUUUITO obrigada a todas qe comentaram a fic!!!! a serio!!! brigada mesmo! voces sao uns amoooores! como nao qero faze-las esperar....aqi está o ultimo capitulo, por favor, nao me matem por causa do final!!!! espero qe gostem! e espero que se tiverem tempo, assim...ou lhe apetecer....ou uma coisa assim perto disso......podiam passar pela minha outra fic qe anda por aí na categoria do kpop, a "Destino"; nao, nao é a "Destiny", qe essa é a da chii e nao tem nada a ver! xDDDD pleeease, passem la quando puderem e tal....porqe eu sem feedback penso sempre qe basicamente sou uma escritora da treta!
obrigadaaa e obrigada a todas qe passarem pela destino! LOL divirtam-se! eu ja me calo! obrigada por todo o apoio! =)




“Sabias que se pedires um desejo a uma borboleta ela leva-o até ao Grande Espírito para que ele o rea
lize?”


[Capítulo 13 – “O último voo”]

-Isso é um pedido de desculpas, no mínimo…Invulgar… - disse Miriam, com as lágrimas a ameaçar-lhe os olhos.

-Eu sei…Mas não há nada que queira mais neste mundo. Aceitas? – Disse ele, ainda com o anel em riste.

Miriam mirou-o e imaginou como seria estar casado com aquele homem. Apercebeu-se rapidamente que não tinha que pensar demasiado, pois tinha a certeza de ter encontrado o homem da sua vida, o seu melhor amigo, o seu companheiro e com quem poderia partilhar tudo o resto da sua vida, se preciso. E aqui estava ele, perguntando-lhe precisamente isso.

Sorriu docemente, enquanto o moreno esperava ansiosamente.

Ajoelhou-se, de forma a ficar frente e frente com ele e deu-lhe um beijo suave nos lábios.

-Isto é o meu “sim”. Claro que sim.

Ele abriu muito os olhos, sorrindo abertamente e gritando de alegria. Agarrou-a pela cintura, levantando-a e rodou com ela pelo ar, com um genuíno ar de felicidade na sua face, no meio dos lírios, que começavam a ser agitados pelo vento. Parou, alguns momentos depois, não a largando, e beijou-a apaixonadamente, como se fosse a primeira vez. Ela pôs os braços ao redor do seu pescoço e retribuiu.


Quando entraram na casa que a banda partilhava, quatro caras preocupadas olharam-nos inquisidores. YuuChun estava junto à janela, com cara de aborrecido.

Miriam voou até à sala, com YunHo no seu alcanço e mostrou a mão, com o dedo anelar, mostrando o reluzente anel e sorrindo abertamente.
Não foram precisas mais explicações. Todos sorriram e se correram para a rapariga, abraçando-a fortemente, entre risos e palmadinhas de “parabéns ao casal” nas costas de YunHo.

-Isto tem que ser celebrado! – gritou JaeJoong, dirigindo-se ao armário das bebidas. – Bolas…Não temos champanhe.

Miriam virou-se, sorridente e falou.

-Eu não me importo de ir comprar. E ele pode ir comigo. – disse, agarrando-se ao noivo.

-E o que raio tenho eu que ver com isso?

-Foste tu que me pediste em casamento, agora aguenta-te!

Todos se riram, incluindo o casal.

Miriam e YunHo saíram da casa e puseram-se a caminho. Cinco minutos depois, Miriam, ao atravessar uma passadeira, parou a meio, revolvendo a carteira, pois o seu telemóvel estava a tocar. Depois de uma intensa busca e com YunHo alguns passos mais atrás, atendeu.

-Jae? Acabei de sair daí! O que queres? – disse, rindo-se. – Ok, eu levo—

Não teve tempo de acabar a frase, pois um ruído estranho se apoderou dos seus sentidos. Olhou para a esquerda e, deixando cair o telemóvel ruidosamente no chão, com a chamada em curso, viu uma enorme carrinha na sua direcção, que acelerava cada vez mais, apesar de se aproximar de uma passadeira. Ficando sem reacção, Miriam não se mexeu durante segundos que lhe pareceram eternos.

YunHo, olhando em frente, viu-se tomado do pânico, e correu na direcção da noiva, que continuava parada, olhando em frente. No último segundo, agarrou-a, empurrou-a uns metros e protegeu-a com o corpo, sentindo como se tivesse uma onda de calor a percorrer-lhe o corpo, seguida de uma completa escuridão.

A jovem sentiu um corpo em cima dela, mas todo o seu corpo doía-lhe demasiado para que pudesse pensar ou ter alguma reacção. Ouviu um estrondo próximo e, com uma solitária lágrima a correr-lhe pela cara, desmaiou de dor.

O telemóvel, projectado metros à frente, continuava, como que uma melodia insistente e iminente de desastre, entoando a mesma voz, a mesma frase.

-Miriam, o que aconteceu? Miriam? MIRIAM?



“Foi como se séculos tivessem passado. Só me lembro de escuridão, de muita escuridão e de mim própria a entoar uma canção de embalar que desconheço. Na escuridão. Séculos. Não sentia dor, não sentia nada na minha pele, na minha cabeça, no meu corpo. Era como se estivesse vazia. Num vazio escuro. Mas com aquela pequena canção que continuava a entoar. Lembrei-me que tinha tido uma caixa de música. Uma música triste. Era esta. Uma música de embalar. Era como uma criança triste, escondida de toda a realidade.

Tinha a certeza que era assim que se sentia um bebé ao nascer, quando abria pela primeira vez os olhos. Como se a luz encadeasse e cegasse em apenas um glance. Pestanejei até conseguir abrir definitivamente os olhos. Olhei em volta e vi um quarto. Não consegui virar a cabeça, pois as dores dilaceravam-me o corpo. Vi quatro figuras, adormecidas, repartidas por dois sofás velhos e que emanavam cheiro de hospital. Ou será que seria o próprio quarto? Talvez. Senti-me ligada a um milhão de fios e quando olhei para o meu corpo, notei que tal era certo. Suspirei, pensando no que teria acontecido. Não me lembrava de muito. Lembro-me que num momento estava a falar com o Jae e noutro momento estava num hospital.

Olhei em volta de novo. As figuras continuavam silenciosas, mas algo faltava. Uma figura faltava. Algo estava mal. YunHo… Onde é que ele estava? Estaria ele noutro quarto? Estaria bem? Ele vinha um pouco mais atrás de mim… Ele… Onde… Estaria ele bem? Porque me sentia à beira das lágrimas?”




ChangMin pestanejou e abriu os olhos rapidamente, ao notar que a amiga estava acordada. Acordou os outros rapidamente e todos circundaram a sua cama.

-Estás bem? – perguntou JunSu docemente.

-Não sei bem. Sento-me como se tivesse sido atropelada. – respondeu ela, com um sorriso leve.

Todos se olharam, tristemente.

-Lembras-te do que aconteceu? – perguntou desta vez YuuChun.

-Nem por isso…Sei que estava a falar com o Jae e depois…Não sei…É confuso. Lembro-me de um corpo em cima de mim…Não me lembro de mais nada. Porque? O que aconteceu?

Todos voltaram a mirar-se e depois desviaram o olhar, olhando todos para baixo.

Miriam começou a pensar que algo tinha corrido incrivelmente mal.

-O que aconteceu? Meninos…Por favor…O que me aconteceu? Onde está o YunHo? Jae! O que aconteceu? Por favor!!! Digam-me. – disse ela, com pânico na voz.

Uma enfermeira entrou no quarto, com uma agulha em riste e antes que a rapariga pudesse protestar, sentiu a sonolência apoderar-se dela e voltou a fechar os olhos.

Voltou a acordar dias depois, com menos dores e mais descansada. Conseguiu levantar-se e, durante um par de dias, tentou pôr-se em pé, conseguindo andar uma semana mais tarde
.
Repetidamente perguntou o que tinha acontecido, mas ninguém lhe disse nada. Depois de uma semana, ChangMin aproximou-se da cama dela, com todos os membros à volta e encarou-a.

-Miriam…Tu tiveste um acidente. Um condutor de uma carrinha atropelou-te. Ele vinha bêbado e bateu num poste uns metros à frente. Foste submetida a várias cirurgias e os médicos pensaram mesmo que não conseguiriam salvar uma das tuas pernas. Felizmente, tudo correu bem e estás aqui, sã e salva…

Miriam olhou-o com genuíno espanto. Mirou o resto dos membros e reparou que aquele silêncio trazia algo mais. Falou aos soluços.

-O YunHo? Onde é que ele está? Eu quero vê-lo! Onde é que ele está…Por favor…Digam-me. – disse, agarrando desesperada a mão de ChangMin.

Todos os rapazes puseram uma cara triste e JaeJoong deixou que uma pequena lágrima corresse pela sua face.

JunSu agarrou nela, ajudando-a a pôr-se em pé, e começaram a caminhar para fora do quarto. Caminharam durante uns minutos pelo hospital, chegando a uma área que cheirava mais fortemente a formol.

-Onde é que nós estamos? Isto não são os quartos do hospital. – disse Miriam, a medo, com um terrível pressentimento a percorrer-lhe as veias.

YuuChun abriu uma porta, revelando uma câmara solitária, com uma maca, onde jazia um corpo, coberto por um lençol.

Aproximaram-se e JunSu, agarrando o lençol, falou, com as lágrimas a correrem livremente pela face. Miriam agarrou-se ao peito.

-O YunHo tentou salvar-te. Aparentemente conseguiu. Mas…O mesmo não aconteceu com ele. O tórax dele ficou muito danificado, quando o carro embateu no corpo dele e houve uma complicação na cirurgia e-- - não conseguiu acabar a frase, pois as lágrimas não deixavam que ele conseguisse articular as frases.

Retirou o lençol do corpo para revelar um YunHo branco, lívido, num corpo sem vida.

Miriam perdeu a força nas pernas e caiu no chão, agarrada à cara. Começou a chorar compulsivamente e lentamente, aproximou-se do corpo, enquanto os soluços enchiam a pequena sala. Começou a gritar, chorando cada vez mais e abraçou-se ao corpo que jazia na maca.

-YunHo… - chamou, com um pequeno sorriso. – YunHo…Meu amor, YunHo…Acorda…YunHo…Acorda…Por favor…Acorda. Por favor…Não me deixes sozinha. Acorda.

Agarrou numa mão do noivo e começou a abana-la, deixando que as lágrimas caíssem na face dele, quentes.

-Acorda, YunHo. – disse, com pânico. – Acorda, por favor…Acorda! POR FAVOR! Por favor, acorda. Eu amo-te. Por favor, não me deixes, por favor…YunHo, acorda.

JaeJoong aproximou-se da amiga e tentou agarra-la, mas ela mirou-o com ar furiosa.

-Sai! Sai de ao pé de mim! Não me toques! Ele vai acordar! – e começou a abanar cada vez mais a mão de YunHo e a tocar-lhe na face, gelada. – Acorda! Por favor! Abre os olhos! Não me deixes assim! Por favor…Por favor…Peço-te…Não me deixes…YunHo, não me deixes, por favor, não me deixes…NÃO ME DEIXES! POR FAVOR! Não me faças isto! Acorda, abre os olhos! Por favoooor…

Derrotada, sentindo como se lhe tivessem arrancado o coração do peito, e ainda agarrada à mão do seu amante, deixou que o peso do corpo a vencesse e caiu desamparada novamente, de joelhos, chorando compulsivamente e gritando de desespero.

YuuChun, lavado em lágrimas, agarrou nela, contra a sua vontade e abraçou-a, fazendo-a largar a mão, que tão fortemente apertava.

-Ele não te consegue ouvir… - disse ele, no seu ouvido.

-Não…Por favor…Não…Não… - balbuciou, no peito do amigo, soluçando cada vez mais. – Ele não pode deixar. Por favor, não…Não ele, por favor…Porque não morri eu? Por favor…Ahhhh!!

[EDIT: tinha-me esqecido desta parte! XD]
JunSu aproximou-se devagarinho da amiga, com os olhos lavados em lágrimas e estendeu-lhe um papel muito bem dobrado, já um pouco gasto nas pontas das imensas dobras que tinha sofrido.

-Ele tinha isto no bolso. – disse ele, estendo-lhe o pedaço de papel.

Miriam, trémula, agarrou-o e abriu-o devagarinho, quase o deixando cair várias vezes. Era uma fotografia. Aquela fotografia que ela lhe vira tantas vezes, quase desde do inicio, mas nunca tinha pedido para ver. Era um estúdio, enorme e rebuliço. No centro, estava uma rapariga com cabelos encaracolados, segurando um pedaço de papel e com olhar vazio para o lado, obviamente procurando algo. Um raio de luz entrava pela enorme porta do estúdio, realçando ainda mais a figura central. Miriam deixou cair a fotografia e levou as mãos à cara, chorando compulsivamente. Era ela. Na fotografia. No dia em que o tinha conhecido. Ele tirara aquela foto antes de ir ter com ela. Naquele dia. E desde aquele dia o feitiço exercido um no outro não os tinha largado mais.

Os membros olharam-se e olharam a fotografia, tão surpreendidos como ela. Era linda, pura e inocente. Como o amor deles tinha sido. E de alguma maneira… Ainda o era.


Passaram-se dias. Semanas. Meses. Os DBSK não eram mais a banda mais famosa da Ásia. Tinham deixado de ser uma banda. Para sempre. A sua agência sugeriu-lhes a mudança de membro, substituindo o antigo líder, mas eles não aceitaram. Ninguém poderia substituir YunHo. DBSK sem YunHo, não era DBSK. Milhares de fãs concentraram-se em luto pelo seu ídolo, e chorando pela sua morte e pelo desmembramento da banda que tantos sonhos e amor tinha criado nos corações de cada um.

Um dia, depois de uma conferência de imprensa, os quatro rapazes, chegados a casa, dirigiram-se ao quarto de YunHo, onde Miriam tinha decidido ficar trancada naqueles meses, sem comer quase nada. Apenas chorava, esperando que a sua dor fosse lavada pelas lágrimas. Todos sabiam que isso não iria acontecer. Mas, nesse dia, ninguém estava no quarto. Abriram o armário, mas todas as roupas da jovem tinham desaparecido, conjuntamente com ela. Na mesa apenas encontraram, solitário, o anel do noivado que nunca se tinha concretizado. Não eram precisas palavras. Ela tinha ido embora. E, estavam seguros, nunca mais voltaria.



“Não me lembro o que faço aqui. Não me lembro como vim cá parar. Mas as saudades que tenho dele consomem-me os dias e as noites, os pensamentos e os actos. Estou magra. Disseram-me que se não me começo a alimentar bem, provavelmente posso morrer. Fiquei feliz com aquela noticia. Isso queria dizer que me podia encontrar com ele. Que diferença me fazia estar aqui como morta por dentro?

Não me lembro onde estive. Não me lembro há quanto tempo os deixei. Sei que se passaram anos…não me lembro quantos. Não me lembro de tanta coisa. Apenas do seu sorriso, do seu toque, do seu corpo. Apenas isso. Só isso. Não me lembro de onde vim. Não tenho sitio para onde ir. Morri há muito tempo atrás, no momento em que vi o corpo dele naquela maca, percebi que ele nunca mais iria abrir os olhos e sorrir-me. Nesse momento, morri. E caminho morta desde então.

-Ojou-san?

-Sim?

-Pensei que tivesses ido para a Lua. Hehe.

-O que queres, afinal?

-Lembrar-te que todos os sonhos tem um fim…Mas que ao mesmo tempo que esse acaba, um novo começa. Borboleta, lamento.

Olho o rapaz inquisitoriamente. O quê?

-Peço desculpa se ele o incomodou, minha senhora.

Olho para cima e vejo uma senhora de meia-idade, que me sorri e aponta para o garoto.

-Não faz mal. Ele não incomodou.

-Vem, temos que ir agora…Vem, YunHo.

Abri muito os olhos e olho para trás, na direcção do pequeno garoto.

-Adeus, ojou-san! Amanhã vamos falar com as borboletas outra vez!

Quando termina um sonho…Outro começa?

Nesse momento, uma pequena e frágil borboleta pousou sobre mim, como fitando-me. Linda, como a primeira que tínhamos visto juntos. Sorri. Há muito tempo que me tinha esquecido como faze-lo. E, levantando-me, sussurrei um segredo, alçando a pequena borboleta aos céus.”



~*~FIM~*~


Última edição por Nayomira em Ter Nov 23, 2010 9:33 pm, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: [DBSK] Nas asas de uma borboleta   [DBSK] Nas asas de uma borboleta - Página 2 EmptySeg Nov 22, 2010 11:40 pm

ai, pronto.
FOGOOOO.
juro que me parti a chorar T-T
Agora estou para aqui toda ranhosa e a culpa é tua -.-
Não é justo...
Mas está tao lindo. Tao lindo. Tao LINDOOOO.
Amei, a serio, está mesmo perfeito. Podia ter sido maior né? Razz
Parabéns ^^
só uma curiosidade, o que era afinal a foto do yunho? x)
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MensagemAssunto: Re: [DBSK] Nas asas de uma borboleta   [DBSK] Nas asas de uma borboleta - Página 2 EmptyTer Nov 23, 2010 2:50 pm

kim escreveu:
só uma curiosidade, o que era afinal a foto do yunho? x)

desculpa! pus a versao qe nao tinha essa parte! ja vou retificar! depois podes ler outra vez qe ja ta retificada....é na altura em qe eles tao no sitio do corpo...gomen! xDDD
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MensagemAssunto: Re: [DBSK] Nas asas de uma borboleta   [DBSK] Nas asas de uma borboleta - Página 2 EmptyTer Nov 23, 2010 4:35 pm

C'um caralho Nayo , já me puseste a chorar ainda por cima numa aula Nayo-chan e eu já estou constipada agora a chorar fica uma melodia intersante xD
Amei isto Nayo , tens muito muito jeito para isto , adoro as descrições que fazes
Coitadinha da Miriam , e afinal a foto era dela . tão fofo
Epa aquele final deixou-me intrigada
Mas o Yunho morreu , coitado dele .
Tens de escrever mais Nayo para a gente ler ^^
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MensagemAssunto: Re: [DBSK] Nas asas de uma borboleta   [DBSK] Nas asas de uma borboleta - Página 2 EmptyTer Nov 23, 2010 10:06 pm

Obrigada, meus amores!!! e peço desculpa à Kim por me ter esqecido da parte da fotografia....é preciso ser estupida...andei 13 cap a falar da porcaria da foto e depois nao digo o qe é! DUUUH!
anyway...nao sei se leram nas notas, mas eu tenho outra fic por aqi, parecida à "Rumo ao Paraiso" da Ahri, porqe tambem é comigo e com outras pessoas! LOL chama-se "Destino"; como a da Chii, mas nao tem nada a ver com a dela! =) se quiserem ler, está na categoria de kpop! please leiam? >//<
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